Deputados cariocas sugerem ‘proteção especial’ para islâmicos

Nesse início de semana a imprensa carioca divulgou supostos casos de intolerância e violência física contra muçulmanos no Rio. A esquerda, que adora criar minorias excluídas, logo se pronunciou. A Comissão de Direitos Humanos da Alerj, propriedade da esquerda carioca, já começou a se movimentar, e quer criar privilégios para os islamitas.

De acordo com o deputado Marcelo Freixo, do PSOL, as principais representatividades islâmicas do Estado do Rio serão convocadas nos próximos dias para uma audiência pública. A intenção do deputado é propor um canal direto de denúncias e amparo, além do diálogo junto à Secretaria de Segurança Pública sobre crimes de intolerância religiosa. “Desde já, os adeptos do islã que foram agredidos receberão proteção especial”, garantiu.

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É obvio que não é admissível qualquer tipo de preconceito, seja ele religioso ou racial. Contudo, já possuímos leis que asseguram proteção às pessoas que têm seus direitos constitucionais afrontados e/ou sofrem agressão. Basta para isso que procurem uma delegacia.

Veja aí a lei: Código Penal Brasileiro: Lesão corporal: Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.

Não podemos criar categorias especiais de pessoas, isso acaba por reforçar a discriminação. Para que todos se sintam iguais o estado tem que tratar todos como iguais, mantendo leis que alcançam todos, sem distinção de raça, credo ou opção sexual.

Editado por Epoch Times

 
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