Matéria traduzida e adaptada do inglês, publicada pela matriz americana do Epoch Times.
BUENOS AIRES — Nahuel Sotelo, secretário de Culto do Ministério das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto da Argentina, ficou “maravilhado” ao ver os 5.000 anos de civilização chinesa ganharem vida com o Shen Yun Performing Arts.
“As cores, as histórias são verdadeiramente incríveis”, disse Sotelo após assistir ao Shen Yun no Teatro Ópera, em Buenos Aires, no dia 19 de abril. “É como um retorno à beleza, a esse tipo de arte que te leva a outro plano. A arte como algo espiritual, e também como um caminho para a espiritualidade. E claro — quando você vê algo assim, é impossível não sentir algo espiritual dentro de si.”
Com sede em Nova Iorque, o Shen Yun é a principal companhia de dança clássica chinesa do mundo, com a missão de reviver a cultura tradicional chinesa que foi quase perdida — ou seja, a “China antes do comunismo”.
Sotelo considerou a missão “essencial”.
“Se você não sabe de onde veio, vai acabar se perdendo, ou não saberá para onde está indo. Acho que as tradições e as raízes das nossas culturas — e de todas as culturas do mundo — essa diversidade cultural, são essenciais para toda nação”, afirmou.








