‘Pense duas vezes antes de vacinar seus filhos’, Dr. Robert Malone adverte pais sobre vacinas contra COVID-19

Dr. Robert Malone é um virologista e imunologista que contribuiu significativamente para a tecnologia das vacinas de RNA mensageiro

Por Mimi Nguyen Ly & Jan Jekielek 

O Dr. Robert Malone, virologista e imunologista que contribuiu significativamente para a tecnologia das vacinas de RNA mensageiro, emitiu um forte alerta para aqueles que buscam vacinar seus filhos contra a COVID-19.

“Pense duas vezes antes de vacinar seus filhos. Porque se algo de ruim acontecer, você não pode voltar e dizer, ‘opa, eu quero desfazer isso’”, declarou Malone ao programa “American Thought Leaders” da EpochTV em uma entrevista, cuja parte 1 estreou no domingo.

Ele também afirmou: “Está claro que os pais devem pensar duas vezes antes de vacinar seus filhos”, acrescentando que graves eventos adversos podem ocorrer e podem ser “tão graves que colocam seu filho no hospital”.

Malone observou que, com relação à miocardite, ou inflamação do coração, “há uma boa chance de que, se seu filho tomar a vacina, ele não sofra danos, não apresente sintomas clínicos – [mas] pode ter danos subclínicos”.

“Mas a questão é: você quer arriscar com seu filho? Porque se você jogar pela sorte e seu filho for avariado, a maioria dessas coisas, se não todas, são irreversíveis. Não há como resolver isso”, explicou. “E eu recebo esses e-mails o tempo todo: ‘Doutor, doutor, o que podemos fazer? Isso aconteceu’. E que uma vez que aconteceu… você não pode voltar atrás.

Ele apontou para informações compiladas em seu site, que inclui uma lista de estudos revisados ​​​​por pares relacionados a eventos adversos em crianças pelas vacinas contra a COVID-19, sendo o principal deles a miocardite. O site também inclui uma coleção de relatórios de eventos adversos, bem como relatórios de óbitos na comunidade pediátrica, submetidos ao Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS).

“Eles estão lá como links para o banco de dados do VAERS e, se você clicar neles, poderá ver o relatório real do VAERS que foi arquivado por um médico declarando que foi isso que aconteceu”, afirmou Malone. “E você pode tomar sua própria decisão sobre se acha ou não que isso está relacionado à vacina. Então todos esses dados estão lá”.

Uma menina de 5 anos olha para o braço após receber uma vacina da Pfizer contra a COVID-19 na cidade de Nova Iorque, no dia 8 de novembro de 2021 (Michael M. Santiago/Getty Images)
Uma menina de 5 anos olha para o braço após receber uma vacina da Pfizer contra a COVID-19 na cidade de Nova Iorque, no dia 8 de novembro de 2021 (Michael M. Santiago/Getty Images)

Uma página no site de Malone aponta para um artigo publicado na revista Toxicology Reports, na qual os autores observaram, usando dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), que os dados normalizados sobre mortes pela COVID-19 per capita são “insignificantes em crianças”, enquanto o número de mortes após a vacinação contra a COVID-19 é “pequeno, mas não negligenciável, em crianças”.

“Para as crianças, as chances de morte pela COVID-19 é insignificantes, mas as chances de danos sérios ao longo da vida devido às inoculações tóxicas não são insignificantes”, escreveram os autores no artigo, intitulado “Por que estamos vacinando crianças contra a COVID-19?”

O mais recente aviso de Malone vem após ele emitir uma declaração preparada em meados de dezembro 2021, destinada aos pais, na qual ele afirma que em relação às vacinas contra a COVID-19 baseadas em RNA mensageiro, “um gene viral será injetado nas células de seus filhos” o que “força o corpo de seu filho a produzir proteínas espículares tóxicas”.

“Essas proteínas geralmente causam danos permanentes em órgãos críticos das crianças, incluindo cérebro e sistema nervoso, coração e vasos sanguíneos, incluindo coágulos sanguíneos, sistema reprodutivo, e esta vacina pode desencadear mudanças fundamentais em seu sistema imunológico”.

Malone se opõe fortemente aos decretos de vacinação contra a COVID-19 para crianças. Ele é o diretor de ciências e diretor de regulamentação do The Unity Project, um movimento que busca resistir às exigências de vacinas contra a COVID-19 para crianças K-12.

“A posição do Unity Project é baseada na lógica do consentimento informado versus vacinação forçada – que os decretos não devem acontecer”, declarou Malone à EpochTV. “O Estado não deveria estar se impondo na família. As decisões pertencem ao nível dos pais e não ao nível do estado ou do conselho escolar. Conselhos escolares, escolas e professores não têm o direito de entender e buscar informações médicas sobre seus alunos, isso é ilegal. E, no entanto, está sendo feito o tempo todo. E os alunos estão sendo intimidados se não tomarem a vacina”.

Malone também é presidente da Aliança Internacional de Médicos e Cientistas Médicos — um grupo de 16.000 profissionais que assinaram uma declaração afirmando que crianças saudáveis ​​“não devem ser submetidas à vacinação forçada”.

“Os mandatos são ilegais com base no Código de Nuremberg, no Acordo de Helsinque, no Relatório Belmont”, relatou Malone. “Estes continuaram a ser produtos não licenciados, eles só estão disponíveis através de autorização para uso emergencial… Estes não são produtos licenciados, e estão sendo forçados a seus filhos, e eles possuem riscos. E a mídia – por meio de sua censura – e a Big Tech, estão bloqueando sua capacidade de até mesmo aprender quais são esses riscos para que você possa tomar uma decisão informada para seus filhos. Isso é um grande crime na minha mente”.

Funcionários municipais seguram cartazes e afirmam slogans enquanto marcham pela ponte do Brooklyn durante um protesto contra o mandato de vacinação para a COVID-19, em Nova Iorque, no dia 25 de outubro de 2021 (Ed Jones/AFP via Getty Images)
Funcionários municipais seguram cartazes e afirmam slogans enquanto marcham pela ponte do Brooklyn durante um protesto contra o mandato de vacinação para a COVID-19, em Nova Iorque, no dia 25 de outubro de 2021 (Ed Jones/AFP via Getty Images)

Malone afirmou que as pessoas podem participar de uma “Marcha contra os decretos de vacinação”em Washington, DC, marcada para 23 de janeiro, para se unir contra a vacinação obrigatória.

Duas vacinas contra a COVID-19 baseadas em RNA mensageiro estão atualmente disponíveis nos Estados Unidos sob autorização de uso emergencial – uma da Pfizer-BioNTech e outra da Moderna.

A única vacina contra a COVID-19 aprovada pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA para pessoas com 16 anos ou mais é a vacina da Pfizer-BioNTech, comercializada como Comirnaty. As doses devem ser produzidas no futuro, de acordo com documentos da FDA.

Um fornecimento separado e existente de vacinas contra COVID-19 da Pfizer-BioNTech continua disponível sob uma autorização para uso emergencial (AUE)  atualizada para maiores de 16 anos. A FDA também concedeu uma AUE para a vacina da Pfizer-BioNTech para pessoas de 12 a 15 anos, em maio de 2021, e para crianças de 5 a 11 anos, em outubro de 2021.

A Califórnia, em outubro de 2021, tornou-se o primeiro estado a exigir vacinas contra a COVID-19 para crianças, seguida pela Louisiana, em dezembro de 2021. Ambos os estados afirmaram que só aplicarão o decreto se a FDA autorizar totalmente as vacinas para crianças.

A vacina da Pfizer continua sendo a única vacina contra a COVID-19 disponível para menores de 18 anos nos Estados Unidos. Em outubro de 2021, a FDA atrasou a decisão de conceder à Moderna um AUE para sua vacina contra a COVID-19 para pessoas de 12 a 17 anos, declarando precisar de mais tempo para revisar ainda mais o risco de miocardite da vacina nessa faixa etária.

O Epoch Times entrou em contato com a Pfizer-BioNTech e a FDA para comentários.

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