Juiz decide que concurso ‘Miss EUA’ pode rejeitar candidatos que não sejam do sexo feminino

Por Brehnno Galgane, Terça Livre

O juiz distrital dos EUA, Michael Mosman, decidiu na última segunda-feira (1) que o concurso “Miss Estados Unidos da América” só poderá aceitar candidatas que sejam do sexo feminino. Ou seja, os chamados “transgêneros” logicamente não poderão participar dos concursos.

“Porque eu a vejo como uma organização que promove uma mensagem e busca manter o controle dessa mensagem, eu a vejo como uma associação que não pode, de acordo com a Constituição, ser obrigada a permitir [isso]”, alegou o juiz.

Mosman também disse ao tribunal que a “Miss USA” é uma organização expressiva, ao contrário de uma organização comercial. Isso significa que a organização tem o Direito de Primeira Emenda à sua “mensagem” e não pode ser obrigada a alterá-la.

O juiz citou ainda a decisão da Suprema Corte em Boy Scouts of America, onde os principais juízes do país decidiram que o estado de Nova Jersey não poderia forçar a organização de escoteiros a aceitar escoteiros gays.

O processo surgiu porque um homem, que diz se identificar como mulher, processou a corporação do concurso em 2019, alegando que não poderia excluir pessoas que se identificam como “mulheres transexuais”.

A ideologia de gênero, que prega uma suposta equivalência entre os dois sexos existentes, vem destruindo a vida de muitos homens e mulheres nos últimos anos.

Essa ideologia com as mulheres têm sido ainda mais severa e danosa, uma vez que vem retirando seus espaços da sociedade, dando lugar aos homens para assumir concursos, esportes e competitividades em geral.

Com um discurso de “direito” (a qualquer custo) a uma “construção social”, a “ideologia de gênero” não prega o que diz pregar, mas, sim, o contrário, corrói os direitos da sociedade, sobretudo os direitos das mulheres.

 

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