Mulher morre por 37 segundos enquanto dá à luz. O que ela diz aos médicos depois de ser ressuscitada é impressionante!

Nas semanas que antecederam o parto e sua experiência de morte, Stephanie teve fortes premonições avisando-a que ela iria morrer

Por Tara MacIsaac, Epoch Times

Stephanie Arnold foi considerada falecida por 37 segundos quando sofreu uma parada cardíaca devido a complicações ao dar à luz o seu filho Jacob. Jacob estava saudável e ela foi ressuscitada, mas acabou ficando traumatizada. Ela fez terapias, incluindo a terapia de regressão sob hipnose, para lembrar o que aconteceu enquanto ela estava na sala de cirurgia.

Ela viu claramente, como se estivesse assistindo a um filme, o que aconteceu quando os médicos a reviveram. Os detalhes do que ela lembrou foram confirmados pelos profissionais presentes na sala de cirurgia.

“Ela descreveu o posicionamento dos médicos e da equipe dentro da sala de cirurgia”, disse a Dra. Nicole Higgins, uma médica que operou Stephanie no Northwestern Memorial Hospital. “Por exemplo, ela descreveu onde eu estava em pé, quem estava fazendo compressões no peito. Ela também havia descrito que havia um mau funcionamento da nossa máquina de desfibrilação, o que exigiu que tivéssemos que remover aquela e trazer uma nova. Ela descreveu isso com precisão.”

Stephanie Arnold segura seu filho Jacob (Stephanie Arnold)
Stephanie Arnold segura seu filho Jacob (Stephanie Arnold)

Num vídeo feito para o livro de Stephanie, “37 Seconds: Dying revealed heaven’s help” (“37 Segundos: ajuda do Céu é revelada em morte temporária”, tradução livre), sua ginecologista-obstetra, a Dra. Julie Levitt, disse: “Não havia como ela saber que isso estava acontecendo se ela não estivesse lá em um estado diferente.”

Stephanie não só recordou o que havia acontecido na sala de cirurgia, como também se lembrava de receber mensagens de outros, talvez de espíritos. Por exemplo, ela viu um garotinho que parecia um bom amigo dela. O menino disse: “Diga a minha irmã que sinto falta do jeito como que ela acariciava meu cabelo.”

Stephanie disse a uma amiga dela, Rosalind, que ela pode ter visto seu irmão falecido. Stephanie não sabia como era o irmão dela, então ela não podia ter certeza, mas quando ela disse a Rosalind o que ele havia dito, “ela deixou o telefone cair e começou a chorar”, lembrou Stephanie. “Como você sabia disso?”, perguntou Rosalind. “Eu costumava acariciar o cabelo dele toda noite para fazê-lo dormir.”

A ginecologista-obstetra Dra. Julie Levitt disse: "Não havia como ela saber que isso estava acontecendo se ela não estivesse em um estado diferente" (Captura de tela do vídeo promocional do livro "37 Seconds")
A ginecologista-obstetra Dra. Julie Levitt disse: “Não havia como ela saber que isso estava acontecendo se ela não estivesse em um estado diferente” (Captura de tela do vídeo promocional do livro “37 Seconds”)

Stephanie disse a Dra. Julie Levitt que ela a ouviu repetidamente: “Isso não pode estar acontecendo, isso não pode estar acontecendo.” A Dra. Julie Levitt disse a ela: “Eu disse isso, mas foi em minha mente.”

Além disso, nas semanas que antecederam o parto e a sua experiência de quase-morte, Stephanie teve fortes premonições avisando-a que ela iria morrer. Ela estava certa disso. Os médicos atribuíram isso ao nervosismo na gravidez, mas um deles tomou algumas precauções extras em caso de algo acontecer. Essas precauções salvaram a vida de Stephanie.

Ela sofreu uma rara embolia do líquido amniótico, uma condição na qual as células amnióticas entram na corrente sanguínea e causam uma reação alérgica. Acontece com cerca de 1 em 40 mil mulheres. Stephanie disse: “É completamente imprevisível, inevitável e, na maioria das vezes, fatal.” Exceto no caso dela, que havia previsto isso.

Stephanie e seu esposo, um economista motivado por dados, que estava especialmente relutante em acreditar em qualquer outra coisa que não fosse deste mundo em relação à sua experiência, procuraram explicações para o ocorrido. Sem encontrar explicações adequadas dentro da ciência convencional, eles concluíram que as experiências fora do corpo são reais. A mente existe fora do cérebro.

"Havia algo diferente naquele dia, algo mais forte do que qualquer um de nós poderia entender", disse a Dra. Elena Kamel (Captura de tela do vídeo promocional do livro "37 Seconds")
“Havia algo diferente naquele dia, algo mais forte do que qualquer um de nós poderia entender”, disse a Dra. Elena Kamel (Captura de tela do vídeo promocional do livro “37 Seconds”)

Stephanie já falou em várias conferências médicas e escolas de medicina, como a Faculdade Pritzker de Medicina da Universidade de Chicago. Os médicos disseram-lhe que conhecem e respeitam os médicos que trabalharam com ela e acham que o seu caso realmente poderia mostrar que existe algo mais do que aquilo que é atualmente entendido pela ciência médica.

Muitos médicos usaram a intuição até certo ponto no tratamento de pacientes, ou tiveram pacientes com uma sensação de mau presságio. Stephanie diz a eles para não descartarem pressentimentos ou premonições, e para entenderem que pacientes que estão inconscientes podem ainda estar cientes do que está acontecendo ao redor deles em algum nível.

Stephanie Arnold com o Marido a filha e Jacob (Stephanie Arnold)
Stephanie Arnold com o esposo, a filha e o recém-nascido Jacob (Cortesia de Stephanie Arnold)

O Dr. Higgins disse: “Como médicos, somos científicos, somos ensinados a revisar as evidências e, a partir daí, se isso não for facilmente comprovado, isso nos torna céticos. Mas essa experiência me deixou com uma sensação de que talvez haja algo mais. Talvez nem tudo seja puramente baseado na ciência, talvez algo mais tenha uma participação no que fazemos todos os dias.”

 
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