Partido Verde desenvolve estratégia para desarmar população brasileira

Quando o assunto ‘desarmamento’ começa a ser discutido, sempre aparece a figura da “viúva do referendo”, que até hoje não se conforma por ter perdido a consulta popular de 2005, referente à proibição da venda de armas no Brasil. Então, de vez em quando, alguns políticos surgem com a ideia de fazer outra consulta popular referente a isso. Agora é a vez do Partido Verde (PV).

PV QUER DESARMAMENTO URGENTE

“O Partido Verde vai desenvolver uma estratégia conjunta e uma ação coordenada em favor do desarmamento: mais de 50 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil, o que coloca o país na oitava pior marca entre 100 nações com estatísticas confiáveis, superando até países em guerra. A violência atinge principalmente a juventude e é a maior causa de mortes entre os jovens na faíxa dos 15 aos 24 anos. A grande maioria destas mortes é causada pelo uso de armas de fogo. Leia mais em: www.pv.org.br

O PV, primeiramente, deveria aprender a diferença entre referendo e plebiscito, visto que o que ocorreu em 2005 foi um referendo.

A demagogia é o método do partido: falam que o Brasil é um país extremamente violento e que deve-se desarmar (mais) o povo brasileiro para que o país se torne mais “pacífico”. Impressionante, até parece que não tentaram desarmar a população com o Estatuto do DESARMAMENTO em 2003. Aquele não funcionou, mas o do PV será perfeito.

A ação anti-capitalista contra as empresas e as fontes energéticas baratas, mas com ajuda das ONGs e grandes fundações internacionais, coroa a ação do partido. No vídeo O Financiamento da Esquerda, o ativista conservador David Horowitz comenta sobre a diferença de financiamento entre as ONGs ambientalistas de esquerda e as de direita. Se nos EUA existe essa diferença, imagina no Brasil.

Nos outros assuntos os partidos verdes tendem a ser globalistas, a favor de uma governança global e contra as soberanias nacionais. Não acredita? Leia a seção Internacionalismo, no site do Partido Verde.

“Este atual ciclo de globalização impulsionado pela expansão dos meios de comunicação e transportes, se bem administrado por uma governança global, pode trazer benefícios para todo planeta. Não é isto que tem acontecido na verdade, pois o poder dos mais fortes tem se sobreposto a uma possível vontade das maiorias que poderiam se expressar por uma democracia ampliada mundialmente. Os mais fortes têm se aproveitado da falta de regras mundiais que exerçam uma ação moderadora sobre seus apetites selvagens.

O que precisamos para superar a brutal e insustentável desigualdade entre Estados Unidos da América e Etiópia, ou entre Japão e Honduras, é uma evolução amadurecida passo a passo por políticas públicas internacionais em direção a uma Federação Democrática de Nações. Isto vai permitir a preservação da riqueza da nossa diversidade cultural e vai permitir uma convergência dos padrões de qualidade de vida que superem a extrema riqueza e a extrema pobreza hoje existente.

(…)

Devemos ser um sujeito consciente e ativo neste processo, e não ser arrastado por ele. Na construção de uma governança global o Brasil, por sua historia, pelas suas riquezas ambientais e pelo temperamento de seu povo mestiço e cosmopolita, pode ter atuação destacada. São dois os nossos principais campos de atuação: cultura de paz e desenvolvimento sustentável. Lembrando que estas forças caminham sempre juntas com a defesa dos direitos humanos e do desenvolvimento da democracia. Estas são as linhas fortes do nosso trabalho na política internacional.”

O desarmamento é uma estratégia mundial, financiada por ONGs e fundações, como bem mostrado no post “Quem financia a esquerda?“, e o PV nada mais é do que um partido que possui a mesma agenda desarmamentista. Portanto tentará – junto com outros partidos que também defendem a mesma agenda – de tudo para implementar essa ideia no Brasil, mesmo passar por cima dos direitos básicos e da opinião popular referendada em 2005.

Verdes por fora e vermelhos por dentro.

Reacionária

 
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