Usando ácido, cal e fezes, grupo de 200 imigrantes invade Ceuta e fere 7 guardas espanhóis

O primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, diante dos acontecimentos em Ceuta registrados hoje, respondeu que está tratando do assunto com os países de origem dos imigrantes

Por Anastasia Gubin, Epoch Times

Imigrantes africanos usaram ácido, cal e bolas de fezes para atacar e ferir os guardas da fronteira da cidade de Ceuta que tentavam impedir sua passagem.

O grupo de cerca de 200 homens entrou usando violência contra os agentes para saltar a cerca na fronteira de Ceuta, na parte que separa a cidade autônoma de Marrocos pela área da Finca Berrocal.

“Assim como aconteceu na última vez, os imigrantes usaram alicates e marretas para cortar a proteção externa e interna da cerca e, quando os agentes da Guarda Civil tentaram evitar que saltassem, usaram contra eles pedras, paus, bolas de fezes com cal, objetos afiados de elaboração própria, lança-chamas caseiros e até mesmo um tipo ainda não identificado de ácido, o qual eles jogaram contra seus rostos”, informou a polícia segundo o site Liberdade Digital.

https://twitter.com/AhoraCantabria/status/1032289149867499521

Sete agentes da Benemérita foram atendidos pela Cruz Vermelha nos arredores da cerca, e um deles foi transferido para o hospital da cidade autônoma.

As imagens seguintes mostram os imigrantes ilegais depois de entrarem em Ceuta:

Não é a primeira vez que eles utilizam cal para ferir os policiais e conseguir entrar à força. Eles passaram pelo mesmo lugar onde outros 602 imigrantes fizeram o mesmo no dia 26 de julho. O aumento da violência está causando agitação na sociedade.

“Uma vez em Ceuta, os subsaarianos em massa se dirigiram para o Centro de Permanência Temporária de Imigrantes (Ceti), que ainda está em colapso e usando barracas improvisadas”, informou El Cofidencial.

Foi assim que eles celebraram sua chegada, segundo reportagem da Europa Press:

Nos escritórios do Ceti informaram a chegada de 115 pessoas, e ainda estão à espera dos restantes.

“Eles estavam em um grupo escondido no mato, fugindo das batidas feitas pela polícia marroquina. Eles tiraram proveito de ser época da festa das ovelhas, porque o número de policiais no Marrocos estava reduzido, para pular a cerca”, explicou a polícia para o Liberdade Digital.

A Guarda enviou uma saudação em solidariedade aos agentes feridos. “Um abraço com o nosso desejo de pronta recuperação para os 7 guardas civis feridos por queimaduras de ácido e cal ao tentar evitar a invasão de imigrantes através da cerca do perímetro fronteiriço de Ceuta”, escreveu em seu Twitter.

 
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