Homem ganha 100 quilos durante de cinco meses em quarentena por causa da COVID-19

Com o passar dos meses, a situação piorou, já que no final de maio ele registrou 282 quilos e se tornou a pessoa com maior peso em toda a cidade

Por César Vega Martínez, Biobiochile

A mídia internacional relatou o caso de um chinês de 26 anos que alcançou um recorde: ele ganhou 100 quilos durante os cinco meses em que ficou em quarentena na cidade de Wuhan. Por isso, ele foi transferido para um hospital e aguarda uma operação.

Segundo a mídia da ABC, o homem foi identificado pelo sobrenome Zhou e permaneceu em sua casa de janeiro até o final de maio. Embora ele não tenha sido infectado pela COVID-19, sua saúde ficou gravemente comprometida.

O jovem, conforme foi detalhado, sempre teve problemas coma a obesidade. Além disso, antes do início da pandemia, ele já pesava 180 quilos.

Com o passar dos meses, a situação piorou, já que no final de maio ele registrou 282 quilos e se tornou a pessoa com maior peso em toda a cidade, com mais de 14 milhões de habitantes.

No final de maio, depois de ligar para os serviços de emergência, o rapaz foi retirado de sua casa e levado para o hospital de Wuhan. Quatro policiais e quatro outros médicos participaram da operação.

Uma vez lá, ele foi diagnosticado com insuficiência cardíaca e disfunção respiratória, que foram tratadas por pessoal médico.

Zhou está atualmente internado em uma sala privada no hospital. Os médicos esperam realizar uma operação de perda de peso, mas ainda é muito arriscada.

A partir de agora, os profissionais anunciaram que o jovem deverá perder pelo menos 25 quilos para continuar vivendo; uma missão que é complexa, mas pode ser cumprida de forma consistente.

No momento, ninguém detalhou qual era a dieta feita pelo homem, que trabalhava em cafés, embora ele próprio tenha indicado que seus níveis de ansiedade “aumentavam excessivamente”.

Cabe ressaltar que, de acordo com estudos realizados na Europa, os homens obesos são altamente suscetíveis à COVID-19 e fazem parte dos grupos de risco. Os dados foram estudados na França e na Inglaterra.

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