Operação Pripyat prende responsáveis por roubos na Eletrobras

Saiu às ruas nesta quarta-feira (6) outra operação iniciada através de investigações da Lava Jato, cumprindo mandados de prisão, busca e apreensão, e também condução coercitiva com relação à Eletronuclear. A Justiça Federal do Rio coordenou a operação de hoje. O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, deu a aprovação. Por ordem do STF, no dia 29 de outubro de 2015 esta investigação saiu das mãos da força tarefa de Curitiba.

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No Rio de Janeiro e em Porto Alegre foram executados pelos agentes da Polícia Federal 10 mandados de prisão, três de prisão temporária, nove de condução coercitiva e 26de busca e apreensão. Ex-diretor-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, que atualmente cumpre prisão domiciliar, é a bola da vez das investigações. Othon deverá ser encaminhado para a sede da PF na Zona Portuária do Rio e, logo após, para o Complexo Penitenciário de Bangu. As acusações remetidas pelo MPF em junho deste ano contra ele foram as de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e obstrução da Justiça.

Foram decretadas prisões temporárias de seis executivos da Eletronuclear, entre os quais o diretor técnico Luiz Soares e os superintendentes Luiz Manuel Amaral Messias e José Eduardo Costa Mattos.

 
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