Juiz nega recurso de advogados de Ronaldinho e Assis contra prisão preventiva

Por EFE

Assunção, 13 mar – O juiz Pedro Mayor, da Câmara de Apelações do Paraguai, rejeitou nesta sexta-feira o recurso apresentado pela defesa de Ronaldinho Gaúcho e Assis, contra a prisão preventiva que estão cumprindo faz uma semana, por portarem passaportes e identidades falsas.

O magistrado, em entrevista concedida após a audiência, disse que a decisão que tomou não obriga a uma revisão da decisão do juiz de garantias, que negou pedido para os irmãos brasileiros cumprirem o período em detenção domiciliar, por risco de fuga e pela falta de raízes no território paraguaio.

Segundo Mayor, é preciso que a defesa de Ronaldinho e Assis apresente “garantias suficientes e pertinentes”, que permitam a revisão da prisão preventiva decretada.

O juiz de garantias Gustavo Amarilla negou pedido da defesa dos brasileiros para que ambos pudessem ficar em prisão domiciliar em uma mansão, avaliada em US$ 800 mil (R$ 3,8 milhões), localizada na cidade de Lambaré, nos arredores da capital do país.

Ronaldinho e Assis completaram nesta sexta-feira a sétima noite presos na Agrupación Especializada, uma das sedes da Polícia Nacional que também funciona como penitenciária.

No dia 4 de março, eles foram flagrados no aeroporto de Assunção, justamente, com identidades e passaportes paraguaios, com número de outros registros, de duas mulheres. Horas depois, ambos foram detidos.

 
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