Tudo pelo poder: a verdadeira história de Jiang Zemin – Introdução

Biografia de Jiang é paralela à sua vida: é cheia de mentiras e repleta de contradições

Os dias de Jiang Zemin estão contados. É apenas uma questão de quando, e não se, o ex-chefe do Partido Comunista Chinês será preso. Jiang governou oficialmente o regime chinês por mais de uma década, e por outra década ele foi o mestre das marionetes nos bastidores que freqüentemente controlava os eventos. Durante essas décadas, Jiang causou danos incalculáveis à China. Neste momento, quando a era de Jiang está prestes a terminar, o Epoch Times aqui republica em forma de série “Tudo pelo poder: a verdadeira história de Jiang Zemin”, publicado pela primeira vez em inglês em 2011. O leitor pode vir a compreender melhor a carreira desta figura central na China de hoje.

Introdução

Se é o destino que decide o que vai acontecer com uma pessoa, então também está dentro da capacidade do andamento da história providenciar para que uma vida tenha origens vergonhosas.

Quando Jiang Zemin participou de conversas com a delegação provincial de Hubei durante a reunião do Partido Comunista Chinês no Congresso do Povo em 12 de março de 2003, ele disse: “Eu fui o diretor do Instituto Wuhan para Pesquisa de Caldeiras de 1966 a 1970. Isso foi durante o Revolução Cultural… a facção rebelde [sic] examinou cuidadosamente meu dossiê pessoal. [1] Tudo bem, pois provou que tenho um histórico limpo”.

Talvez o público de Jiang não entendesse qual era seu propósito. Por que Jiang—o secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC)—precisaria justificar a si mesmo e a sua “ficha limpa”?

A razão está na história pessoal de Jiang ser questionável. Seu pai biológico, Jiang Shijun (também conhecido como Jiang Guanqian), foi um traidor que trabalhou para os japoneses durante a ocupação da China. A universidade que Jiang Zemin frequentou, a Universidade Central de Nanjing, era de fato administrada pela ocupação japonesa. Ele inventou a mentira de que seu tio o havia adotado, embora seu tio já estivesse morto nessa época. Enquanto estava na Rússia para treinamento, a certa altura, Jiang teve um caso com uma mulher russa e tornou-se um espião da KGB. E esta é apenas uma pequena parte de um quadro muito maior, pois Jiang é uma história cheia de detalhes feios. Com que base ele poderia reivindicar uma “ficha limpa”? Quando a “facção rebelde” examinou o dossiê de Jiang, eles não podiam saber os tremendos problemas do passado de Jiang que estavam sendo ocultados.

Em 2005, com muito alarde, Jiang Zemin lançou o livro The Man Who Changed China, uma biografia publicada em inglês e chinês que ele encarregou um empresário americano, chamado Robert Kuhn, de escrever. O livro representou a tentativa pública de Jiang de encobrir a história pessoal que ele escondia há muito tempo.

O fato de Jiang “se vangloriar demais” é revelador. Na prosa lisonjeira que compõe a biografia de Jiang, nota-se que uma palavra em particular se destaca por sua frequência: patriota. A seção que descreve seu tempo em que frequentou a Universidade Central de Nanjing ocupada pelos japoneses foi, curiosamente, intitulada “I Am a Patriot”. No entanto, o patriotismo é uma questão de dever cívico e quase algo inato, uma lealdade para com a terra que o nutre. Uma pessoa com ficha limpa dificilmente precisa mostrar publicamente seu patriotismo.

O simples fato é que o pai biológico de Jiang desertou e trabalhou para a ocupação japonesa. Na última metade da vida de Jiang—mesmo conforme contado pela biografia que ele pediu que outros escrevessem—Jiang foi rápido em evitar falar sobre seu pai. A única coisa mencionada em sua biografia é que “o pai de Jiang morreu em 1973”.

Jiang afirmou falsamente que foi adotado aos 13 anos pela família de seu tio, o membro do PCC Jiang Shangqing; mas isso teria colocado a adoção de Jiang logo depois que, de todas as coisas, o tio havia falecido. Jiang Zemin se formou na faculdade aos 21 anos. Então, é motivo para perguntar: quem sustentou Jiang entre as idades de 13 e 21? A filha de Jiang Shangqing, Jiang Zehui, disse a Kuhn que sua família vivia em “privações e necessidades intermináveis”. [2] Se fosse esse o caso, quem pagou a custosa mensalidade necessária para que Jiang Zemin freqüentasse um colégio privilegiado e depois a Universidade Central de Nanjing? Quem pagou por seu estudo das artes e da música durante os anos tumultuados e dilacerados pela guerra, que testemunharam uma enorme inflação? Quem possibilitou que ele dirigisse um jipe tão logo depois de se formar na faculdade (conforme aludido por Kuhn)? Em outras palavras, quem mais além de seu pai biológico poderia tê-lo criado? Será que Jiang Shangqing, que falecera cerca de oito anos antes, poderia realmente ter assumido esse papel?

A realidade é que a vida de Jiang Zemin nada teve a ver com sua suposta família adotiva. Foi só depois que o PCC assumiu o controle da China que Jiang de repente “lembrou” de ter um mártir do PCC (seu tio) na família. Ele inventou um passado em que abandonou seu pai biológico e se tornou o filho adotivo de um homem falecido. Porém, a esta parte da história teremos que retornar mais tarde.

O que foi dito acima não significa que o caráter ou valor de uma pessoa seja o mero produto de seu histórico familiar. Em vez disso, é para sugerir que podemos começar a descobrir as mentiras de Jiang Zemin examinando seu histórico amplamente fabricado e oculto, bem como seu passado. Nos últimos anos, Jiang levou as coisas mais longe e deu a entender que seu pai—um traidor—era, em vez disso, um herói por sua parte na defesa das tropas japonesas. Nas palavras de seu primo, Zehui, “Minha família era revolucionária”, [3] “os homens de Jiang estavam em guerra” [4] e “todos saíram para se juntar à revolução, lutando contra os invasores japoneses e os nacionalistas chineses”. [5] Para o leitor na China que não conhece os detalhes da história da família de Jiang, tais declarações enganam facilmente.

O porta-voz oficial do governo do PCC da China, The People’s Daily, relatou em 11 de dezembro de 1999 que Jiang Zemin e o então líder russo Boris Yeltsin assinaram em Pequim três acordos de fronteira sino-russa. Ainda assim, incrivelmente, a reunião não encontra nenhuma menção na biografia de Kuhn, enquanto trivialidades como onde e quando Jiang cantou uma certa música e detalhes insignificantes sobre reuniões com outros líderes proeminentes estão incluídas. Por que Kuhn omitiu um encontro nacional tão importante quanto a assinatura de um acordo de fronteira com Yeltsin? Naquela reunião, Jiang deu reconhecimento diplomático a todo e qualquer tratado injusto que datava do final da Dinastia Qing—tratados com os quais nenhum antigo governo chinês havia concordado. O que Jiang assinou foi um acordo de traidor absoluto que perdeu os fundamentos legais pelos quais as gerações posteriores poderiam ter reivindicado a terra perdida. O acordo concedeu submissamente à Rússia mais de 1 milhão de quilômetros quadrados de solo fértil—uma terra 30 vezes maior que Taiwan. Vendo que uma força crescente de chineses em todo o mundo tentava responsabilizá-lo por vender o país, Jiang Zemin tentou ousadamente reescrever seu passado. Mal sabia ele o quão autodestrutiva a manobra se revelaria.

Em seu livro, Jiang se apresenta como um líder atencioso que estava profundamente preocupado com a vida e o sofrimento do povo chinês. Mas considere por um momento o que Jiang estava fazendo durante as enormes enchentes que atingiram a China em 1998. No início de setembro, quando inúmeras pessoas lutavam contra a enchente e à beira da morte, Jiang convidou atores e atrizes para uma festa no complexo da liderança de Zhongnanhai em Pequim. Kuhn descreveu como, “a ideia de Jiang Zemin de diversão”. Na festa, Jiang cantou duetos com uma cantora  de antigas canções de amor russas como, “Moscow Nights”. [6] Somos informados de que em uma explosão de emoção ele se juntou à multidão cantando “The Ocean Is My Home”. Kuhn elabora que foi “especialmente Jiang” quem foi tomado pelo momento, parecendo “desprovido de inibições artísticas”. [7] Que irônico. Enquanto o povo da China lutava desesperadamente contra as enchentes, como as do oceano, Jiang estava cantando “The Ocean Is My Home” na companhia íntima de mulheres em Zhongnanhai. Infelizmente, não é de se surpreender que Jiang, uma pessoa disposta a esconder um histórico de traição para obter cargos de alto escalão, tenha pouca preocupação com a vida de seus cidadãos.

No trabalho de Kuhn, Jiang surge como um exemplo de vida frugal e de luta contra a corrupção. Ainda assim, embora o aumento da corrupção que atingiu a China nos últimos anos seja bem conhecida, poucos percebem que a raiz do problema está em ninguém menos que Jiang Zemin e sua família. Foi assim que seus filhos, sem habilidades e qualificações, conseguiram construir para a família de Jiang um rico império. Eles são, pode-se dizer, “regiamente corruptos”. Há muito tempo, há rumores de que Jiang foi em uma noite de neve entregar um bolo de aniversário para a amante do ex-presidente da China, Li Xiannian. Li tinha convidados na época, então Jiang esperou do lado de fora por horas em uma demonstração de lealdade. A história é completamente bizarra e não pode ser comprovada. Por alguma razão estranha—talvez uma consciência culpada?—em sua biografia, Jiang tenta defender sua entrega do bolo, o que na verdade serve apenas para confirmar a estranha história. Jiang diz a seus leitores que ele estava se preocupando com sua liderança e que o bolo era “o último bolo do hotel”. [8] Ele também afirma que seu objetivo era chegar a um consenso e “construir relacionamento com as pessoas certas”. [9] Supondo que aceitemos essa versão, então é tão bom como dizer que a China está livre de corrupção ou suborno—nem todo ato desse tipo é apenas uma questão de “cuidar da liderança” ou “chegar a um consenso e construir relacionamento”? Isso equivaleria a legitimar a corrupção.

A rápida ascensão de Jiang Zemin na hierarquia de poder dependia de duas coisas. Uma era inventar a história de sua família de mártir, que deu a Jiang dois aliados políticos, Wang Daohan e Zhang Aiping; ambos promoveriam Jiang mais tarde e novamente. Notavelmente, os dois eram amigos do tio de Jiang. A segunda era sua capacidade de persuadir superiores e ganhar o favor dos anciãos do Partido. Em última análise, foram essas duas características que permitiram a Jiang roubar o trono.

Depois de chegar ao poder, Jiang Zemin buscou os holofotes e, assim, começou as travessuras como dançar e cantar durante intercâmbios diplomáticos internacionais. Que essas palhaçadas vão contra o protocolo diplomático e traem a dignidade da China parece muito distante da mente de Jiang. Foi por meio disso, o enfraquecimento da honra da China, que Jiang ganhou o apelido de “palhaço”. Durante uma reunião com o rei da Espanha, ele pegou um pente e começou a se preparar, alheio a todos os espectadores. Em uma ocasião, quando ele deveria receber uma medalha, ele mal podia esperar e arrebatou a medalha, adornando-se com ela. Uma vez, no meio de um jantar oficial, ele repentinamente convidou a primeira-dama de um país estrangeiro para dançar. Ele pulou da cadeira para cantar “O Sole Mio” e começou a tocar uma melodia de piano, fixando seus olhos lascivos nas senhoritas. Sua palhaçada o tornou motivo de chacota na imprensa ocidental. Ou apenas considere suas reuniões com o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton. Jiang visitou os Estados Unidos em 1993 e 1997, e Clinton visitou a China em 1998. Cada vez que se encontravam, Jiang tocava algum instrumento musical ou cantava. Depois de se apresentar, ele sempre pedia que Clinton tocasse saxofone, o que Clinton recusou expressivamente, apesar de ser um virtuoso. Em 1997, durante a visita de Jiang aos Estados Unidos, um jornalista levantou a questão do Tibete em uma entrevista coletiva. Jiang abruptamente lançou uma versão de “Home on the Range”, para espanto do público. O Jiang clássico é a recitação frequente do ex-líder do Discurso de Gettysburg de Abraham Lincoln. Seja conversando com estudantes, fazendo entrevistas com a imprensa ou mesmo quando faz visitas ao exterior, Jiang encontra ocasião para recitar o Discurso. Quando pedem, ele o recita obedientemente; quando não pedem, ele recita do mesmo jeito. Dificilmente a figura do soberano de uma nação pode ser feita aqui.

Ainda mais absurda é a obsessão de Jiang em falar línguas estrangeiras. Antes de uma visita à América Latina, Jiang—sem se importar com sua idade e negligenciando assuntos nacionais importantes—passou vários meses fazendo um curso intensivo de espanhol. Jiang agia como um palhaço que, colocado acidentalmente em um trono, pouco podia fazer para mudar sua natureza vistosa. Na versão chinesa de sua biografia, ele raciocina: “Se você não consegue se comunicar com outra pessoa por causa das diferenças de idioma, como você pode trocar ideias ou chegar a um acordo?” Mesmo assim, o bom senso diz que habilidades desajeitadas em línguas estrangeiras dificilmente seriam suficientes para permitir a Jiang trocas mais expressivas ou dinâmicas. Muitos chefes de Estado falam suas respectivas línguas nativas e empregam um intérprete. Isso quer dizer que eles não podem chegar a um acordo em suas trocas diplomáticas?

Talvez devido ao fato de os líderes das nações comunistas serem tipicamente conservadores, muitos líderes ocidentais consideram este “excitável” Jiang Zemin uma raça diferente do Partido e acham suas atuações mais divertidas.

Líderes com verdadeiro talento e grande visão não perdem seu tempo e energia com tais palhaçadas. A razão de Jiang Zemin ser tão alegre e “excitável” tem a ver com suas habilidades serem tão escassas quanto as do fantoche de algum show de vaudeville. Os políticos ocidentais estenderam o tapete vermelho para Jiang não tanto por seus talentos, mas pelos contratos em seu bolso e as perspectivas de explorar o vasto mercado consumidor da China. O recente progresso econômico da China foi impulsionado por mais de US$ 500 bilhões em investimento estrangeiro, combinado com uma força de trabalho notavelmente industriosa—e barata. Com investimentos tão massivos, mão de obra barata e tantos chineses talentosos envolvidos, é claro que a produção é alta. Mas isso não é crédito de Jiang. Ao contrário, a incompetência, imperiosidade, inveja e conservadorismo político de Jiang resultaram na cessação da reforma política na China, juntamente com um declínio dos valores morais e corrupção galopante. O resultado é que qualquer que seja o progresso econômico alcançado, ele foi feito à custa de enormes recursos e em detrimento da ecologia, do meio ambiente e da própria sociedade. Na verdade, a prosperidade econômica superficial da China veio às custas da sustentabilidade ambiental. Jiang prejudicou o futuro da nação, suspendeu ou até mesmo atrasou a reforma política da China e levou a novos patamares os abusos dos direitos humanos e a falta de liberdade de crença. Para colocá-lo em um contexto histórico, o reinado de Jiang acabará por ser visto como escandaloso; tão grandes são as dívidas que ele contraiu para o povo da China.

Conforme Jiang foi retratado por Kuhn, ele era um bom solucionador de problemas. Mas, como os fatos indicam, sempre que surgia uma crise—sejam inundações, o bombardeio da embaixada chinesa em Belgrado, eleições democráticas em Taiwan ou a epidemia de SARS—Jiang sempre empurrava outras pessoas para a linha de frente e covardemente ficava atrás. Quando o SARS estava se espalhando em Pequim, Jiang temeu tanto por sua vida que fugiu para Xangai em busca de refúgio. Mas na versão chinesa de sua biografia, ele afirma que “esteve o tempo todo em Xangai”, para encobrir sua fuga. Verdade seja dita, poucos dias antes de seu vôo, Jiang estava em Pequim para falar no Congresso do Povo e na Conferência Consultiva Política do Povo. Que motivo ele usa para “ficar em Xangai o tempo todo” para se isentar?

Quando ele não está construindo sua própria facção política ou viajando para cantar e se exibir, o que Jiang Zemin colocou em seu coração e considera mais urgente é perseguir o Falun Gong. Embora o mundo exterior possa saber que Jiang chegou ao ponto de distribuir panfletos que denunciavam o Falun Gong em reuniões diplomáticas, poucos estão cientes da rápida resposta de Jiang à interceptação de sinais de TV por vários praticantes do Falun Gong. Em 5 de março de 2002, os praticantes do Falun Gong interceptaram programas de TV a cabo em oito canais diferentes na cidade de Changchun e transmitiram 45 minutos de informação sobre a perseguição ao seu grupo. Ao relembrar aquela noite, o livro de Kuhn cita um amigo próximo de Jiang em Changchun. O amigo disse que 10 minutos após o fim da interceptação de TV (às 21h10), um furioso Jiang Zemin ligou e disse: “Os praticantes do Falun Gong estão transmitindo no sistema a cabo de Changchun!” “Quem é o secretário ou prefeito do Partido na sua cidade?” [10] A resposta rápida de Jiang ao incidente—que aconteceu em uma cidade longe de Pequim—e sua tentativa imediata de intimidar o secretário municipal do comitê do Partido sugerem que Jiang foi de fato o mentor da perseguição ao Falun Gong; que ele recebeu instruções diretas sobre o caso; e que foi ele quem deu as ordens. Em contraste, quando a embaixada chinesa em Belgrado foi bombardeada, Jiang Zemin ficou dias sem ser visto.

Em sua biografia, Jiang tenta falar em sua própria defesa, sendo seu principal recurso citar a si mesmo de forma a projetar qualquer imagem que deseje, por sua vez embelezando as coisas. No entanto, qual oficial chinês que foi condenado por corrupção que não alegou em muitas reuniões que ele “combate a corrupção”? Ações falam muito mais alto que palavras. E isso é verdade para uma figura persuasiva, de cantoria galante como Jiang Zemin.

A falta de respeito filial de Jiang por seu pai biológico, sua falta de lealdade às suas organizações e sua falta de honestidade com o povo o tornam “indelicado, injusto, indigno, insensato e indigno de confiança” [11] —um palhaço que trouxe desastre para a nação da China. Permitir que gente como Jiang Zemin se inflasse reescrevendo a história é um desserviço para a posteridade.

Se poderia dizer que a biografia de Jiang é paralela à sua vida: é cheia de mentiras e repleta de contradições.

Se quisermos ser uma geração que testemunhe a história, retornar o verdadeiro Jiang Zemin à história é uma responsabilidade que não devemos fugir.

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