Professora feminista de estudos de gênero afirma: “o tempo é racista!” (Vídeo)

Segundo Brittney Cooper, em entrevista recente, os negros se atrasam porque o tempo é racista

Por André Assi Barreto, Senso Incomum

Brittney Cooper é professora de estudos de gênero na Universidade Rutgers; ela afirma em uma entrevista para a WSIU-FM, filiada da NPR, que “se o tempo tivesse uma raça, seria branca. As pessoas brancas são donas do tempo”. Veja o trecho a seguir:

“Normalmente, tratamos do tema ‘raça’ em termos de questões atreladas a brancos e negros. Nas comunidades afro-americanas de onde venho, temos uma piada antiga e multigeracional sobre o que chamamos de ‘tempo da pessoa de cor’. Hoje em dia, não nos referimos mais a pessoas negras como pessoas de cor. Mas essa antiga piada a respeito do nosso atraso eterno nas idas à igreja, a churrascos, eventos de família e até mesmo a funerais continua a existir. Eu, pessoalmente, sou uma pessoa rigorosa com o tempo. É quase como se minha mãe, enquanto eu crescia, dissesse para não ser como aquelas outras pessoas negras. Então nós, normalmente, chegamos a qualquer evento com trinta minutos de antecedência. Mas hoje quero falar a respeito da natureza política do tempo, pois se ele tivesse uma raça, seria a branca. As pessoas brancas são donas do tempo”.

Essa, ao que tudo indica, é a “especialidade” da professora Brittney Cooper, ela já foi convidada até para uma TED Talks para falar do seu tema favorito:

André Assi Barreto é professor de Filosofia e História das redes pública e privada de São Paulo. Aluno do professor Olavo de Carvalho. Mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Também trabalha com revisão, tradução e palestras. Autor de “Saul Alinsky e a Anatomia do Mal” (ed. Armada, 2019)

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