ARTIGO - Publicado em - Atualizado em 08/01/2015 às 21:20

As etapas da tomada da Europa pelo islamismo

Dos 50 mil combatentes do grupo ISIS, 20 mil deles vieram da Europa e demais países islâmicos. Dos que chegam para o combate, um em cada seis vem de países Europeus, sem histórico majoritário Islâmico (Reprodução)

Dos 50 mil combatentes do grupo ISIS, 20 mil deles vieram da Europa e demais países islâmicos. Dos que chegam para o combate, um em cada seis vem de países Europeus, sem histórico majoritário Islâmico (Reprodução)

A grande questão, que virá logo a seguir, não são os jovens que vão à Síria para combater, mas os que sobreviverem e voltarem aos seus países, agora tendo experimentado a realidade Jihadista lá de fora, onde decapitar pessoas, estuprar mulheres e enterrar crianças vivas é algo normal.

Quando o professor Olavo de Carvalho dizia, novamente, há dez anos ou mais, que existia um plano a longo prazo e muito bem arquitetado para a tomada tanto moral quanto biológica da Europa por parte dos Islâmicos, riram dele; para variar, o mesmo de sempre: Chamaram-no de maluco, conspiracionista e todo tipo de coisa. Hoje em dia, eis os números:

Dos 50 mil combatentes do grupo ISIS, 20 mil deles vieram da Europa e demais países islâmicos. Dos que chegam para o combate, um em cada seis vem de países Europeus, sem histórico majoritário Islâmico. A estratégia foi muito bem construída: Primeiro, o aporte em países sem tradição religiosa nas últimas décadas: Noruega, Suécia, França e Finlândia. No vácuo da fé, acomodaram-se e se multiplicaram.

Leia também:
França será muçulmana até 2048, afirma Cardeal
Número de cristãos perseguidos no mundo por muçulmanos é de 150 milhões
Instrutor de surf abandona profissão e se engaja na luta contra grupo terrorista ISIS

Converteram milhares de jovens locais com as palavras que se encaixavam como uma luva na já doente mentalidade moderna; venderam a ideia de que eram sofridos, discriminados, de que sua cultura ancestral era algo a ser preservado, uma espécie de ligação direta com algum tipo de sabedoria ancestral combatida e que valia a pena serem conhecidos, ao menos. Que a proximidade eliminaria os preconceitos e que ninguém nos dias de hoje poderia atacá-los sem que ao menos o conhecessem. Aos mais fracos e vazios, foi um convite para a conversão.

Para uma geração que nunca conheceu o perigo, o trabalho, a insegurança, o Islã serviu como uma causa, um sentido para a vida; o homem tem espaço de causa; para alguns, essa causa é deus, para outros o mercado, o estado, as artes ou literatura. Mas, de qualquer forma, o vácuo de vida é preenchido na apresentação de um primeiro objeto de adoração; o Islã converteu aos montes quem antes gritava que a religião era uma espécie de herança bárbara, que deveria ser combatida.

Chegavam às mesquitas sem nenhuma noção de estratégia ou preparo mental; sem o conhecimento das habilidades da guerra pela mente que há muito tempo William Sargant tão bem havia descrito. Foram presas fáceis. Em uma mente frágil e sem propósitos, qualquer causa, bem vendida, torna-se a própria causa, a própria vida.

A grande questão, que virá logo a seguir, não são os jovens que vão à Síria para combater, mas os que sobreviverem e voltarem aos seus países, agora tendo experimentado a realidade Jihadista lá de fora, onde decapitar pessoas, estuprar mulheres e enterrar crianças vivas é algo normal. Dormem e acordam juntos, aos bandos, sentindo prazer nisso. Aos que sobreviverem, o retorno está garantido. Se misturam aos turistas, refugiados ou rapazes em férias. Eis que então a próxima fase do plano de dominação estará mais do que completa: Haverá pelo menos algumas dezenas de homens bomba prontos para agir, enfiados em seus apartamentos, trabalhando em bibliotecas, cafés e universidades, à espera do primeiro chamado. Tempos difíceis virão. Não que não tenham sido anunciados.

Originalmente publicada em: Portal Conservador Ir para a home do Epoch TimesVer original
Todo conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito ao Epoch Times em Português e para o repórter da matéria.
  • Antônio Sudário Marques

    Moro na Bélgica e meu maior medo é que aconteça no Brasil o que acontece aqui. O islamismo é algo sério. Sempre votei em partidos de esquerda, mas mudei de idéia depois que vi quem é o responsável pela islamização da europa e a facilitação de atividades islâmicas no Brasil.

  • Jefferson Mendes

    O grupo que pratica e é quase sinônimo terrorismo hoje é o muçulmano e mesmo assim, quem foi doutrinado nas escolas e faculdades, vem aqui criticar e falar sobre o cristianismo que matou milhares em cruzadas pela Europa, Africa e Oriente médio, justamente para conter o avanço muçulmano. Para quem ainda escolhe combater o cristianismo mesmo com mais de 150 milhões sendo perseguidos e milhares mortos todos os anos, peço que enumere as organizações terroristas ou grupos que cometem atentatos terrorista em nome de Cristo. Se depois de pensar muito falar: “Tem a OPUS DEI…”, por favor internem esse maluco que leu ‘O código Da Vinci’ e acha que tem argumentos.

  • Raquel Costa

    Ainda há o fator da taxa de fertilidade. As sociedades européias tem taxas de fertilidade baixas, as famílias muçulmanas com seus valores pré modernos e pré republicanos que tratam mulheres como mercadorias ou como criadas reprodutoras tem altas taxas de fecundidade. Há décadas são parte desta estratégia de difusão e por que não, ocupação das sociedades européias, alimentando e multiplicando a “minoria” muçulmana, que provavelmente, em termos numéricos já pode ser maioria, e se ainda não o é de fato, pode creditar às políticas de imigração tão combatidas pela esquerdas e elites “esclarecidas”.

  • Maurício

    Em um mundo em crise de valores não me surpreende o fato de jovens de países ricos se alistarem como voluntários para uma causa maluca.Acho que o artigo chega a ser quase preconceituoso.Os cristãos praticam atrocidades a séculos e não se fala muito.A xenofobia européia acirra e consolida como um terreno fértil para conflitos dessa natureza. Uma dose de laicidade até que cairia bem,

    • William Mazeo

      A diferença é que Jesus jamais mandou que seus seguidores cometessem atrocidades. Mas o islã sim comanda isso e ainda autoriza seus seguidores a mentir pro mundo inteiro pra esconder a meta deles que é espalhar a sharia por todo canto. Escondem-se atras de uma “religião da paz” mas esquecem de falar que pro islã o mundo só estará em paz quando todos viverem sob a sharia.
      Vc fala em crise de valores… concordo totalmente. Se a família (homem e mulher) fosse protegida e estimulada a imigração em massa não seria necessária e os muçulmanos teriam que ficar em seus proprios países. Mas se investiu tanto em educação e deixaram o que realmente importa de lado ta aí o resultado: muçulmanos imigrando e se reproduzindo em massa. Quando temo até a França se tornar um estado islamico…

      • Matheus Santos

        O que Jesus Cristo tem a ver com os muçulmanos??
        Jesus é só mais um para os islâmicos, eles são seguidores de Maomé. São herdeiros de Ismael o primeiro filho de Abraão.

        • William Mazeo

          Vc pelo menos se preocupou em ler o comentário ao qual a minha resposta foi destinada?

    • ahpsico

      Os cristãos e muçulmanos praticavam atrocidades à séculos, matando os que eram contra, os tais hereges. Mas a diferença entre os dois nisso é que os cristãos mudaram, são de intolerância quase nula, que quando alguém faz piada com sua religião simplesmente vai dar um xingão ou reclamar nas redes sociais. Que não é o que acontece com os muçulmanos, que ainda vivem como antigamente, matando os que pensam diferente. Você está sendo um tanto quanto ingrato por ter nascido em um estado laico, onde a religião predominante é o cristianismo, onde você pode falar sobre o que quiser sem se preocupar se está correndo perigo com isso.

      • Alexandre Cancelli

        Me desculpe, mas Cristão de verdade nunca fez esse tipo de coisa, quem fez foi a igreja católica que se considera “cristã” apenas por ter Jesus como um dos seus “deuses” fora todos os outros santos e santas que há eles os católicos oferecem preces e etc.
        Jesus nunca ensinou isso, semeou a paz, comunhão, respeito, e negação a este mundo.

        • Matheus Santos

          Faça-me um favor vá estudar um pouquinho…
          Não sei qual a denominação fajuta que você frequenta, mas ela só existe por que antes a Igreja de Roma lutou para que Cristo fosse anunciado durante seculos…
          Jesus Cristo é Deus e todos os Cristão, todos sem exceção advindos da Igreja Católica, professam o credo como uma religião monoteísta.

          • Alexandre Cancelli

            Igreja de Roma? kkkk sabe nada de História Cristã!
            Ou ainda acredita que a “igreja” católica começou quando Jesus disse “sobre esta pedra edificareis minha igreja”?
            Roma perseguiu e matou Cristãos, e mesmo assim não conseguiu acabar com todos, depois a própria roma encerrou a perseguição, e fundou a igreja católica, a própria igreja católica perseguiu e matou quem não obedecesse a “igreja” que para os Cristãos verdadeiros da época os ensinos e costumes da católica estavam contra os ensinos e práticas da Bíblia!
            Igreja católica não tem história de perseguição, não tem história de uma vida de renuncia ao mundo!!!
            Vai estudar você meu jovem!!!

      • Talita Andrade

        Quem tem um encontro real com Cristo,jamais propaga o ódio,ao contrário experimenta a verdadeira Liberdade e segue a Lei do Amor,segundo e grande mandamento Bíblico!

        • Talita Andrade

          segue a Lei do Amor ao próximo!

Leia a diferença. Epoch Times Todos os direitos reservados © 2000-2016