Fluminense se despede da Libertadores

Derrotado pelo Olímpia, tricolor se concentra agora no Brasileirão
Torcedores do Olimpia contra o Fluminense pela Libertadores no Defensores del Chaco
Torcedores do Olimpia empolgam sua equipe antes do início do último jogo contra o Fluminense pelas quartas de final da Copa Libertadores no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, Paraguai, 29 de maio de 2013 (Norberto Duarte/AFP/GettyImages)

RIO DE JANEIRO – O Fluminense foi derrotado de virada na noite desta quarta-feira (29) pelo Olímpia, por 2 a 1, e está eliminado da Taça Libertadores da América 2013. No lotado Defensores del Chaco, a equipe carioca começou bem, dominando a partida e impedindo o time paraguaio de ameaçar no segundo jogo, fazendo crer que a classificação viria sem maiores dificuldades. Porém, após falhas de Cavalieri e Digão, o Olímpia virou e conseguiu segurar o resultado, passando às semifinais da competição.

O Olímpia encara agora o Santa Fé, surpresa colombiana da Libertadores que derrotou os peruanos do Real Garcilaso na terça-feira. O Fluminense, por sua vez, concentra suas forças no Brasileirão: enfrentará o Criciúma às 18h30 do próximo domingo, no Moacyrzão. 

Edinho, do Fluminense, rivaliza com o paraguaio Juan Manuel Salgeiro, do Olimpia, durante o jogo contra o Flu pela Copa Libertadores no Paraguai em 29 de maio de 2013
Edinho, do Fluminense, rivaliza com o uruguaio Juan Manuel Salgeiro, do Olimpia, durante o jogo contra o Flu pela Libertadores no Paraguai em 29 de maio de 2013 (Norberto Duarte/AFP/ GettyImages)

Flu superior, erros individuais

A partida começou com o Fluminense partindo pra cima, em busca do gol que lhe daria tranquilidade na partida. Bem superior tecnicamente, o tricolor carioca dominava as ações ofensivas e não tardou para abrir o placar: após bola mal recuada pelo zagueiro Manzur, Rhayner aproveitou e tocou por cima do goleiro Martín Silva.

O Flu chegou a ter uma oportunidade de ampliar. Rhayner fez boa jogada pela direita e cruzou para o meio da área. A bola passou por Martín Silva, resvalou no zagueiro e por pouco Wellington Nem não completou para as redes. O zagueiro Miranda conseguiu afastar dali antes.

Após o gol sofrido, o técnico Ever Almeida fez uma mexida ousada: trocou o volante Caballero pelo atacante Ferreyra. Com isso, o Olímpia passou a levar mais perigo, mas esbarrava em suas limitações técnicas. Até que, aos 35 minutos do primeiro, Salgueiro deixou tudo igual cobrando falta pela esquerda, com grande contribuição de Diego Cavalieri, que estava adiantado no lance.

Passados cinco minutos, Digão fez pênalti em Bareiro e Salgueiro converteu, virando o jogo e levando a torcida paraguaia ao delírio: 2 a 1.

No segundo tempo, a peleja se transformou em algo parecido com o primeiro jogo: um verdadeiro ataque contra defesa por parte do tricolor, tensionado ainda mais pela catimba dos jogadores do Olímpia e a malandragem dos gandulas paraguaios, que sumiam com as bolas a cada lateral ou escanteio a favor do Flu.

O resultado foi um nervosismo total do Fluminense, muitas bolas alçadas na área e poucas chances concretas de gol. O Olímpia aproveitou ameaçando nos contragolpes e por pouco não ampliou com Ortíz. Dessa vez, Cavalieri salvou.

Fim de jogo, festa dos 40.000 paraguaios no Defensores del Chaco e o sonho da inédita conquista tricolor mais uma vez adiada.

(Epoch Times)
(Epoch Times)

Epoch Times publica em 35 países em 21 idiomas

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/EpochTimesPT

Siga-nos no Twitter: @EpochTimesPT

 
Matérias Relacionadas