O Grande Reinício de 2021 e o globalismo

Lideres mundiais se reúnem para reiniciar capitalismo e impor políticas aos países

Por Fernando Lopes

O Fórum Econômico Mundial (FEM), uma reunião anual que ocorre em Davos, na Suiça, com líderes mundiais de vários setores como o econômico, social, climático, jornalístico e empresarial promete um grande evento de mudança global para o início de 2021.

O Great Reset (Grande Reinício) virá principalmente devido às grandes mudanças provocada pela epidemia do Coronavírus. Segundo o presidente do FEM, Klaus Schwab,  “O mundo deve se reunir para rapidamente renovar todos os aspectos de nossas sociedades e economias, da educação ao contrato social e as condições de trabalho” e “Todos os países, dos Estados Unidos à China, devem participar, e todos os setores, de petróleo e gás a tecnologia, devem ser transformados”.

Além de Klaus Schwab diversas figuras mundiais como o Príncipe Charles participam desta ideia. “Temos uma oportunidade de ouro para tirar algo de bom desta crise [COVID-19]. As ondas de choque sem precedentes podem tornar as pessoas mais receptivas a grandes visões de mudança”.

Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, pediu a construção de “sociedades igualitárias, inclusivas e sustentáveis, que sejam mais resilientes ao lidar com pandemias e mudanças climáticas”.

O Fórum, na sua descrição, se diz imparcial politicamente, mas as mudanças prometidas utilizam praticamente todas as políticas socialistas conhecidas como Justiça Social, igualitarismo absoluto, taxação de grande fortunas, uso de fatores climáticos e até uma revolução para causar a mudança globalista.

A liderança econômica do Fórum é nada mais que o marxista Thomas Piketty e entre as metas anunciadas está o tema “Vacinação mandatória e passaporte mundial para rastreamento genético”.

Globalização e Globalismo

A globalização é algo produtivo e visa suprir e trocar produções. Compramos TVs do Japão, celulares da Coreia, temos lanchonetes americanas e isso não é em si algo ameaçador para o país, ao contrário o mercado exporta e importa e isso fortalece as economias. No entanto, o Globalismo  interfere na soberania e na política dos países.

O Globalismo é político nada mais é que a intervenção na política com a desculpa de um estado gigante de bem estar social.

Recentemente, uma moção da líder do One Nation, Pauline Hanson, apelando ao governo australiano para boicotar a agenda do Grande Reinício do Fórum Econômico Mundial foi bloqueada no Senado em 11 de novembro.

Pauline afirmou no documento que as políticas do Grande Reinício  destruiriam a economia da Austrália, “empurrariam as políticas socialistas e neomarxistas” para os australianos, “abririam o caminho para um grande governo controlador, a supressão da liberdade de expressão e a redução dos direitos de propriedade”.

O Fórum Econômico Mundial com viés socialista

Temos visto nos últimos anos a clara divisão entre a esquerda e a direita no mundo. Cada vez fica mais evidente a esquerda com seus princípios marxistas e comunistas e sua influência pelo Partido Comunista Chinês. A eleição dos EUA está dividida entre a esquerda globalista e a direita patriota. 

Após a votação,  a grande mídia anunciou a vitória ao Candidato democrata Joe Biden mesmo sabendo da possibilidade de fraude. Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova Iorque e advogado de Donald Trump no processo de judicialização pós eleições, disse recentemente à rádio WABC 770 AM que a empresa responsável pela contagem dos votos é de propriedade da Venezuela e que os votos são enviados para serem contados fora dos EUA, havendo uma conexão com o PCC.  

Órgãos de influência mundial revelam seu viés socialista afirmando agir em nome da ciência. A epidemia do coronavírus foi politizada sob a liderança da Organização Mundial da Saúde (OMS) que influenciou diversas naçōes a copiarem as soluções de sistemas totalitários como a China.

O Great Reset ou a Grande Inicialização, portanto, aparenta ser mais uma forma de influência ainda mais ameaçadora e nefasta para a liberdade dos países.  

As opiniões expressas neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente as opiniões do Epoch Times.

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