Rio teve 62 presos em protestos desde 10 de junho

Polícia Civil liberou 37 mediante pagamento de fiança
A 5ª Delegacia Policial (Centro) no dia 17 de junho de 2013, quando ocorreu o maior número de prisões até o agora durante os protestos no Rio (Bruno Menezes/Epoch Times)
A 5ª Delegacia Policial (Centro) registrou o maior número de prisões no protesto de 17 de junho (Bruno Menezes/Epoch Times)

RIO DE JANEIRO – Um balanço divulgado na tarde desta quinta-feira (18) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro contabiliza 62 prisões em flagrante durante os protestos na região metropolitana desde o dia 10 de junho. As acusações são de furto qualificado, formação de quadrilha e porte de artefatos explosivos. De acordo com o documento, 37 dos detidos foram liberados mediante pagamento de fiança.

Na manifestação que adentrou a madruga desta quinta-feira (18) no bairro do Leblon, zona sul do Rio, nove pessoas foram presas em flagrante por formação de quadrilha, segundo a Polícia Civil. Destas, oito foram liberadas após pagarem fiança de R$700 e uma, acusada de carregar coquetel molotov, permaneceu presa.

Também foram autuadas sete pessoas identificadas através das redes sociais por uma investigação conduzida pela 5ª Delegacia Policial (Centro) durante os protestos. Cinco delas por incitação à violência e duas por apologia ao crime. Todas prestaram depoimento e foram liberadas.

Segundo o levantamento da Polícia Civil da capital fluminense, a maior quantidade de prisões ocorreu no protesto do dia 17 de junho, que terminou com a depredação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj): 13 detidos, além de dois menores apreendidos. Mais 14 prisões e duas apreensões de menores no total ocorreram no dia seguinte, durante os protestos em Niterói e em São Gonçalo, todas em flagrante, de acordo com o balanço da corporação.

No dia 21 de junho, dez pessoas foram presas e 13 menores apreendidos na manifestação da Avenida Ayrton Sena, na Barra da Tijuca.

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