Golpe contra Trump ainda em andamento, diz Flynn

Por Brehnno Galgane, Terça Livre

Nesse último sábado (28), o general aposentado Michael Flynn, em sua primeira entrevista pública desde que foi perdoado pelo presidente Donald Trump, disse que “ainda há um golpe em andamento” contra o presidente.

Flynn, que também serviu durante a administração Obama como diretor da Agência de Inteligência de Defesa e, em seguida, como o primeiro conselheiro de segurança nacional de Trump, alertou os americanos que atualmente há um “ataque” ao nosso modo de vida. Esse ataque vem ocorrendo desde o início da presidência de Trump, disse Fynn.

“Eles aumentaram o jogo”, disse Flynn à WVW-TV sobre certas figuras do Partido Democrata.

“Quando eles perderam em 2016, acho que houve uma decisão: ‘Não vamos permitir que isso aconteça novamente’”, disse Flynn sobre a liderança do Partido Democrata.

Ele então apontou para o aumento da perseguição política durante os quatro anos inteiros da presidência de Trump, durante os quais a grande mídia, ao lado do que ele descreveu como efetivamente o “Partido Socialista Democrático da América”, tem tentado remover Trump do cargo.

“Quer dizer, acho que o que experimentamos nos últimos quatro anos – e certamente no final de 2016, início de 2017 – foi um esforço muito forte para destituir um presidente devidamente eleito”, disse Flynn.

Ele disse que Trump enfrentou um ataque sem precedentes de pressão política, tecnológica e também financeira no início de sua gestão, para forçá-lo a se afastar da política.

“Eu sei que havia um sentimento de que talvez ele apenas diria, ‘Quer saber, eu não preciso dessas coisas. Tenho coisas melhores para fazer’, e partir”, disse Flynn. “Graças a Deus que ele não fez isso.”

Mas enquanto Trump permanecia no cargo, Flynn disse que o establishment político e a mídia continuaram a persegui-lo “de todas as maneiras possíveis”, o que ocorreu publicamente em “operações psicológicas”, como a investigação da Rússia e o esforço de impeachment dos democratas na Câmara, e muito mais recentemente, a politização da pandemia do vírus do Partido Comunista Chinês.

Agora, afirma Flynn, como o Partido Democrata não alcançou o resultado na votação de que precisava para garantir o lugar do ex-vice-presidente Joe Biden na Casa Branca, a América está vendo “roubo com cédulas pelo correio” e “roubo com este software da Smartmatic e sistemas Dominion.”

“Este ainda é um golpe em andamento”, disse Flynn.

Ele foi além, dizendo que o primo ideológico dos grupos políticos de esquerda da América, o Partido Comunista Chinês, tem interesse em apoiar tal golpe.

“O que vimos, nas últimas provavelmente duas décadas, é uma mudança completa em quão rápido a China comunista, em seu plano de longo prazo, decidiu elevar seus planos para se tornar a única superpotência global no planeta”, finalizou Flynn.

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