Inventor cria bola de futebol que nunca esvazia

Inventor americano cria bola de futebol super-resistente que nunca esvazia (Cortesia do projeto One World Futbol)
Inventor americano cria bola de futebol super-resistente que nunca esvazia (Cortesia do projeto One World Futbol)

Bolas de futebol são a alegria das crianças e, em muitos países pobres, a principal diversão. Além disso, o esporte é uma ótima opção para evitar que crianças carentes, devido à influência do meio onde vivem, se desviem para a criminalidade. Porém, o problema é que as bolas duram pouco e custam muito caro para o padrão dos países pobres. As crianças acabavam improvisando bolas de papel amarradas com barbante ou fita adesiva para se divertirem. Além disso, as bolas duram pouco devido às condições dos locais onde são usadas e ao muito uso.

Tim Jahnigen ficou com o coração partido quando, em 2006, assistiu a um documentário em que viu as crianças carentes de Darfur, África, brincando com uma bola feita de papel retirado do lixo e amarrado com barbante.

Com isso em mente, Tim resolveu inventar uma bola super-resistente. Tim trabalhou durante os três anos seguintes pensando nisso, com o objetivo de desenvolver uma bola que nunca murchasse, mesmo se fosse furada ou rasgada. Depois de muitas pesquisa, Tim descobriu o PopFoam, um tipo de espuma dura.

Com a ajuda do roqueiro Sting, que gostou da ideia e resolveu apoiar financeiramente o projeto, Tim pode criar um protótipo da bola para testes. O inventor realizou severos testes para ter certeza de que a bola era realmente resistente conforme ele queria. Teve êxito.

Em sua quinta versão, a bola One World Futbol – nome dado pelo roqueiro Sting, devido a uma canção da banda Police – pode durar mais de 30 anos, segundo o inventor.

A bola custa mais do que uma bola comum de futebol, porém tem incrível durabilidade. Muitas empresas entusiastas da ideia estão patrocinando o projeto. Tim está enviando milhões de bolas a crianças carentes de todo o mundo.

“Para crianças, brincar, é a terapia mais calmante. Não há linguagem, terapia psicológica que funcione como a brincadeira”, disse Tim ao New York Times.

Para saber mais sobre o projeto One World Futbol, clique aqui.

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