O Partido Comunista Chinês inventou métodos de tortura cruéis e perturbadores durante a Segunda Guerra Mundial

De Jaegher também presenciou vítimas arremessadas em gigantes caldeirões de água fervendo na província de Shanxi

Por Jack Phillips

Desde a sua concepção, o Partido Comunista Chinês (PCC) inventou métodos de tortura cruéis e desumanos, particularmente durante a Segunda Guerra Mundial.

Durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, que durou de 1937 a 1945 e após seu início veio a integrar a Segunda Guerra Mundial, as forças do PCC levaram adiante sangrentos massacres, de acordo com um padre católico que viveu no país na época.

Em sua obra de 1950, “Enemy Within”, o padre Raymond J. De Jaegher detalhou as ignóbeis origens do PCC em diversos relatos. Em uma das histórias, ele relembra oficiais do partido ordenando que todos em um vilarejo se reunissem em uma praça, antes que professores guiassem as crianças da escola até a lá. Canções patrióticas eram cantadas pelas crianças ao comando de um instrutor.

Então, após anunciar acusações inventadas contra 13 jovens indiciados, o carrasco – um soldado comunista – desembainhava uma faca.

“O soldado se posicionou atrás da primeira vítima, levantou rapidamente a grande e afiada faca e desferiu o golpe e a primeira cabeça caiu no chão”, de acordo com De Jaegher, como citado no livro “Nove Comentários Sobre o Partido Comunista Chinês”.

Conforme ocorria, o canto das crianças se desfazia em gritos caóticos e choro. “A professora continuou a marcar o ritmo, tentando não parar as canções; o toque do sino dela podia ser ouvido no meio do caos”, ele detalha em seu relato.

Mais 12 execuções seguiram em frente às crianças.

Mas a situação fica pior: soldados comunistas abriram com cortes o peito das vítimas e puxaram fora seus corações em uma espécie de ritual macabro. Novamente em frente às crianças, de acordo com o registro de De Jaegher.

“Depois disso, o padre De Jaegher frequentemente via crianças sendo forçadas a assistirem execuções. As crianças se acostumaram às cenas sangrentas e tornaram-se indiferentes às matanças; algumas até começaram a apreciar o espetáculo”, de acordo com os “Nove Comentários”.

Durante a guerra, ele presenciou matanças e formas cruéis de tortura nas mãos dos soldados comunistas, incluindo forçar a vítima a ingerir grandes quantidades de sal sem permitir que bebesse água, despir pessoas e força-las a rolar em vidro quebrado e abrir buracos em rios congelados antes de jogar a vítima dentro.

De Jaegher também presenciou vítimas arremessadas em gigantes caldeirões de água fervendo na província de Shanxi.

E em Pingshan, Shenzen, o padre viu um pai ser esfolado, sua pele ser arrancada por membros do PCC, forçando seu filho a assistir e a participar na tortura.

“Os membros do PCC jogavam vinagre e ácido no corpo do pai e assim toda sua pele era rapidamente arrancada. Eles começavam pelas costas, depois subiam para os ombros e logo a pele de todo seu corpo era arrancada, ficando somente com a pele da cabeça intacta. Seu pai morreu em minutos”, como citado nos “Nove Comentários”.

Estima-se que o comunismo tenha provocado a morte de pelo menos 100 milhões de pessoas, ainda assim, seus crimes não foram compilados em sua totalidade e sua ideologia ainda persiste. O Epoch Times busca expor a história e os dogmas deste movimento, o qual tem sido uma fonte de tirania e destruição desde a concepção.

Veja a série de artigos completa aqui.

Pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não necessariamente refletem as perspectivas do The Epoch Times.

 
Matérias Relacionadas