Wisconsin pode ter contado 221 mil votos ilegais, ONZE vezes a margem de Biden

Alegação é feita em novo processo movido pela defesa de Trump. Suprema Corte do Estado pode pedir ao governador Tony Evers (D) rescindir resultado

Por Leonardo Trielli, Senso Incomum

A equipe de advogados da campanha eleitoral do presidente Donald Trump entrou com uma ação na Suprema Corte de Wisconsin alegando que o estado incluiu 221.323 votos ilegais em sua recontagem. Os advogados pedem que a corte máxima do estado emita uma ordem para que o governador Democrata Tony Evers rescinda a certificação do resultado das eleições no estado até que votos ilegais sejam excluídos da contagem.

“Wisconsin não pode permitir que mais de três milhões de votos legais sejam corroídos por um único voto ilegal”, disse Jim Troupis, advogado de campanha de Trump, em comunicado.

O processo cita quatro casos de “evidências claras de ilegalidade”

1 – Informações ausentes em envelopes de cédulas foram preenchidas ilegalmente pelos funcionários eleitorais. A lei do estado de Wisconsin diz que somente o eleitor pode corrigir ou adicionar informações. De acordo com o processo, 5.517 apresentaram esta ilegalidade, mas entraram na recontagem.

2 – Na ação, os advogados afirmam que 170.140 cédulas foram emitidas sem que eleitores tivessem se inscrito, como manda a lei estadual.

3 – Segundo a lei de Wisconsin, apenas eleitores confinados indefinidamente por motivo de deficiência física, enfermidade ou idade avançada não precisam apresentar identificação com foto para solicitar cédulas para votar pelos correios. No entanto, os funcionários permitiram que 28.395 eleitores não se identificassem lançando falsos pretextos de confinamento indefinido.

4 – Em Madison, uma campanha chamada Democracia no Parque permitiu que 17.271 eleitores antecipassem o voto, violando a lei de Wisconsin, uma vez que os eventos ocorreram fora dos locais de votação aprovados pelo condado e nem seguiram os requisitos de votos de ausentes do estado.

 

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