“Erro de dedo” em livro escolar mexicano viraliza nas redes sociais

Por Jesús de León, Epoch Times

Parte dos livros que serão distribuídos para o novo ciclo escolar mexicano que começa, vêm com um “erro de dedo”. Imagens tentam ensinar as crianças a medir usando uma mão que tem 6 dedos.

O fato foi motivo de memes, críticas, piadas e muita indignação contra o sistema educacional, segundo informou a mídia local.

Logo depois, a Secretaria de Educação Pública (SEP) reconheceu o erro. O livro em questão é uma edição gratuita de matemática de segundo grau.

Uma imagem mostrando em detalhes o erro foi publicada no Twitter pela professora de pré-escola Nancy Ortiz, e foi compartilhada por muitos usuários da rede social e pelos meios de comunicação.

Na página 161, o texto do livro faz referência a uma atividade relacionada com medidas não convencionais de comprimento “com a intenção didática de fazer o aluno refletir sobre os padrões de medida que são utilizados no cotidiano”, declarou a Secretaria de Educação Pública (SEP).

A SEP reconheceu o erro e já o corrigiu, trocando a imagem de uma mão com seis dedos para uma mão com cinco dedos.

A secretaria explicou que esses erros são muito comuns na indústria editorial. Eles são chamados erros de impressão (uma legenda incorreta, a repetição de uma letra ou alguma imperfeição menor na impressão de um gráfico ou ilustração, entre outros), que geralmente aparecem na proporção de 4 ou 5 ocasiões em um exemplar de um livro de qualquer tipo.

Não é a primeira vez que a SEP comete esse tipo de erro ao imprimir seus livros.

Os livros didáticos gratuitos distribuídos pela SEP para estudantes que estão recebendo sua educação básica, nos últimos anos têm sido caracterizados por conter erros “imperdoáveis, já que seu objetivo é ilustrar as coisas para seus pequenos leitores e não confundi-los com imprecisões históricas, erros ortográficos ou datas alteradas, como aconteceu…”, informou o jornal Vanguardia.

E parece que esse não foi o único erro encontrado no livro de matemática atual. De acordo com a jornalista Paulina Chavira, ao ler o novo livro ela já encontrou “mais de dez” erros.

 
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