A história do Epoch Times e o que nos distingue

A história do Epoch Times e o que nos distingue; exemplares da versão impresa do Epoch Times (Seth Holehouse/Epoch Times)
A história do Epoch Times e o que nos distingue; exemplares da versão impresa do Epoch Times (Seth Holehouse/Epoch Times)

Quando John Tang recebia seu doutorado em Georgia Tech na década de 1990, ele viu enormes diferenças entre os meios de comunicação na China e a mídia em seu lar adotivo nos Estados Unidos.

Sob as restrições da censura da mídia, as pessoas na China não sabiam, por exemplo, o que realmente tinha ocorrido na Praça da Paz Celestial em 1989 e as pessoas fora da China não sabiam da gravidade da perseguição de pessoas com crenças espirituais não aprovadas pelo regime chinês, como tibetanos, uigures e praticantes do Falun Gong.

Com a crescente conscientização de que ninguém estava contando as histórias verdadeiras sobre o que estava ocorrendo na China, John Tang e outros chineses-americanos fundaram o Epoch Times em 2000. A história do Epoch Times é a história daqueles que queriam fundir sua preocupação com a pátria nativa com as liberdades oferecidas nos EUA, como a liberdade de imprensa e a liberdade de crença.

A primeira edição foi em chinês e edições em língua inglesa chegaram às ruas a partir de 2004. Como atual presidente da Epoch Times, John Tang agora trabalha para ter edições publicadas em 21 idiomas e 35 países. Onde quer que estejam, as edições do Epoch Times contam as histórias sobre a China que outras mídias não podem ou não farão.

Cobrindo a China com uma visão

Você pode ver uma grande quantidade de cobertura sobre a China em outros jornais, mas você certamente verá uma qualidade de visão sobre a China no Epoch Times que você não encontrará em outro lugar.

A cobertura da mídia na China é censurada, seja ela feita pelas mídias locais ou estrangeiras. A mídia chinesa se tornou bastante sofisticada na gestão de sua mensagem, mas, em sua essência, ela segue fielmente a linha do Partido Comunista Chinês (PCC). Sob o regime comunista, não há verdadeira liberdade de imprensa.

Empresas de mídia estrangeiras com agências e correspondentes na China parecem ter maior acesso e latitude do que no passado, mas eles podem ter sua permissão revogada sem aviso prévio e como resultado eles se autocensuram assiduamente. Seja por causa da censura externa, a autocensura ou análises que falham em reconhecer os pontos fundamentais, estas mídias não reportarão histórias que o regime não queira que você saiba ou o farão apenas parcialmente, deixando de lado o que é essencial.

O Epoch Times produz suas notícias sobre a China a partir de fontes na China, além da expertise e do contato de expatriados chineses que vivem no Ocidente, incluindo nossos colegas da edição chinesa do Epoch Times.

Correspondentes do Epoch Times que vivem na China foram presos em 2000, mas a equipe atual do Epoch Times em língua chinesa, seja em Hong Kong, Taiwan, Estados Unidos ou outros lugares, reporta sem medo ou hesitação. Eles ganharam um enorme número de leitores em todo o mundo entre os chineses, além de muitos chineses na China que conseguem contornar o estrito controle do regime sobre a internet. O Epoch Times em língua chinesa é o jornal mais amplamente distribuído no mundo.

Por que a China importa

Se você não é chinês, a China ainda é importante para você. A China é o país mais populoso e a segunda maior economia do mundo. O chinês é a língua nativa mais falada no mundo e a terceira língua mais falada nos Estados Unidos.

Três décadas atrás, a China era remota, misteriosa e, principalmente, irrelevante para a vida quotidiana dos cidadãos de países ocidentais desenvolvidos. A China mudou de uma política de isolamento para a construção de uma economia de exportação. Os avanços tecnológicos, como navios cargueiros e a internet, tornaram possível misturar pessoas, produtos e ideias rapidamente.

Agora, os produtos chineses estão em suas mãos todos os dias. Roupas de fabricação chinesa estão a sua volta. Comidas e bebidas de fabricação chinesa estão em seu estômago. O que acontece na China tem um impacto real e direto sobre sua saúde pessoal e seu futuro em todos os níveis.

Protestos e más condições de trabalho numa fábrica chinesa estão conectados com o dispositivo eletrônico em sua mesa ou em sua mão. A corrupção exposta em Shanghai ou o sistema legal controlado e ditado pelo PCC em Pequim pode alterar rapidamente a sua cadeia de abastecimento ou seus investimentos. Empresas chinesas que compram empresas ocidentais podem introduzir éticas comprometidas em suas novas filiais. Os Institutos Confúcio patrocinados pelo Estado chinês silenciosamente inserem valores comunistas nos campi universitários.

Ao longo dos milênios, a China foi uma fonte de grande bem, assim como de grande mal.

A extensão do mal está descrita na série editorial do Epoch Times de 2004, ‘Nove Comentários sobre o Partido Comunista Chinês’. O PCC tem sido responsável por mais de 80 milhões de mortes não naturais na China desde sua criação e continua a matar pessoas inocentes hoje. O regime tem poluído a terra e permite a exportação de produtos contaminados. Ele instalou seus espiões em todos os níveis e posições das sociedades ocidentais. E nós lhes trazemos estas histórias.

Por outro lado, a história e a cultura tradicionais da China, com suas narrativas de heróis e de conduta nobre, suas artes, suas tradições espirituais, sua medicina tradicional e suas cozinhas regionais suntuosas podem beneficiar e enriquecer nossas vidas diárias. O Epoch Times abraça o melhor da China tradicional e o trazemos para você em nossas páginas.

Por que “Epoch”?

Os fundadores adaptaram o nome original chinês “Da Ji Yuan”, que significa “a grande época”. Assim, o nome desta publicação faz alusão a um grande período da história, em referência ao tempo atual.

 
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