‘No ano que vem vamos ter que vacinar todo mundo de novo’, diz diretor do Sírio-Libanês

Por Brehnno Galgane, Terça Livre

O médico Fernando Ganem, atual diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, declarou nessa terça-feira (15) que no próximo ano será necessário “vacinar todo mundo de novo”. A afirmação, divulgada em uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, foi feita com base nos conhecimentos sobre a Covid-19 disponíveis até o momento.

“Ano que vem, vamos ter que começar a vacinar todo mundo de novo. Vai funcionar como funciona na gripe; mudam as variantes, tem que fazer nova adaptação da vacina”, afirmou o médico.

Segundo o diretor-geral, o hospital vem registrando casos de reinfecção pelo vírus chinês entre pessoas já imunizadas, mas, segundo ele, nenhum grave ou que tenha levado o paciente à morte.

Fernando Ganem também alega que, devido a isso, as pessoas deverão continuar a usar máscaras, afirmando ainda que a medida de usá-las deve ser adotada não só para se proteger contra o vírus chinês, mas também contra outros vírus respiratórios que estão circulando, como o H1N1.

Ao comentar a afirmação do médico, o analista político Italo Lorenzon ressaltou o fato de que ninguém deveria poder interferir na reta liberdade de um indivíduo, como forçar a aplicar uma vacina que vem causando comprovadamente diversos casos de efeitos colaterais pelo mundo.

“Não é brincadeira o que está acontecendo em Israel, vacinaram jovens de 20 a 40 anos e esse pessoal desenvolveu problema de coração, miocardite, isso aí não é teoria da conspiração, isso é fato. Com um Google você confirma isso. Não estou dizendo que isso é o suficiente para ninguém tomar a vacina. Não, acho que você tem que tomar uma decisão pessoal individual, intransferível. Você quer tomar a vacina? Você acha que o risco de tomar a vacina é menor do que o risco que você tem de pegar o coronavírus? Tome a decisão você mesmo, você é adulto”, afirmou Italo Lorenzon.

“A verdade é que vai morrer gente o tempo todo, por vários motivos, para sempre. Se você começa a tratar o problema por esse prisma de que ‘eu não quero que morra ninguém’, você não vai entender a vida real e só produzirá tirania, porque utopias são sempre tirânicas. Você não vai resolver o problema, porque vai continuar morrendo gente do mesmo jeito“, concluiu o analista político.

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