Plantio de transgênicos no Brasil deve crescer 7%, aponta estudo

Um agricultor pulveriza uma plantação de soja transgênica no Mato Grosso do Sul em 2004 (Monalisa Lins / AFP / Getty Images)
Um agricultor pulveriza uma plantação de soja transgênica no Mato Grosso do Sul em 2004 (Monalisa Lins / AFP / Getty Images)

Um estudo realizado pela consultoria Céleres prevê aumento de 7,3% da produção de culturas transgênicas de soja, milho e algodão nesta safra de 2013/14, em relação a anterior. Isto equivale a uma área de 40,3 milhões de hectares plantados com organizamos geneticamente modificados (OGMs).

De acordo com o estudo, a soja liderará a maior parte desta área com OGMs, contando com 26,9 milhões de hectares que serão semeados no verão. No caso do milho, plantado no verão e no inverno, a projeção é de 12,9 milhões de hectares. O algodão representará 0,47 milhão de hectares.

“Mesmo com um cenário não tão favorável quanto nas safras anteriores, o agricultor brasileiro continua investindo e acreditando na tecnologia geneticamente modificada, especialmente pela possibilidade de redução dos custos de produção, principalmente em cenários de aumento nestes custos, sobretudo em insumos, potencializado pelo aumento do dólar, em relação ao ano anterior”, afirma o estudo.

O Brasil é o segundo maior produtor de OGMs do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. OGM é todo organismo que teve seu material genético modificado para obter alguma melhora. Os transgênicos fazem parte destes OGMs, exceto que sua particularidade é que recebem um ou mais genes de outro ser vivo.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.

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