Presidente Obama aceita carta de praticantes do Falun Gong

Karen Gao, da Associação do Falun Dafa de Washington DC, entrega uma carta ao presidente Barack Obama num evento de campanha pública na Universidade George Mason em Fairfax, Virgínia, em 5 de outubro de 2012. (The Epoch Times)

Num evento de campanha na Virgínia em 5 de outubro uma praticante do Falun Gong cumprimentou o presidente Obama e entregou-lhe uma carta documentando a colheita forçada de órgãos de praticantes vivos do Falun Gong na China. A foto da carta sendo entregue, quando vista na China, chamará a atenção das pessoas e pode mudar algumas mentes lá, enquanto a carta mesma pode ajudar o presidente a entender melhor a atrocidade em massa que ocorre na China.

Karen Gao, da Associação do Falun Dafa de Washington DC, entregou a carta ao presidente durante uma reunião pública com os eleitores na Universidade George Mason em Fairfax, pedindo sua ajuda para parar a colheita forçada de órgãos de praticantes vivos do Falun Gong realizada pelo regime comunista na China.

Olhando diretamente nos olhos de Karen Gao, o presidente Obama aceitou em mãos.

A foto do momento é a primeiro em mais de 10 anos que praticantes do Falun Gong entregam pessoalmente informações a um presidente norte-americano sobre a disciplina espiritual perseguida.

Há 13 anos, o povo chinês tem sido inundado com propaganda anti-Falun Gong e mantido no escuro pela mídia estatal sobre a atrocidade da colheita forçada de órgãos de pessoas vivas. Órgãos são involuntariamente retirados de praticantes do Falun Gong enquanto ainda estão vivos e vendidos para lucro.

A foto de Karen Gao com o presidente Obama descontrói algumas das falsas narrativas sobre o Falun Gong difundidas pela mídia do regime chinês. Sua pedida de ajuda ao entregar a carta descrevendo a “atrocidade mais cruel na face da Terra”, se transmitida ao povo chinês, cortará o véu da ignorância na China em torno da atrocidade em massa da colheita criminosa de órgãos.

Normalmente, em tal ocasião, o presidente não aceitaria casualmente qualquer material. No entanto, ele estendeu-lhe a mão esquerda, enquanto seu guarda-costas estava por perto observando tudo e com os olhos fixos na carta. E, em vez de passar a carta para sua equipe, Obama colocou-a no bolso da calça.

A carta pode ajudar a direcionar a atenção do presidente Obama ao interesse do Congresso na questão da captação de órgãos na China.

No dia anterior, 4 de outubro, 106 congressistas estadunidenses, aproximadamente um quarto dos membros da Câmara dos Representantes dos EUA, assinaram uma carta à secretária de Estado, pedindo para “liberar qualquer informação” que o Departamento de Estado tenha “relativa ao abuso de transplante na China”.

O ‘CQ Global Researcher’ relatou que investigadores sobre a colheita de órgãos na China estimam que entre 2000-2008, 62 mil praticantes do Falun Gong foram mortos por meio de colheita forçada de órgãos. O advogado de direitos humanos David Matas (coautor com David Kilgour do inovador livro “Colheita Sangrenta”) estima que a cada ano 8.000 praticantes sejam mortos por essa captação brutal de seus órgãos.

A perseguição ao Falun Gong foi iniciada pelo ex-líder chinês Jiang Zemin em 1999. De acordo com o Centro de Informação do Falun Dafa, aqueles que praticam o Falun Gong estão sujeitos a graves violações dos direitos humanos nas mãos do Partido Comunista Chinês.

O número de pessoas afetadas – em 1999 as autoridades estatais chinesas estimaram que entre 70 e 100 milhões de pessoas praticavam o Falun Gong – faz do Falun Gong o maior grupo de vítimas da consciência no mundo.

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