Esquerda na América Latina protege Cuba na OEA

Por Brehnno Galgane, Terça Livre

Mesmo depois dos protestos em Cuba, os governos da Argentina, do México, da Nicarágua e da Bolívia se recusaram a discutir a crise na ilha. Os países se reuniriam em uma sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA) na última quarta-feira (28) para avaliar relatórios técnicos elaborados pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, porém a reunião foi adiada.

Ao comentar o adiamento da reunião, o presidente do Conselho Permanente da OEA, Washington Abdala, classificou a negativa dos países como “particularmente incomum”.

O país cubano que já vinha em decadência devido ao seu governo comunista se afundou ainda mais na crise durante o período de pandemia. Atualmente, a ilha se encontra em sua pior situação econômica em 30 anos, passando por uma grave escassez de alimentos e medicamentos.

O analista político José Carlos Sepúlveda, durante o Radar da Mídia de segunda-feira (2), alertou para o perigo do avanço da esquerda na América Latina.

“Há uma intenção desses governos, sim, de implantar, na medida do possível, uma ditadura em seus próprios países, porque só é conivente com ditaduras de esquerda, como é a cubana comunista, quem está interessado em possivelmente fazer algo semelhante em seu país”, apontou Sepúlveda.

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