Matéria traduzida e adaptada do inglês, publicada pela matriz americana do Epoch Times.
A secretária do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem, reuniu-se em 31 de julho com o presidente do Equador, Daniel Noboa, e membros de seu governo para assinar um memorando de entendimento (MoU) que estabelece um programa de intercâmbio entre as autoridades policiais dos Estados Unidos e do Equador.
“Na guerra contra as drogas e o crime, a informação é nossa arma mais poderosa”, afirmou Noem em um comunicado divulgado no mesmo dia.
A reunião ocorreu no Palácio Carondelet, em Quito, e contou com a presença da ministra das Relações Exteriores do Equador, Gabriela Sommerfeld, e do ministro do Interior, John Reimberg, entre outras autoridades.
Noem e Reimberg assinaram o MoU para um programa de intercâmbio que integrará um oficial de segurança equatoriano ao Centro Nacional de Identificação da Alfândega e Proteção de Fronteiras, com a missão de interceptar viajantes perigosos, incluindo terroristas e cargas ilícitas, de acordo com o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS).
“O Centro Nacional de Identificação trabalha sem parar para capturar indivíduos perigosos, terroristas e membros de gangues que tentam viajar para os Estados Unidos”, disse Noem.
“Ao implementar este programa de ligação, aprofundamos o compartilhamento de informações entre nossos governos, facilitando a identificação, rastreamento e interceptação de ameaças a ambos os países”.
Na reunião, autoridades dos dois países discutiram esforços conjuntos para fortalecer a segurança regional, melhorar a cooperação na aplicação da lei internacional, restringir a migração ilegal e combater o crime organizado transnacional.
Noem também se reuniu com agentes da lei e investigadores da polícia equatoriana para discutir ações que os dois países podem tomar para combater cartéis de drogas e organizações terroristas e criminosas que buscam prejudicar os cidadãos.
Noem também disse que o governo equatoriano extraditou José Adolfo Macías Villamar, conhecido como Fito, para os Estados Unidos em julho, e que “ele passará o resto da vida na prisão”.
De acordo com o Departamento de Justiça, Macías Villamar será indiciado por sete acusações que incluem conspiração para distribuição internacional de cocaína; distribuição internacional de cocaína; uso de armas de fogo para facilitar o tráfico de drogas; contrabando de armas de fogo dos Estados Unidos; e conspiração para compra fraudulenta de armas de fogo.
Após a reunião, Noem destacou em uma postagem no X em 31 de julho o “trabalho árduo para reprimir gangues criminosas e organizações terroristas” realizado por Noboa e seu governo. Ela também afirmou que o Equador se tornou “um dos parceiros de segurança mais valiosos dos Estados Unidos”.
“Duas nações trabalhando juntas para proteger nossas fronteiras e defender o Estado de Direito”, acrescentou Noem em outra postagem.



