Paciente morrendo pela COVID-19 se recupera após ordem judicial para Hospital administrar Ivermectina

Medicamento 'definitivamente' salvou a vida do paciente, afirmou advogada

Por Matthew Vadum

Um paciente idoso infectado com a COVID-19 recuperou-se logo após ordem judicial permitir que ele fosse tratado com Ivermectina, apesar das objeções do hospital em que estava internado, segundo advogado da família.

Após um hospital de Illinois insistir em administrar o remédio de alto custo, Remdesivir, ao paciente e o tratamento falhar, sua vida foi salva quando um tribunal ordenou que um médico externo pudesse administrar Ivermectina, um medicamento de baixo custo, para tratá-lo, apesar das extenuantes objeções do hospital.

Os comprimidos de Ivermectina foram aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos para tratar humanos com estrongiloidíase intestinal e oncocercose, duas doenças causadas por vermes parasitas. Algumas formas tópicas de Ivermectina foram aprovadas para tratar parasitas externos, como piolhos e doenças da pele, como rosácea. O medicamento também é aprovado para uso em animais.

O Remdesivir recebeu autorização de uso emergencial pela FDA para o tratamento de certas categorias de pacientes humanos que foram hospitalizados com a COVID-19. Mas o uso de Ivermectina para tratar humanos que sofrem da COVID-19 tornou-se controverso porque a FDA não aprovou seu uso, chamado off-label, para tratar a doença, que é causada pelo vírus do PCC, também conhecido como SARS-CoV- 2.

Os críticos há muito tempo acusam a FDA de atrasar-se e ser perigosamente cautelosa e indiferente ao sofrimento humano em sua abordagem para regulamentar os produtos farmacêuticos, uma crítica que levou o então presidente Donald Trump a assinar a Lei do Direito de Julgar, em maio de 2018. A lei, de acordo com a FDA, “é outra maneira para os pacientes que foram diagnosticados com doenças ou condições potencialmente fatais que tentaram todas as opções de tratamento aprovadas e que são incapazes de participar de um ensaio clínico para acessar certos tratamentos não aprovados”.

Os médicos são livres para prescrever Ivermectina para tratar a COVID-19, embora a FDA alegue que seu uso off-label pode ser prejudicial em algumas circunstâncias. Os ensaios clínicos humanos da droga para uso contra a COVID-19 estão em andamento, de acordo com a agência.

A droga “definitivamente” salvou a vida do paciente idoso “porque sua condição mudou logo após ele tomar Ivermectina”, declarou a advogada da família, Kirstin M. Erickson, do Mauck and Baker, com sede em Chicago, ao Epoch Times.

Sun Ng, de 71 anos, que estava visitando os Estados Unidos vindo de Hong Kong para comemorar o primeiro aniversário de sua neta, foi infectado com a COVID-19 e em poucos dias estava perto da morte. Ele foi hospitalizado em 14 de outubro no Hospital Edward, em Naperville, Illinois, parte do sistema de saúde Edward-Elmhurst. Seu estado piorou dramaticamente e ele foi entubado e colocado em um respirador após alguns dias.

A única filha de Ng, Man Kwan Ng, que possui doutorado em engenharia mecânica, fez sua própria pesquisa e decidiu que seu pai deveria tomar Ivermectina, o remédio que alguns médicos acreditam ser eficaz contra a COVID-19, apesar da orientação contrária da FDA.

Mas, contra a vontade da filha, o hospital recusou-se a administrar Ivermectina e negou seu acesso a um médico disposto a administrá-la.

A filha foi ao tribunal em nome de seu pai e, em 1º de novembro, o juiz Paul M. Fullerton do Circuit Court of DuPage County, concedeu uma ordem de restrição temporária exigindo que o hospital permitisse a administração de Ivermectina ao paciente. O hospital se recusou a cumprir a ordem judicial.

Em uma audiência subsequente, em 5 de novembro, Fullerton afirmou que um médico que testemunhou descreveu Sun Ng como “basicamente em seu leito de morte”, com apenas 10 a 15 por cento de chance de sobrevivência. Ivermectina pode ter efeitos colaterais menores, como tonturas, coceira na pele e diarreia na dosagem sugerida para Ng, mas os “riscos desses efeitos colaterais são tão mínimos que a situação atual do Sr. Ng supera esse risco cem vezes”, declarou Fullerton.

O juiz emitiu uma liminar naquele dia instruindo o hospital a “permitir imediatamente … privilégios de emergência temporária” ao médico de Ng, Dr. Alan Bain, “apenas para administrar Ivermectina a este paciente”.

O hospital resistiu à ordem em 6 e 7 de novembro, negando a Bain o acesso ao seu paciente. O hospital alegou que não poderia permitir a entrada de Bain porque ele não foi vacinado contra a COVID-19 e que seu diretor médico não estava disponível para o “funcionário” Bain administrar Ivermectina.

Os advogados da filha entraram com um relatório de emergência no tribunal em 8 de novembro e Fullerton ouviu os dois lados. O juiz advertiu o hospital e reafirmou que deve permitir que Bain fique internado por um período de 15 dias para fazer seu trabalho. Quando o hospital entrou com uma proposta para suspender a ordem, Fullerton negou, novamente ordenando que a instituição a cumprisse.

A Ivermectina parece ter funcionado e Sun Ng recuperou-se da COVID-19. Ele recebeu alta do hospital em 27 de novembro.

“A recuperação de meu pai é incrível”, afirmou sua filha, Man Kwan Ng, em um comunicado.

“Meu pai é um homem resistente. Ele estava trabalhando muito para sobreviver e, claro, junto a Deus. Ele largou a oxigenação cerca de três dias após sair da UTI. Ele iniciou a alimentação oral antes da alta hospitalar. Ele voltou para casa sem levar uma garrafa de oxigênio e um tubo de alimentação instalado em seu estômago. Ele agora pode ficar com um andador ao lado da cama e praticar passos. Após ficar sedado por um mês em ventilação na UTI, seu desempenho está além de nossas expectativas. Louvai o Senhor.”

A advogada Erickson relatou que o resultado “feliz” aqui, fornece “esperança para a nação”.

“Recebemos ligações de todos os lugares”, afirmou ela ao Epoch Times. “As pessoas que querem processar hospitais após a morte de alguém, queriam o remédio e não conseguiam. Obviamente, esse é um caso diferente e difícil porque um caso de negligência médica é muito difícil”.

As pessoas só querem fazer o que é melhor para seus familiares e “encontrar a Ivermectina por conta própria” e tê-la em mãos “e usá-la quando alguém começar a desenvolver os sintomas”, afirmou Erickson.

Ela relata que sua equipe jurídica e o cliente estavam “muito gratos” pela recuperação de Ng e “saudamos” o juiz Fullerton, o Dr. Bain e outros, bem como o hospital por cumprir a ordem judicial, no final.

Para obter mais informações sobre a Ivermectina e como obtê-la, Erickson afirma que as pessoas deveriam visitar o site da Front Line COVID-19 Critical Care Alliance em Covid19CriticalCare.com.

Keith Hartenberger, diretor do sistema de relações públicas da Edward-Elmhurst Health, não quis comentar.

“Não podemos comentar devido às diretrizes de privacidade ao paciente”, declarou ele ao Epoch Times, por e-mail.

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