ARTIGO - Publicado em - Atualizado em 13/12/2013 às 13:26

Pai do transtorno de déficit de atenção se declara um mentiroso

Pai do transtorno de déficit de atenção se declara um mentiroso (Imagem da internet)

Pai do transtorno de déficit de atenção se declara um mentiroso (Imagem da internet)

“O TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia.” Essas foram as palavras de Leon Eisenberg, o “pai científico do TDAH [Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade]”, em sua última entrevista antes de falecer.

Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prêmio Ruane por Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social, segundo o jornal Psychiatric News.

Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que elas sejam.

Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.

A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. 100% dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas.”

E eles estão colhendo enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o diretor-assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor-associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.

Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!

Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?

Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:

* Confusão
* Despersonalização
* Hostilidade
* Alucinações
* Reações maníacas
* Pensamentos suicidas
* Perda de consciência
* Delírios
* Sensação de embriaguez
* Abuso de álcool
* Pensamentos homicidas

Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?

O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.

O “déficit de atenção” está na responsabilidade dos pais, não na criança. A Bíblia nos diz que o cabe aos pais ensinar “a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idosa não se desviará dele!” (Provérbios 22:6 KJA), e não o contrário.

Esta matéria foi originalmente publicada pelo site WND

Tradução: Luis Gustavo Gentil

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  • Justiça ao Falecido

    Cara, tu é um doido desinformado!

    E essa tal de WND TV? eles só querem notícia! é imprensa marrom! e falar de alguém que já está morto…é bem conveniente! fica bem difícil de provar O QUE REALMENTE ELE FALOU NÃO É?

    1º Ele não descobriu a doença, apesar de ser colega de profissão de JOHN RATEY ( verdadeiro descobridor do TDAH), na Harvard Medical School.

    2º Esta entrevista é uma calúnia! se eu fosse parente do morto indefeso, exigiria retratação pública, falaram completamente o oposto dele. Ele era contra a prescrição de pílulas sem investigação.

    3º Ele morreu em Setembro de 2009, pq isso só agora? Essa resposta eu tenho! e é boa: veja só: eu mesma nem sabia da existência desta TV e agora sei! eles conseguiram o objetivo deles! Furo de reportagem! Essa Tv deveria reportar sobre seu dever social, por

    exemplo:”A RITALINA SÓ FUNCIONA EM 15% DOS CASOS, QUEREMOS AVANÇO NAS PESQUISAS”!

    Já que vc não é capaz de se informar, essa é pra vc:

    O que o Seminário “disse” que o Dr.Leon Eisenberg disse:

    Em fevereiro de 2012, o semanário alemão Der Spiegel”informou”em sua reportagem de capa que Eisenberg falou de (TDAH) em sua entrevista final, sete meses antes de sua morte, que o TDAH era um exemplo de uma “doença fabricada”. (1ª parte da notícia)

    VAMOS LER TODO O CONTEÚDO DA ENTREVISTA, NÃO UMA FRASE SOLTA!

    AGORA VEM A PARTE FINAL:

    Eisenberg observou que, em vez de prescrever uma “pílula”, os psiquiatras devem determinar se existem razões psicossociais que podem levar a problemas de comportamento.

    No final da entrevista, A Própria WND TV ADMITE,que ele apenas citou um exemplo de doença que pode ser fabricada facilmente, porque o seu principal diagnóstico, se dá pelo comportamento.

    Vai procurar um médico, rapaz, eu sou TDAH, e você não parece ser um. Teu diagnóstico é idiotia mesmo! É isso que dá, mexer com um TDAH, ele reage! vai se informar primeiro seu inconsequente! sabe como isso pode abalar a comunidade científica e seus pacientes! vai se tratar!

  • João

    Achei a reportagem muito tendenciosa e unilateral. Fui uma criança que, desde os primeiros anos de vida, apresentei sérios problemas em encontrar qualquer tipo de inspiração para me manter focado nas coisas. O fato é que sempre fui muito agitado, às vezes fazia movimentos bruscos repetitivos para tentar dissipar parte da minha energia, e a partir do momento que comecei a me encontrar com psicólogos e psiquiatras minha vida mudou completamente (eu estava na oitava série e tinha acabado de ser expulso da escola, mesmo tirando notas excelentes em todas as disciplinas).

    A moral da história é que, independente de encararmos essa dificuldade como uma doença ou não, foi ótimo pra minha infância o fato de que meus pais sempre tiveram atentos a esse meu déficit e me ajudaram a superá-lo com ajuda profissional.

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