Ex-médico da Casa Branca diz que Biden pode renunciar

Por Brehnno Galgane, Terça Livre

O deputado republicano Ronny Jackson, ex-médico da Casa Branca durante os governos Obama e Trump, declarou no último sábado (24) acreditar na possibilidade de o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, renunciar ao cargo devido às limitações de suas habilidades cognitivas.

Perguntado se um teste cognitivo seria uma avaliação justa, Jackson respondeu: “Com certeza e eu tenho dito isso desde o início. Tenho dito que algo está acontecendo aqui. Eu já havia dito isso quando ele era candidato. Só vai piorar, e adivinhe: estamos vendo isso acontecer bem diante de nossos olhos agora”.

“Há algo sério acontecendo com este homem agora, e eu acho que ele vai se demitir, eles vão convencê-lo a renunciar ao cargo em algum momento – no futuro próximo – por questões médicas ou terão que usar a 25ª Emenda para se livrar deste homem”, declarou o médico.

Ronny Jackson já havia realizado um comentário parecido em uma publicação em seu perfil no Twitter. “Ele está completamente perdido! Precisa de um exame cognitivo agora!”, disse o médico ao comentar sobre um vídeo onde Biden, ao responder sobre o desarmamento da polícia, desviou do assunto dizendo que os republicanos o acusam de “sugar o sangue de crianças”.

Segundo o NY Post, Ronny Jackson é autor de um abaixo-assinado pedindo que o presidente Joe Biden realize um exame cognitivo e divulgue os resultados.

“O povo americano (…) merece total transparência sobre as capacidades mentais de seu mais alto líder eleito”, diz o pedido.

O analista político Paulo Figueiredo Filho, durante o Radar da Mídia de segunda-feira (26), alertou para a gravidade da situação se a vice de Biden, Kamala Harris, assumir a presidência dos Estados Unidos.

“Estamos falando de uma política que era uma das mais radicais de esquerda dentro do Senado, uma pessoa que não tem expressão política nenhuma, teve 2% nas primárias democratas, uma senadora de primeiro mandato. Ela foi colocada como vice no governo do Joe Biden pela questão ‘racial’ e porque ela sempre foi a queridinha dos grandes doadores”, apontou o analista ao se referir à “turma do George Soros […] que controla o Partido Democrata”.

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