‘Muito poderoso’, afirma vice-presidente após ver o Shen Yun

‘Muito poderoso’, afirma vice-presidente após ver o Shen Yun

Claude Balestra no Shen Yun Performing Arts no Orpheum Theatre, em Minneapolis, no estado de Minnesota, no dia 4 de dezembro de 2021 (Sherry Dong / The Epoch Times)

2021/12/07

MINNEAPOLIS – Para Claude Balestra, vice-presidente de finanças da Cargill, assistir ao Shen Yun Performing Arts foi uma experiência comovente.

“Muito poderoso, muito comovente, muito pacífico”, relatou Balestra após assistir à apresentação no Orpheum Theatre em Minneapolis no dia 4 de dezembro.

Balestra afirma que ficou impressionado com as danças e os figurinos, assim como com a música.

Eu senti que o espetáculo é realmente mágico devido à forma como dançam e como utilizam o tecido para dançar e criar todo o fluxo do movimento
— Claude Balestra

“Eu senti que o espetáculo é realmente mágico devido à forma como dançam e como utilizam o tecido para dançar e criar todo o fluxo do movimento. Achei lindo”, declarou ele. “A música era muito bonita”.

Ele afirma que ficou particularmente impressionado com o erhu, também conhecido como o “violino de duas cordas” chinês.

“Foi incrível ver o instrumento de duas cordas fazer tudo isso”, relatou ele.

A orquestra do Shen Yun é única por combinar instrumentos clássicos ocidentais com instrumentos tradicionais chineses, criando uma harmonia perfeita entre os estilos musicais chineses e ocidentais.

Marianna Pavan, que foi ver a apresentação com Balestra, afirma que achou o Shen Yun igualmente incrível.

“Eu adorei os dançarinos, adorei as músicas, as diferentes apresentações”, relatou Pavan, que é engenheira. “Foi muito pacífico e muito calmante, e foi uma celebração [da vida] ao mesmo tempo”.

‘Inspirador’

O Shen Yun, com base em Nova Iorque, assumiu como sua missão reviver a autêntica cultura tradicional da China através de apresentações inspiradoras as quais o público considera estimulantes.

A musicista Emma Nistler declarou que essa é uma missão importante.

Emma Nistler no Shen Yun Performing Arts no Orpheum Theatre em Minneapolis, no estado de Minnesota, no dia 4 de dezembro de 2021 (Sherry Dong / The Epoch Times)
Emma Nistler no Shen Yun Performing Arts no Orpheum Theatre em Minneapolis, no estado de Minnesota, no dia 4 de dezembro de 2021 (Sherry Dong / Epoch Times)

“Acho que é muito importante … ter certeza de que a herança e a cultura serão mantidas para as gerações futuras”, afirmou Nistler, que toca flauta e é vocalista de uma banda irlandesa.

“Achei  muito lindo, entre a dança e a música ao vivo. [O Shen Yun] realmente monta um show [onde] você pode ver imaginação, criatividade e a história da China.”

Ela também destacou os coloridos figurinos da performance, que somados aos cenários criam belas cenas.

“O figurino e a dança foram inspiradores e muito artísticos”, destacou Nistler.

O repertório do Shen Yun inclui uma forma de dança clássica que foi transmitida pelas cortes imperiais e peças antigas que evoluíram para um estilo de dança distintamente diferente do visto hoje. A dança do Shen Yun retrata a história e a cultura da China mediante narrativas históricas.

Uma das danças, “Insanidade Durante o Fim dos Dias”, uma história moderna de espiritualidade e esperança, mostra como o regime comunista chinês conduz campanhas de perseguição contra pessoas inocentes, incluindo a extração forçada de órgãos de prisioneiros de consciência detidos.

A dança ressoou com a Sra. Nistler.

“Eles estavam mostrando o hospital e as mulheres e os abusos – isso realmente me atingiu muito. Você sabe que isso está acontecendo, mas realmente não pensa nisso com muita frequência. E então, ver isso apresentado ao vivo na sua frente, aquilo me afetou”, relatou ela.

Nistler afirma que ficou particularmente impressionada com a soprano que cantava no estilo clássico bel canto, uma técnica vocal para alcançar extrema altura tonal. A técnica é conhecida por ter sido usada no início da ópera europeia, mas, de acordo com o Shen Yun, também era usada na China antiga, e a empresa está revivendo-a ao trazê-la para o público moderno.

“Ela era absolutamente linda nas notas agudas e [as letras] muito parecidas com um sonho. Muito comovente”, relatou ela.

Reportagem por Sherry Dong e Diane Cordemans.

O Epoch Times considera o Shen Yun Performing Arts o evento cultural mais significativo de nosso tempo. Temos orgulhosamente coberto as reações do público desde o início do Shen Yun em 2006.

Entre para nosso canal do Telegram