Publicado em - Atualizado em 03/07/2016 às 12:53

Pacientes com câncer terminal se recuperam após praticar qigong, aponta estudo

O estudo analisou casos auto-relatados de pacientes com câncer da China entre 2000 e 2015

Praticantes do Falun Gong durante meditação (Fofg / Reprodução)

Praticantes do Falun Gong durante meditação (Fofg / Reprodução)

“A prática do Falun Gong ajudou pacientes com câncer terminal a sobreviver muito mais tempo, além de trazer uma melhoria notável sobre os sintomas”, concluiu um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Oncology, da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (American Society of Clinical Oncology – ASCO).

De acordo com um dos autores, o Dr. Yuhong Dong, da Novartis — multinacional suíça do segmento da saúde —, o estudo analisou casos auto-relatados de pacientes com câncer na China entre 2000 e 2015 através de uma plataforma na internet.

Os pesquisadores recolheram 152 casos elegíveis, que incluíam apenas casos de câncer terminal com sobrevida prevista inferior a 12 meses e informações médicas suficientes e verificáveis.

Os casos de câncer primários incluíram: pulmão, fígado, estômago, leucemia, esófago, ginecológico, pâncreas ducto biliar e colorretal. A idade média do surgimento do câncer foi de 53 anos.

O denominador comum da pesquisa foi que todos os pacientes iniciaram a prática do Falun Gong após serem diagnosticados com câncer, ou dos tratamentos convencionais terem falhado. O tempo médio de prática do Falun Gong até a data do relatório foi de aproximadamente 53 meses. O estudo focou na sobrevivência real dos pacientes, na regeneração dos sintomas e melhorias na qualidade de vida.

Dos 152 pacientes analisados, 149 sobreviveram. 97% dos pacientes relataram a recuperação completa dos sintomas. O tempo médio de recuperação, após o início da prática do Falun Gong, foi de 3,6 meses.

Considerando outros fatores terapêuticos, a análise estatística mostrou que a duração da prática do Falun Gong foi o fator dominante para a manutenção da vida dos pacientes.

O artigo intitulado An observational cohort study on terminal cancer survivors practicing Falun Gong (FLG) in China, foi publicado em conjunto com a reunião anual da ASCO em junho, a maior convenção internacional de câncer clínico e pesquisa oncológica.

O estudo também incluiu contribuições de outros cinco pesquisadores da National Taiwan University, University of North Carolina-Chapel Hill, Imperial College London, Mind-Body Science Institute e a National Ilan University em Taiwan.

Originalmente publicada em: ASCO Ir para a home do Epoch TimesVer original
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  • Nilson Coelho

    Minhas dúvidas profundas a respeito desta reportagem sobre a cura de casos de câncer na China entre 2000 e 2015 colocam em xeque a credibilidade das matérias, pelo menos por mim, pelo fato da cura ter sido pesquisada e alcançada com uma técnica que foi banida da China e não é aceita pelo governo e pela associação que rege e direciona o Qigong no território chinês. Gostaria de esclarecimentos sobre esta matéria.

    • Lino Guedes Pires

      Prezado Nilson, a melhor forma de saber a verdade é
      testar por si mesmo. Você pode praticar o Qi Gong que é uma forma de produzir o Qi por si mesmo e pode também fazer testes com a Caixa de Orgônio, que é um dispositivo que concentra o Qi proveniente do sol. Faça meia hora por dia, entre 9 e 15h. Mais do que isso traz efeitos colaterais indesejáveis.

    • Ricardo Martins Freire

      Nilson, Aqui está o resumo da pesquisa no site oficial da ASCO, uma instituição respeitável. http://meetinglibrary.asco.org/content/161830-176 O que você diz tem seu sentido, é uma boa questão, mas queria lembrar de que a China é “um país, dois sistemas”. Embora não esteja explicito na s informações da pesquisa, é bem provável que os hospitais que forneceram os dados sejam sediados em Hong Kong, onde há outro sistema de liberdades que inexiste na China continental. Em Hong Kong há desfiles públicos de praticantes de Falun Gong, conferências, etc. Obrigado! 🙂

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