Morte de mulher idosa após receber terceira dose anticovid é investigada no Chile

Por Agência EFE

A Polícia de Investigação do Chile (PDI) investiga as causas da morte de uma mulher de 74 anos que faleceu nesta quarta-feira, logo após ser inoculada com a terceira dose de reforço da vacina covid-19 que é administrada no país, fontes policiais confirmaram para a Efe.

De acordo com informações preliminares, a mulher faleceu no mesmo posto de vacinação, no município de Palmilla, na região de O’Higgins (centro), minutos após a vacinação.

De acordo com as informações recolhidas e fornecidas pela família da vítima, “tudo indica que a falecida sofria de doenças de base”, afirmou a PDI em nota.

Porém, o corpo será encaminhado ao Serviço Médico Legal para apuração da causa exata da morte.

O Chile começou no dia 11 de agosto a injetar uma “dose de reforço” da vacina AstraZeneca contra covid-19 em todas as pessoas com mais de 55 anos de idade que já completaram a inoculação com a fórmula chinesa do Coronavac, dada a diminuição da eficácia que foi comprovada com o tempo, de acordo com um estudo.

No entanto, para aquelas pessoas com problemas de trombose ou outro histórico médico que assim o aconselhe, a terceira dose administrada é do laboratório da Pfizer.

Segundo declarações do governador da região de O’Higgins, Pablo Silva, coletadas pela imprensa local, a mulher apresentou um atestado pelo qual correspondia a aplicação da Pfizer.

“É muito difícil a vacina ser a causa, e o que queremos é que ela seja bem investigada para a tranquilidade de todos os idosos que precisam tomar a terceira dose”, disse Silva, segundo a publicação digital Emol.

O Chile realiza um dos programas de vacinação mais bem sucedidos do mundo e 89,37% da população (15,2 milhões de pessoas dos 19 milhões de habitantes do país) já foi vacinada com uma única e primeira dose e 83,53% da população foi vacinada com uma dose única e uma segunda dose.

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