COVID-19, uma pandemia do medo ‘fabricada’ pelas autoridades, afirma epidemiologista de Yale

'O que caracteriza a pandemia é o grau do medo e a resposta das pessoas ao medo'

Por Isabel Van Brugen e Jan Jekielek

A pandemia da COVID-19 tem sido uma pandemia do medo, fabricada por indivíduos em cargos nominais de autoridade quando o vírus começou a se espalhar pelo mundo, no ano passado, de acordo com o epidemiologista de Yale, Dr. Harvey Risch.

Em uma aparição no programa da Epoch TV “American Thought Leaders”, Risch, um professor de epidemiologia da Escola de Saúde Pública de Yale e do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da Escola de Medicina de Yale, argumentou que, em geral, o que caracteriza toda a pandemia do vírus do PCC (Partido Comunista Chinês) tem sido o “grau do medo e a reação das pessoas ao medo”.

“No geral, eu diria que tivemos uma pandemia do medo. E o medo afetou quase todos, enquanto a infecção afetou relativamente poucos”, afirmou Risch.

“Em geral, tem sido uma pandemia bem seletiva e previsível. Era muito distinta entre jovens e idosos, saudáveis ​​e pessoas com doenças crônicas. Assim, descobrimos rapidamente quem estava no risco da pandemia e quem não estava.”

“Porém, o medo foi fabricado por todos. É isso que caracteriza toda a pandemia, o grau do medo e a resposta das pessoas ao medo.”

Risch é autor de mais de 300 publicações originais revisadas por pares e anteriormente foi membro do conselho de editores do American Journal of Epidemiology.

O professor de epidemiologia sugeriu que os indivíduos que ocuparam cargos nominais de autoridade durante o início da pandemia, em março de 2020, inicialmente espalharam um quadro muito pior da “natureza terrível” do vírus do que era justificado, declarou ele.

Isso incluía a mensagem de que todos corriam risco, qualquer um poderia morrer ao contrair o vírus e todos precisavam ficar em casa para se proteger e, dessa forma, proteger a sociedade.

“As pessoas ficaram com muito medo dessa mensagem, como qualquer um ficaria… com o governo, com as autoridades, com cientistas, com autoridades médicas das instituições públicas da saúde, todos afirmando a mesma mensagem a partir de fevereiro, março do ano passado. E assim, todos nós meio que acreditamos nisso”, relatou.

Nos primeiros dois meses da pandemia, bloqueios rígidos e decretos para o uso de máscara foram implementados para conter a transmissão da COVID-19 nos Estados Unidos e em todo o mundo. Risch afirma que os tipos de mensagens emitidas pelas autoridades levaram a níveis elevados e generalizados de ansiedade.

“Todos os nossos níveis de ansiedade aumentaram e todos nós tomamos decisões para reduzir, em vários graus, nossa exposição a outras pessoas, alguns mais do que outros, mas acredito que todos possuíam níveis de ansiedade que realmente afetaram o modo como conduziram suas vidas naquele momento”, declarou.

Enquanto isso, o presidente Joe Biden afirma que 96 a 98 por cento dos americanos precisam ser vacinados contra a COVID-19 antes que o país possa “voltar ao normal”, empurrando a retórica de que os americanos não vacinados são os culpados por retardar a recuperação econômica do país.

De acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, em 4 de dezembro, pouco mais de 70% dos adultos americanos foram totalmente vacinados contra o vírus, enquanto 23,9% receberam uma dose de reforço.

Assista à entrevista completa com o epidemiologista de Yale, Dr. Harvey Risch, ou assista e leia a transcrição completa na Epoch TV.

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