Publicado em - Atualizado em 01/10/2015 às 12:02

Extração forçada de órgãos exposta durante congresso médico em Bruxelas

Investigações comprovaram que esse crime é sancionado pelo Partido Comunista Chinês

Praticantes de Falun Gong expõem crimes de extração forçada de órgãos realizados pelo Partido Comunista Chinês aos médicos que participaram do 17o Congresso da Sociedade Europeia para Transplantes de Órgãos (Minghui.org)

Praticantes de Falun Gong expõem crimes de extração forçada de órgãos realizados pelo Partido Comunista Chinês aos médicos que participaram do 17o Congresso da Sociedade Europeia para Transplantes de Órgãos (Minghui.org)

Em setembro, mais de 3 mil médicos, incluindo mais de 100 da China, se reuniram em Bruxelas para o 17º Congresso da Sociedade Europeia de Transplante de Órgãos. Praticantes da disciplina espiritual Falun Gong, uma prática chinesa de meditação que se baseia nos princípios fundamentais de verdade, compaixão e tolerância, aproveitaram o ensejo para expor, em frente ao Parlamento Europeu, a extração forçada de órgãos de prisioneiros de consciência como: praticantes do Falun Gong, Cristãos, Tibetanos, Uigures e ativistas de direitos humanos. Essa crime é sancionado pelo Partido Comunista Chinês (PCC).

“Como médicos, nosso primeiro dever é salvar vidas, e não salvar uma pessoa matando outra. O transplante de órgãos não pode ser realizado sem consentimento,” destacou um médico do Congo depois de ler os cartazes expondo as atrocidades do PCC. “Este assunto é horrível. Vou estudar mais sobre o tema”, acrescenta.

Os praticantes de Falun Gong também conversaram com médicos chineses, pedindo-lhes que não se envolvam com a extração forçada de órgãos e, ao invés disso, exponham qualquer coisa que saibam desses crimes. Também foram abordados funcionários do governo europeu e transeuntes, alertando-os sobre o que está ocorrendo na China.

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Um médico do Paquistão, depois de obter informações das extrações forçadas de órgãos realizadas pelo PCC, expressou: “Eu lhes asseguro que prestarei atenção a este assunto. Isto [extração forçada de órgãos] é inaceitável.”

Muitos outros médicos demonstraram que iriam informar aos seus colegas de profissão sobre os acontecimentos na China, visando interromper essas atrocidades de extração forçada de órgãos.

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