Reconstituição da extração ilegal de órgãos na China denuncia crime em Taipei

Uma reconstituição em 10 de janeiro de 2015, mostrando médicos na China matando praticantes do Falun Gong por seus órgãos, levou vários transeuntes numa rua movimentada em Taipei a pararem o que estavam fazendo e perguntar o que poderiam fazer para ajudar.

A reconstituição foi realizada durante o dia numa rua em Ximending, uma popular área comercial em Taipei, famosa pelo turismo. Os turistas provenientes da China, em particular, ficaram chocados com o que viram. Muitos tiraram fotos e vários renunciaram à sua filiação ao Partido Comunista Chinês e às suas organizações afiliadas.

A sra. Yan, uma estudante sênior de Guangzhou, estava de férias em Taiwan. Ela disse que tinha visto atividades dos praticantes do Falun Gong em Hong Kong, mas esta foi a primeira vez que viu uma encenação sobre a extração forçada de órgãos. Ela ficou chocada e rapidamente renunciou ao Partido Comunista Chinês e às suas organizações afiliadas. Ela disse que, desde o ensino fundamental, só tinha ouvido falar coisas negativas sobre o Falun Gong na mídia. Ela descobriu a verdade sobre o Falun Gong e a perseguição só depois de viajar para o exterior.

Muitos moradores se aproximaram dos praticantes que organizaram a reconstituição para assinar uma petição pedindo o fim das atrocidades cometidas pelo Partido Comunista Chinês (PCC).

Um professor da Universidade Nacional Aberta, junto com sua mãe, esposa e três filhos, viu a encenação e, então, pediu para assinar a petição.

O professor disse que sabia sobre a perseguição ao Falun Gong e disse acreditar que os esforços dos praticantes para expor a perseguição fosse necessário e significativo. Sua filha, que está na quinta série, perguntou se ela também poderia assinar, porque “o pai sempre diz que devemos fazer a coisa certa”.

Muitos pedestres, condutores de moto e carro e passageiros de ônibus viraram a cabeça para olhar mais de perto os expositores de vídeo e a reconstituição da extração forçada de órgãos.

Fazer a coisa certa

Um casal com seus dois filhos ficaram chocados pela reconstituição da extração forçada de órgãos. “Isto é real?”, perguntou o marido a um praticante. O praticante descreveu a extensão da perseguição na China e o homem e a sua esposa assinaram a petição imediatamente. Ele disse que sabia sobre a perseguição, mas não tinha percebido a extensão da sua brutalidade.

Uma veterinária de outra cidade estava dirigindo ao redor da reconstituição e decidiu estacionar o seu carro para poder assinar a petição. Ela disse que sabia sobre a extração de órgãos por um longo tempo e queria mostrar seu apoio.

Uma mulher de Singapura assinou a petição dizendo: “É inaceitável tirar órgãos dos outros e vendê-los.” Ela tirou fotos da reconstituição e disse que planejava publicá-las nas suas páginas de mídia social para ajudar a aumentar a conscientização sobre a perseguição na China.

Um menino da primeira série viu a encenação a caminho de uma papelaria. Ele assinou a petição e perguntou se havia um site para saber mais sobre a perseguição. Duas meninas da sexta série assinaram a petição e depois voltaram mais tarde com outra colega de classe, de modo que ela também pudesse conhecer a perseguição na China e assinar a petição.

Vários turistas da China vieram para incentivar os praticantes. Um turista disse: “Por favor, continuem seu bom trabalho. Eu apoio o Falun Gong.”

Um jovem da China estava em Taiwan há três dias. Quando ele viu a encenação, prontamente renunciou aos Jovens Pioneiros e à Liga da Juventude, duas organizações do PCC.

 
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