Presidente Bolsonaro fala sobre internação

Por Brehnno Galgane, Terça Livre

O presidente da República, Jair Bolsonaropublicou em seu Twitter na quarta-feira (14) um texto falando sobre as consequências da tentativa de assassinato promovida por Adélio Bispo, antigo filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT. Bolsonaro, nos últimos dias, estava sofrendo com crises de soluço, possivelmente decorrentes do atentado a faca ocorrido em 2018.

Após dar entrada em um hospital de Brasília, por causa de fortes dores e incômodos que vinha sofrendo, o presidente Bolsonaro teve que ser transferido no final da tarde de quarta-feira (14) para um hospital em São Paulo, onde vai fazer alguns exames.

“Agradeço a todos pelo apoio e pelas orações. É isso que nos motiva a seguir em frente e enfrentar tudo que for preciso para tirar o país de vez das garras da corrupção, da inversão de valores, do crime organizado, e para garantir e proteger a liberdade do nosso povo”, escreveu o presidente.

“Peço a cada um que está lendo essa mensagem que jamais desista das nossas cores, dos nossos valores! Temos riquezas e um povo maravilhoso que nenhum país no mundo tem. Com honestidade, com honra e com Deus no coração é possível mudar a realidade do nosso Brasil. Assim seguirei!”, afirmou o líder do Executivo.

Em nota oficial, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) informou que o Dr. Macedo, médico responsável pelas cirurgias do abdômen de Bolsonaro, “constatou uma obstrução intestinal e resolveu levá-lo para São Paulo, onde fará exames complementares para definição da necessidade, ou não, de uma cirurgia de emergência”.

Depois de chegar ao  Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, e passar por avaliações laboratoriais, clínica e de imagem, um novo boletim médico sobre a saúde do presidente Jair Bolsonaro foi divulgado. Segundo o texto, o chefe do Executivo permanecerá internado inicialmente em tratamento clínico “conservador.”

O quadro de obstrução intestinal foi confirmado. Tratamento conservador é aquele sem necessidade de cirurgia e tem foco em medidas fisioterápicas somadas a medicamentos.

Caso a nova cirurgia seja confirmada, será o quinto procedimento em consequência da facada.

O jornalista Allan dos Santos, durante o Boletim da Noite de quarta-feira (14), lamentou ver a reação dos opositores do governo federal desejando a morte do presidente Bolsonaro.

“É muito triste você ver que não se trata de uma disputa política eleitoral, ou seja, nós estamos presenciando – para ser bem preciso – um ódio luciferino, preternatural. Não é natural o que essas pessoas sentem, não é uma disputa política eleitoral”, analisou o jornalista.

 
Matérias Relacionadas