Otimista ou pessimista: quão cheio é seu copo?

Em todo o mundo, as algumas pessoas pensam baseando-se nas dificuldades ou na facilidade de vida, enquanto outras pensam em viver a vida ao máximo, independentemente. Isto é o que os repórteres do Epoch Times descobriram quando perguntaram aos habitantes locais de lugares como Brasil a Israel:

Quão cheio é seu copo?

Solon Fonseca da Anunciação (Epoch Times)
Solon Fonseca da Anunciação (Epoch Times)

Salvador, Bahia, Brasil

Solon Fonseca da Anunciação, 36, advogado

Meu copo é cheio até a boca, sei que tudo que ocorre em nossas vidas é para o nosso próprio bem. Após a reeducação demorada virá a plenitude para todos. Com trabalho e vontade tudo dará certo.

Josef Oks (Epoch Times)
Josef Oks (Epoch Times)

Tel Aviv, Israel

Josef Oks, 64 anos, enfermeiro

Meu copo está cheio. Eu sou um otimista nato, embora, a julgar pelo o que eu passei, eu teria que sentar num canto e chorar. Mas eu não sou assim!

Jekah Carillo (Epoch Times)
Jekah Carillo (Epoch Times)

Dubai, Emirados Árabes Unidos

Jekah Carillo, 24, estudante de mídia

O meu copo está meio cheio – sou otimista. Como uma jovem adulta, eu sinto que eu ainda não tenho conhecimento sobre o mundo. Uma forma de aprendizado é por curiosidade. Estou satisfeita com as informações que eu tenho agora, mas estou disposta a saber mais. Nós nunca paramos de aprender, mesmo quando estamos mais velhos. Ninguém neste mundo sabe de tudo.

Al Mervin (Epoch Times)
Al Mervin (Epoch Times)

Manhattan, Nova York, Estados Unidos

Al Mervin, 62, engenheiro

Ultimamente, meu copo está meio vazio. Bem, é a situação do emprego nos Estados Unidos: uma vez que você já passou dos 55 anos, há pouca chance de nunca ser contratado para outro trabalho. Então, eu sou o tipo de sub-empregado, porque isso é tudo que você tem quando você vive em Nova York. Você precisa de dinheiro para tudo.

Silvio Juan Maresca (Epoch Times)
Silvio Juan Maresca (Epoch Times)

Buenos Aires, Argentina

Silvio Juan Maresca, 68, filósofo

Minha visão de mundo atual é bastante pessimista. Eu não vejo fatores claros e evidentes que nos dão alguma esperança. Eu vejo uma má evolução, algo a ver com o pensamento do filósofo Nietzsche, a respeito com a morte do Ser Supremo. Ou seja, a desvalorização dos valores da civilização que outrora preservados na civilização ocidental desde 1.500 anos. A perda de valores – já que a desvalorização não é apenas econômica – é provavelmente uma consequência de um crime espantoso que o século 20 nos mostrou e também dos meios tecnológicos que em outros tempos não existiam. As palavras: justiça, o bem e a verdade estão lá, mas ninguém governa sua conduta por esses termos.

Pepita Sanchez (Epoch Times)
Pepita Sanchez (Epoch Times)

Barcelona, Espanha

Pepita Sanchez, 64, desempregada

Em relação às condições de vida aqui na Espanha, eu me encontro com o copo meio vazio, porque as más ações que alguns governadores de meu país cometeram, com um coração doente, fizeram o futuro das pessoas mais complicados.

Samir Cuya (Epoch Times)
Samir Cuya (Epoch Times)

Lima, Peru

Samir Cuya, 21, estudante universitário

Meu copo está meio cheio ou muito otimista, como eu estou estudando inglês, e estou começando meu programa universitário no segundo ciclo em Engenharia Industrial. Estou dando um passo adiante na vida, e na minha situação familiar, pois está tudo bem com meus pais.

Procure a Pergunta Global semanalmente. Correspondentes do Epoch Times entrevistam pessoas em todo o mundo para aprender sobre suas vidas e perspectivas sobre a realidade local e global. A pergunta da próxima semana é “Você acha que os carros devem ser proibidos nos centros urbanos?”

 
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