Publicado em - Atualizado em 24/12/2013 às 17:31

Compras de Natal: Marcas que utilizam trabalho escravo no Brasil

Confira links e informações de todas as denúncias de escravidão na indústria da moda divulgadas pela Repórter Brasil nos últimos anos

Meio ambiente de trabalho na oficina era irregular e prejudicial aos trabalhadores (SRTE/SP)

Meio ambiente de trabalho na oficina era irregular e prejudicial aos trabalhadores (SRTE/SP)

A Repórter Brasil acompanha as fiscalizações realizadas no setor das confecções desde 2009, quando foi lançado o Pacto Municipal Tripartite Contra a Fraude e a Precarização, e pelo Emprego e Trabalho Decentes em São Paulo, do qual a organização é signatária.

Confira os principais casos envolvendo empresas do setor, com as datas dos flagrantes:

M.Officer – novembro de 2013

Roupa da M.Officer em oficina flagrada com trabalho escravo (MPT-PRT2)

Roupa da M.Officer em oficina flagrada com trabalho escravo (MPT-PRT2)

Ação conjunta realizada pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Ministério do Trabalho e Emprego resgatou duas pessoas produzindo peças da M.Officer em uma confecção no Bom Retiro, bairro da região central de São Paulo.  Casados, os dois trabalhadores são bolivianos e viviam com seus dois filhos no local em que costuravam. A casa  não possuía condições de higiene e não tinha local para alimentação, o que fazia que a família tivesse de comer sobre a cama. Os quatro tinham de dividir a cama de casal. No local de trabalho, onde foram encontradas instalações elétricas irregulares junto a material inflamável, não havia extintores de incêndio. Os trabalhadores tinham de pagar todas as despesas da casa, como luz, água, produtos de limpeza e de higiene, valor descontado do que recebiam por mês.  Eles costuravam exclusivamente para a M.Officer há sete meses e foram contratados por uma terceirizada pela empresa para a produção, a Spazio. Ambos ganhavam  R$ 7 por peça produzida.

Saiba mais:
Justiça determina bloqueio de R$ 1 mi de dona da M.Officer por caso de trabalho análogo ao de escravo
Justiça cassa bloqueio de bens em caso de escravidão envolvendo empresa dona da M.Officer
Os grilhões ocultos da elite brasileira

Le Lis Blanc e Bo.Bô – junho 2013

Registro de dívida por passagem em caderno encontrado na oficina da Le Lis Blanc (Anali Dupré)

Registro de dívida por passagem em caderno encontrado na oficina da Le Lis Blanc (Anali Dupré)

Fiscalização realizada em junho resultou na libertação de 28 pessoas que produziam peças para a grife Le Lis Blanc em três oficinas clandestinas diferentes, incluindo uma adolescente de 16 anos. Eles recebiam entre R$ 2,50 e R$ 7 por unidade costurada. As peças eram vendidas por até 100 vezes mais. Todos os resgatados eram bolivianos, e alguns estavam aprisionados por dívidas. Além de escravidão, a fiscalização identificou também tráfico de pessoas.

Saiba mais:
Roupas da Le Lis Blanc são fabricadas com escravidão
Fiscalização liberta trabalhadores que produziam roupas para grife Bo.Bô
Diretor da Le Lis Blanc e Bo.Bô nega explorar escravos
Após flagrante de escravidão, donos da Le Lis Blanc e Bo.Bô prometem medidas imediatas
Proprietários da marca terá que pagar R$ 1 milhão em indenizações

Cori, Emme e Luigi Bertolli – março 2013

Pagos por produção, trabalhadores continuaram costurando mesmo durante a fiscalização. Ao todo, 28 trabalhadores bolivianos foram resgatados em condições degradantes (Anali Dupré)

Pagos por produção, trabalhadores continuaram costurando mesmo durante a fiscalização. Ao todo, 28 trabalhadores bolivianos foram resgatados em condições degradantes (Anali Dupré)

Fiscalização realizada em 19 de março resultou na libertação de 28 costureiros bolivianos de condições análogas às de escravos em uma oficina clandestina na zona leste de São Paulo. Submetidos a condições degradantes, jornadas exaustivas e servidão por dívida, eles produziam peças para a empresa GEP, que é formada pelas marcas Emme, Cori e Luigi Bertolli, e que pertence ao grupo que representa a grife internacional GAP no Brasil. O resgate foi resultado de uma investigação de mais de dois meses, na qual trabalharam juntos Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Receita Federal. A fiscalização aconteceu na mesma semana que a São Paulo Fashion Week, principal evento de moda da capital paulista.

Saiba mais:
Fiscais flagram escravidão envolvendo grupo que representa a GAP no Brasil
Donos de Cori, Emme e Luigi Bertolli terão que explicar escravidão na Assembléia Legislativa de SP
Diretor do grupo GEP alega ‘traição’ de fornecedores por caso de trabalho escravo

Gangster – março 2013

Fiscal toma depoimento de trabalhador em regime de escravidão  produzindo peças da Gangster numa em uma pequena oficina no bairro São João, em Guarulhos (SP) (Guilherme Zocchio)

Fiscal toma depoimento de trabalhador em regime de escravidão produzindo peças da Gangster numa em uma pequena oficina no bairro São João, em Guarulhos (SP) (Guilherme Zocchio)

Trabalhadores em condições análogas às de escravos foram resgatados produzindo peças da Gangster Surf and Skate Wear, confecção paulistana que tem como público-alvo surfistas, skatistas e praticantes de outros esportes radicais. A libertação aconteceu em 19 de março, durante fiscalização em uma pequena oficina localizada no bairro São João, em Guarulhos (SP), onde trabalhavam dois bolivianos e um peruano. Toda a produção da oficina era destinada à Gangster, loja do bairro do Brás, região central da capital paulista.

Saiba mais:
Fiscalização flagra escravidão na produção de roupas para skatistas e surfistas

Hippychick – janeiro 2013

Página da Hippychick com selo da Abvtex, que foi retirado após a denúncia (Reprodução)

Página da Hippychick com selo da Abvtex, que foi retirado após a denúncia (Reprodução)

A Hippychick Moda Infantil, confecção de roupas infantis que, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), terceirizava sua produção para uma oficina de costura flagrada explorando trabalho escravo, tinha desde outubro de 2012 o selo da Associação Brasileira do Vestuário Têxtil (ABVTEX) de responsabilidade social. Após a libertação de cinco trabalhadores bolivianos, em 22 de janeiro de 2013, o MTE e o Ministério Público do Trabalho (MPT), que também participou da operação, investigam a responsabilidade das Lojas Americanas na exploração de mão de obra escrava. Segundo o MPT, a suspeita é de que as peças produzidas pela oficina terceirizada eram revendidas exclusivamente nas Lojas Americanas com a marca “Basic+ Kids”. Por conta do flagrante no seu fornecedor, em setembro de 2013 as Lojas Americanas firmaram TAC se comprometendo a melhorar a fiscalização da cadeia produtiva.

Saiba mais:
Após flagrante em fornecedor, Lojas Americanas se comprometem a fiscalizar cadeia produtiva
Confecção de roupas infantis flagrada explorando escravos tinha certificação

Talita Kume – julho 2012

Crianças ficavam expostas a diversos riscos na oficina de costura interditada, num sobrado na Zona Norte de São Paulo (SRTE/SP)

Crianças ficavam expostas a diversos riscos na oficina de costura interditada, num sobrado na Zona Norte de São Paulo (SRTE/SP)

Um grupo de oito pessoas vindas da Bolívia, incluindo um adolescente de 17 anos, foi resgatado de condições análogas à escravidão pela fiscalização dedicada ao combate desse tipo de crime em áreas urbanas. A libertação ocorreu no último dia 19 de junho. Além dos indícios de tráfico de pessoas, as vítimas eram submetidas a jornadas exaustivas, à servidão por dívida, ao cerceamento de liberdade de ir e vir e a condições de trabalho degradantes. O grupo costurava para a marca coreana Talita Kume, cuja sede fica no bairro do Bom Retiro, na zona central da capital.

Saiba mais:
Trabalho escravo abastece produção da marca Talita Kume
Donos da Talita Kume podem ser convocados pela CPI do Trabalho Escravo

Gregory – maio 2012

Jovem cuida do filho recém nascido enquanto trabalha. O carrinho fica ao lado da máquina de costura na Zona Norte da capital paulista (SRTE-SP)

Jovem cuida do filho recém nascido enquanto trabalha. O carrinho fica ao lado da máquina de costura na Zona Norte da capital paulista (SRTE-SP)

No mesmo dia em que a grife de roupas femininas Gregory lançava a sua coleção Outono-Inverno 2012 com pompa e circunstância, uma equipe de fiscalização trabalhista flagrava situação de cerceamento de liberdade, servidão por dívida, jornada exaustiva, ambiente degradante de trabalho e indícios de tráfico de pessoas em uma oficina que produzia peças para a marca, na Zona Norte da cidade da capital paulista. O conjunto de inspeções resultou na libertação de 23 pessoas, todas elas estrangeiras de nacionalidade boliviana, que estavam sendo submetidas à condições análogas à escravidão.

Saiba mais:
Fiscalização associa Gregory à exploração de trabalho escravo

Após flagrante de escravidão, Gregory é questionada pelo Facebook

Caso Zara – agosto 2011

Fiscais flagraram servidão por dívidas, degradância e jornadas exaustivas, em oficina em Sâo Paulo (Repórter Brasil)

Fiscais flagraram servidão por dívidas, degradância e jornadas exaustivas, em oficina em Sâo Paulo (Repórter Brasil)

Confira a série especial de reportagens publicadas sobre o flagrante de trabalho escravo na cadeia produtiva da grife de moda Zara, da empresa espanhola Inditex. A Repórter Brasil acompanhou as investigações do Ministério do Trabalho e Emprego e as fiscalizações in loco e trouxe o caso à tona, que ganhou repercussão internacional.

Saiba mais:
MPT destina parte de verba da Zara para libertados
Acordo entre Zara e MPT descarta dano moral coletivo 

Zara recusa acordo com Ministério Público do Trabalho

Cobranças públicas dirigidas à grife Zara são intensificadas
Após desculpas, Zara anuncia “acordos” ainda não fechados
Zara não comparece à Assembleia Legislativa; CPI é defendida
Fabricantes da Zara não foram revisitados por auditorias em 2010
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Collins – maio 2011

De acordo com a DPU-SP, Collins abusou ao usar "trabalho escravo para aumento de lucro" (Bianca Pyl)

De acordo com a DPU-SP, Collins abusou ao usar “trabalho escravo para aumento de lucro” (Bianca Pyl)

A Defensoria Pública da União em São Paulo (DPU/SP) ajuizou ação civil pública contra a empresa de vestuário Collins, envolvida em flagrante de trabalho análogo à escravidão em agosto de 2010. Trata-se da primeira ação coletiva apresentada pelo órgão ao Judiciário trabalhista. “Por falta de defensores, não há como atuarmos também na Justiça do Trabalho. Contudo, quando há uma relação com questões de direitos humanos, como é o caso do tráfico internacional e do trabalho escravo, nós atuamos”, observa Marcus Vinícius Rodrigues Lima, do Oficio de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da DPU/SP, que moveu a ação.

Saiba mais:
DPU ajuíza ação contra a Collins por trabalho escravo 

Pernambucanas – abril 2011

Mulheres também foram encontradas em condições análogas à escravidão na oficina em rua tranquila da Zona Norte da capital paulista (Bianca Pyl)

Mulheres também foram encontradas em condições análogas à escravidão na oficina em rua tranquila da Zona Norte da capital paulista (Bianca Pyl)

A casa branca, localizada em uma rua tranquila da Zona Norte da capital paulista, não levantava suspeita. Dentro dela, no entanto, 16 pessoas vindas da Bolívia viviam e eram explorados em condições de escravidão contemporânea na fabricação de roupas. O grupo costurava blusas da coleção Outono-Inverno da Argonaut, marca jovem da tradicional Pernambucanas, no momento em que auditores fiscais da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) chegaram ao local. A marca este envolvida em dois flagrantes: um em março de 2011 e outro em setembro de 2010.

Saiba mais:
Trabalho escravo é flagrado na cadeia da Pernambucanas
Rede Pernambucanas esteve envolvida em flagrante anterior 

775 – novembro 2010

Meio ambiente de trabalho na oficina que atendia a marca 775 era irregular e prejudicial aos trabalhadores (SRTE-SP)

Meio ambiente de trabalho na oficina que atendia a marca 775 era irregular e prejudicial aos trabalhadores (SRTE-SP)

Fiscalização encontrou duas bolivianas em condição de trabalho escravo no meio urbano e providenciou abrigo às vítimas. Submetidas a uma rotina de violências físicas e morais, elas costuraram exclusivamente para a marca 775.

Saiba mais:
Costureiras são resgatadas de escravidão em ação inédita

IBGE- outubro 2010

Quando chegou ao complexo de oficinas, fiscalização flagrou boliviano vestindo colete do IBGE, confeccionado em regime análogo ao escravo (Bianca Pyl)

Quando chegou ao complexo de oficinas, fiscalização flagrou boliviano vestindo colete do IBGE, confeccionado em regime análogo ao escravo (Bianca Pyl)

Vencedora da licitação dos 230 mil coletes deixou quase toda a produção (99,12%) para terceiros. Um deles, que não tinha nem registro básico, repassou parte da demanda para oficina que mantinha trabalho escravo.

Confira:
Escravizados produziram coletes de recenseadores do IBGE

Marisa – março 2010

Oficina de costura fiscalizada produzia peças femininas para a Marisa, uma das maiores redes varejistas do país (Maurício Hashizume)

Oficina de costura fiscalizada produzia peças femininas para a Marisa, uma das maiores redes varejistas do país (Maurício Hashizume)

Etapas do processo desde o aliciamento até as lojas do magazine foram apuradas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE-SP), que aplicou 43 autos de infração, com passivo total de R$ 633,6 mil.

Saiba mais:
Escravidão é flagrada em oficina de costura ligada à Marisa
Marisa assina Pacto contra escravidão e anuncia mudanças
Marisa é suspensa de pacto contra escravidão
Para AGU, Marisa deve ser incluída na “lista suja” do trabalho escravo
Justiça absolve Lojas Marisa em caso de trabalho escravo

Especial atualizado regularmente com inclusão de novos casos.

Esta matéria foi originalmente publicada pelo Repórter Brasil

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  • Tiago Sebo Perdizes

    Pior exploração elitista que essa só as jóias de ouro e diamante.

  • Murilo De Oliveira Arins

    Fiquei na dúvida: A matéria é sobre escravidão da escrita correta?

  • Natália

    Precisa atualizar com o caso Renner, que apareceu essa semana… =/

  • EU

    Nossos encargos trabalhistas são tão altos que para muitas pessoas velem a pena correr o risco de tentar burlar. É hora de parar de botar a culpa no patrão e olhar os custos do negócio que já está ficando inviável no Brasil. Um país é feito por empresas ela é quem paga as contas, goste ou não. O Brasil mata quem a sustenta, estrupa a sua galinha, um dia o ovo vai parar. Para se ter uma ideia: se vc recebe 880 reais liquido, vc custa em média para a empresa 2300 reais. Se em um determinado período vc apresentou um trabalho diferenciado e seu patrão te bonificar com 88 reais, isso irá custar para ele 230. A culpa não é só do patrão, o estado tem q fazer a parte dele.

  • Helene Camille

    Agora digo uma coisa para você Anônimo: VOCÊ É PHD E DRº HONORIS CAUSA EM ANALFABETISMO FUNCIONAL. Para ser mais clara, é aquele que LER e NÃO consegue ENTENDER.

  • Antonia

    Trabalho escravo é crime e não tem punição e existe,mas ninguém se importa não eles que são escravos e tem que se submeter a tudo.Além do mais o próprio governo federal,estadual,municipal estão fazendo o povo brasileiro de escravos e pousando de bons moços!!!Então estas pessoas pedirão ajuda a quem?

  • stephen

    Quantas “humanidades” existem no mundo?

  • anonimo

    é incrivêl como ainda temos trabalho escravo não só em confecções! aqui na minha cidade tem um restaurante regional que deixo o funcionário ficar na merda total e não demite para não pagar os direitos do empregado e quando ele(empregado)não se demite o cara colocar pra fora por justa causa.A justiça pe mesmo cega , absurdo total.

  • No final, todas as grandes lojas utilizam da “inocências” daqueles que querem ter o dinheiro da sobrevivência. Triste Brasil! Apesar que no Mundo todo é assim.

  • Cristiano Teixeira Carvalho

    Enquanto houver essa exploração por algumas empresas inescrupulosas, outras que são honestas e responsáveis serão alvo de matérias levianas publicadas no passado…

  • Bilia Ateliê

    muito bom a colocaçao da Ana Gontijo. E muito triste ver pessoas acharem chic usarem roupas dessas grifes. Chic mesmo e ter senso de responsabilidades perante nossos irmaos menos favorecidos.

  • Bilia Ateliê

    gostei muito do que foi colocado principalmente pela Ana Gontijo. Nao entendo como gente que acha chic vestir roupa de grife, mesmo sabendo como sao confeccionadas. Gente alienada e sem sentimentos.

  • Joaquim Barreto Barreto

    MARISA. LELIS BLANC, E OUTRAS QUE VERGONHA É POR ISSO QUE ESTÃO RICOS, CONTRATANDO ESCRAVOS

  • Adriana Oliveira

    Na boa, gente. Alguém aqui acredita que uma empresa de vestuário consiga ser competitiva sem usar trabalho escravo? O povo compra onde roupa ou onde é mais barato, ou nas marcas que proporcionam status. Estão pouco se fodendo pra quem fez a roupa, se era escravo ou não. A empresa que não entra no esquema, não consegue competir com as outras. É a tal lógica do mercado, não?

    • Rafaell

      Se for seguir a sua lógica, daí toda empresa vai querer usar trabalho escravo pra ser mais competitiva. Isso é crime e deve ser punido. Essas empresas estão fazendo tráfico de pessoas, pagando uma mixaria e ainda lucrando 100 vezes mais no valor final do produto.

  • Lili

    Gente, vamos deixar de ser hipocritas…..todo mundo compra essas marcas……e voces acham que pensam quando estao comprando na criança no meio da produçao, nos trabalhadores que nao vevem a luz do sol.,…nao, nao pensam!! Meu ramo no momento,faz parte dassa vergonha , pois trabalho em uma boutique que vende inclusive, essas marcas citadas…..ainda bem, que breve, mudarei de ramo…….pra deixar de fazer parte dessa vergonha……BOM RETIRO ,SP, INTEIRO E ESCRAVIZADO……..por que voces acham que vem gente ate da Argentina, outros estados,fazer compra em Sao Paulo……..peças baratas demais!!! Enquanto enchemos nossas sacolas de compras, com certeza. muitas pessoas nem tomaram agua naquele dia……CADA UM QUE FAÇA A SUA PARTE!!!

  • Vanessa Stangl

    Livro negro das marcas – O lado obscuro das empresas globais é um livro escrito pelo jornalista austríaco Klaus Werner. É um best-seller, com mais de 150 mil exemplares vendidos e traduções em várias línguas.
    Nele o Autor denuncia marcas como Adidas, Bayer, C&A, Coca-Cola, McDonald’s, Monsanto, Nestlé, Nike, Siemens, Shell…quais das nossas marcas preferidas sustentam corrupção, trabalho infantil, tráfico de armas, destrução do meio ambiente e a tortura de animais?

    Vocês já pararam para pensar niste????

    • Monica Cestari

      não to achando em português pra comprar…

  • Vanessa Stangl

    Realmente ultrajante! Eles ganham 7 reais por unidade, só que seguramente nao produzem 1 unidade só, ao dia!
    E os brasileiros quer trabalham um mês inteiro por 1 salário minímo (01.01.2014 R$724,00 ao mês, R$24,13 ao Dia e R$3,29 por hora).
    Neste caso se for um roupa mais fácil de costurar ele acaba ganhando R$7,00 por hora. Um professor Estadual ganha menos de R$10,00 por hora/aula e isto, só os do ensino Médio.
    Ou seja, está tudo errado; só o salário dos politicos que nao!!!!

  • maria

    Se depender do meu dinheiro essas empresas vão morrer de fome, a partir de hoje. Digo Não ao trabalho escravo.

  • Arno Saints

    E o pior, a escravidão de Cuba poderemos ter igualzinha, por aqui !

  • Sandra

    Com portugês claro ou não é TRABALHO escravo e ponto! Feliz de você anônimo que pode estudar! E trabalho escravo é indigno,é crime. Precisa saber escrever pra entender isto!!!!

  • Alex Cardoso

    as leis braZileiras que só servem para destruir quem emprega ,produziu 100 ,recebeu por 100 ,conta justa para todos ,vivem em condições ruins ,ficariam pior se não estivessem trabalhando ….

    • Jackson Correia

      Ou será que são não são os empresários brasileiros que ainda não perceberam que o período colonial acabou e querem cada vez mais aumentar seus lucros em cima da exploração dos menos favorecidos?

  • Renata GP

    Senti falta de OUTRAS FONTES. Pelo que vi, todos os links do “Saiba mais” são direcionados para o site “reporterbrasil”. Apesar de ser um tema mt relevante, apenas um site como fonte deixa a denúncia pobre…

  • Fabio

    Vamos aproveitar a discussão e não comprar nada que vem da china, afeganistão etc. Nossa indústria está desaparecendo com a concorrência desleal deles que usam mão-se-obra escrava. Temos que combater aqui, claro! Mas se deixarmos de comprar as nossas marcas e compramos as deles só vamos trocar a escravidão de lugar!

    • Ingrid Hahn Rosso

      Parabéns, até então, você foi o que me apresentou argumentos fortes, simples e diretos. e posso falar, temos uma pequena confecção, utilizamos serviço de facções pequenas legais, mas mesmo assim, é difícil de concorrer, com esses produtos que vem de fora ou que são produzidas aqui,com preços absurdamente baixos, e que sabemos que vem através da exploração de mão de obra escrava ou subvalorizada. E grande culpado por isso tudo ainda é o consumidor final, que não pára um instante para entender o porque de preços tão baixos, e que parece-me que pouco se importam. E quanto aos bolivianos e coreanos estarem vindo é a mesma máxima de muitos brasileiros irem para os EUA, economia em caos, Pois assim como muitos brasileiros ( muitos amigos meus) foram para os EUA para trabalhar lá, muitas vezes fazendo jornada de 24 horas, assim ocorre com os bolivianos, que em seu país também passam por falta de oportunidade.

  • anonimo

    Esses otários que vem para o Brasil ILEGALMENTE acha que merece ser bem atendidos? Trabalho escravo mesmo.

    • Mario Martins

      Que pessoa burra!

    • Emily De Avelar Alves

      Não vou desejar que encontre outra pessoa que tenha padrões estabelecidos de quais quesitos alguém deve preencher para ser tratado como humano e que você não se encaixe neles.

    • Anonimo

      sua mãe tbm devia ser extraditada junto com vc. Pra não ter perigo de vir outro jumento da sua família falar uma merda dessas. Ah um chicote nesse lombo pra calar a boca e ter consciência da merda que tá falando

      • Beto

        Por que os babacas que só vêm xingar e proferir discursos de ódio, sempre o fazem anonimamente?

    • Osmar

      Que imbecil¹

    • Daniel Bednarski

      Fascista detectado

    • Thomas Meduneckas

      Uma pena você ser burro o suficiente para não perceber que estas pessoas são traficadas e não vem para o Brasil para serem escravos por livre e espontânea vontade.

    • cris ricci

      Otário é você, seu ridículo! e o respeito entre as pessoas ? coloque – se no lugar deles. E se fosse você que saísse do Brasil e tivesse que passar por isso no exterior ? Ás vezes eles mudam de país em busca de uma vida melhor e acabam desse jeito por falta de opção. Essas empresas faturam milhões por mês, enquanto essas pessoas inocentes que só querem ganhar dinheiro honestamente são exploradas desse jeito e não ganham quase nada por isso. Imagine se fosse com você, também iria odiar, Pense nisso,tenha um pouco de compaixão. São humanos assim como você, mas pensando bem, com esse tipo de pensamento , podemos dizer que são humanos melhores que você.

      • cris ricci

        e outra coisa, a maioria das vezes são traficadas, e nem estão aqui por que querem. só fico impressionada como pode existir gente tão nojenta e tão mau caráter como você, meu Deus!

    • Jackson Correia

      Tua mãe.

  • anonimo

    Trabalho nessa empresa e vejo que pior de tudo isso e que ainda tem oficina trabalhando e não recebem ficam o dia todo e o Sr Lee, Leonardo, Estela ,nem falam com os coitado fica o dia todo na recpição sentados e depois de tanta espera vão embora, com os fucionario a mesma coisa mandam embora ficam esperando eles realizar a rescisão fala que vai parcelar 2x ou 3x pra depois fazer a homologação ,fornecedores que vendem os seu produtos do mesmo jeito, tratam as pessoas como lixo.
    Agora me diz se isso não é TRABALHO ESCRAVO.

    • anonimo

      O que digo é que você precisa é de um bom curso de português. Meu amigo… me deu até câncer nos olhos pra tentar entender algo que você digitou.

      • Emily De Avelar Alves

        Você deveria se indignar por outra coisa, isso sim. Não é a hora e nem o lugar pra despejar militância do bom português.

        As condições de trabalho são tristes, mesmo com nossa bela legislação trabalhista, um dos âmbitos mais eficientes da Justiça brasileira não conseguimos acabar com essa situação degradante.
        Vocês não se sentem seguros para mover uma ação coletiva na Junta? (Sei que isso acontece e até entendo, alguns trabalhadores empurraram dez anos de um trabalho em péssimas condições por medo de retaliação ou não encontrar um novo serviço)

        • cello lima

          Muito bem!, vc fez uma ruptura necessária e muito inteligente. Absurdo diante te tal barbaridade, as pessoas ficarem mudando o foco e colocando suas ‘palavras pretensiosas a serviço de nada’.Exatamente por estas e outras, que o nosso país fica do modo que está, as humanidades estão sendo esquecidas isso é muito dolorido, precisamos resgatar o verdadeiro sentido de palavras que segundo os que julgam ‘donos’ da língua e da linguagem, caíram em ‘desuso’, a FRATERNIDADE por exemplo. Parabéns para vc !, além da matéria triste e indignante, mas esclarecedora, ler-te foi a melhor coisa que vi aqui.

      • Ana Cris Gontijo

        É bem típico mesmo de quem não tem argumentos atacar o uso “errado” do Português. Eu entendi perfeitamente o que ele quis dizer, entendi os argumentos. Sou das que acreditam que o conteúdo é muito mais importante que a forma. A Língua serve para ajudar as pessoas a se comunicarem. E, neste caso, sinto lhe dizer que o outro, mesmo cometendo erros de Português, se saiu bem melhor que você. Ele apresentou argumentos. Você apenas reproduziu o discurso preconceituoso e não acrescentou nada à discussão. Melhore.

        • Maggie Garcia

          Exatamente , vamos direto ao ponto. A questão aqui NÃO é o bom ou mau português do cidadão.
          Gente, trabalho escravo existeeeeeeeee ainda!!!!!

        • Ana Oliveira

          Realmente ele deu o recado e para quem sabe ler pingo e letra.

        • ataqueninja

          “Eu entendi perfeitamente o que ele quis dizer” – Mesmo? Eu não entendi foi porra nenhuma.

          • Carlos

            Então talvez não seja ele que precise um curso de português, mas você que precise um de interpretação de texto. A mensagem está claríssima.

          • JULIO MARTINS

            TALVEZ PORQUE SEUS PAIS NAO TIVERAM QUE SE SUBMETER A TRABALHO ESCRAVO PRA TE SUSTENTAR.

          • Olivia

            Desculpe, Júlio, eu também não entendi muito bem a mensagem do rapaz. Não vi tantos problemas assim de português como o “segundo anônimo”, e muito menos gostei do jeito que ele escreveu, mas a mensagem não ficou tão clara. Só entendi que as pessoas do trabalho dele são tratadas como lixo, mas o comentário dele não foi tão claro assim. E não, meus pais não tiveram que se submeter a trabalho escravo pra me sustentar, assim como deveria acontecer com todo mundo. Não é pecado poder dar uma boa educação para os filhos.

          • Humano

            não é pecado, mas é muita insensibilidade criticar português de trabalhador escravo em vez de se deixar tocar pela desgraça alheia e injustiça… Por humanidade poderia investir o tempo de ler duas vezes.
            Isso mostra como o conceito de humanidade está distante das elites.

          • Toma!

            Parabéns Olívia! Acrescentou bastante teu texto bem educado! Má vá catá coquinho!

          • tatiana

            Talvez vc não entendeu porque seu único neurônio estava se recuperando de um carga horaria excessiva de trabalho,espera ele se recompor e volta aqui,quem sabe da próxima vez vc possa entender alguma coisa!

          • Toma!

            Então tua opinião não serve pra porra nenhuma!

        • Meire Chead

          Parabéns , Ana Cris pela colocação, com certeza ele não sabe o que é trabalho escravo , nunca deve ter passado por isso, imagine vc trabalhar em uma empresa que trata os funcionários como lixo.!!!!!

        • Tarcisio Alfonso Wickert

          Estou em pleno acordo contigo, Ana Cris. De fato todo e qualquer trabalho que fere a dignidade humana, é escravista.

        • Raposinha

          Verdade, concordo com você Ana Cris! ” me deu” kkkkkkkkk !
          O cara quer falar mal do erro do outro, se nem ele sabe escrever direito!!! Se for para corrigir a escrita de alguém, pelo menos aprenda a escrever antes! :p
          O conteúdo é super relevante e preocupante!

        • Miry

          Ana Cris Gontijo, parabéns pela defesa.

        • Ana Joaquina Belasquem Gentili

          Perfeito Ana Cris Gontijo, o cara aí chega a ser imoral. Ele é o próprio câncer!

          • Ana Cris Gontijo

            Oi, Ana. Concordo com a primeira parte de seu comentário. Mas acho triste comparar pessoas com uma doença tão cruel como o câncer. Depois que minha mãe teve câncer é que vi como é difícil. Beijo.

          • Toma!

            Ana Cris: a Ana Joaquina citou o cãncer porque foi o próprio idiota lá de cima que disse que tava dando câncer nos olhos dele por ler aquilo… se liga!

          • Ana Cris Gontijo

            Olá, Toma! Estou ligada. O cara disse que o Português errado do outro estav dando câncer nos olhos. Achei erradíssimo, tanto que comentei. Mas aí vem outra pessoa e diz que o cara é o próprio câncer. É legal devolver agressão com agressão? Eu, Ana Cristina, não gosto. Mas sim, eu tinha percebido que era uma resposta à agressão inicial. Também não tenho pretensão de consertar o mundo (porque não consigo nem mesmo fazer sempre as melhores escolhas para a minha própria vida), mas eu não tive a intenção de ofender a Ana Joaquina. Se a ofendi, peço que me desculpe. Eu só continuo afirmando que, na minha opinião, não é legal chamar os outros de câncer. Nem mesmo se o outro tiver dito que meu Português dá câncer nele. Abraços.

        • Vini

          “Pra tentar entender”? O certo não seria “PARA tentar entender”? HAHAHA

          • André

            “Pra” ou “Para”, tanto faz, os dois estão corretos. A única coisa que muda é a formalidade.

        • Lucimar

          Perfeito! Parabéns, Ana!

        • Lucimar

          Muito bem, Ana Cris! Há pessoas que não sabem distinguir comunicação e língua. E não sabem, também, que a língua é uma definição autônoma e fornece ponto de apoio para a reflexão. Assim, todos entenderam o texto!

        • Jeferson Paz

          E é bem típico de gente letrada achar que escrever bem ou ter curso superior torna alguém uma pessoa de carater. Não entendi sua revolta! Você escraviza alguém?

        • Andressa Alencastro

          Os chamados “puristas da língua” (na internet são referidos como “grammar nazi”) esquecem que a principal função desta é a COMUNICAÇÃO. É verdade que faltam palavras ali que deixariam mais clara a situação, mas a exposição dele foi passada através de argumentos pertinentes. Essa barreira de intolerância e preconceito é que provocam cada vez mais esse afastamento social. As pessoas se prendem a valores superficiais.

          • Ahmed

            Não é barreira de intolerância defender a norma culta do próprio idioma,ou ficar confuso diante de uma explanação mal construída.O problema é que infelizmente não é oferecida educação de qualidade para todos,o que não justifica a tese “o importante é somentee a comunicação”. E sim,existe muito trabalho escravo, no Brasil,na E uropa ou em qualquer outro lugar no mundo.

          • Luciano

            Europa se escreve junto, já que defende a norma culta!

          • Bárbara

            É barreira de intolerância, sim, quando caracteriza preconceito linguístico, como ocorreu no post ao qual estamos respondendo e ocorre todo o tempo internet afora… (Sim, “preconceito linguístico”. Sim, isso existe!)

          • Esmael Leite da Silva

            Neste caso, esta nítido que é um caso de intolerância gramatical.

          • Ana Cris Gontijo

            Não conhecia o termo “gramar nazi”, mas faz muito sentido. Especialmente o sentimento de supremacia (neste caso, nem tanto racial, mas cultural e linguística). :o(

        • Marta

          Concordo plenamente com vc. Tem pessoas que nao se preocupam com a essência das coisas. Pura ignorância.

        • limafemarcos

          Isso !! ANA Leva um dez com louvor !! Só faltou dizer para esse infeliz enfiar o português correto dele no orifício anal , só burros não entenderam !!!! aposto que se fosse um gringo achariam lindo e diriam ai eu entendi tudinho , cambada de ….

        • Andreia

          Boa Ana Cris Gontijo.. me deu nojo desse anônimo preconceituoso e ignorante..Agora.. quanto ao câncer nos olhos.. sei não ..deve ter problema é no espírito…(de porco)

        • Edilaine Araújo

          Bela réplica Ana Cris!

        • Luiz Abreu

          Nossa, virei seu fã!!!

        • Anna Chris

          parabéns, é isso mesmo!

        • hebe

          Perfeita a sua defesa.

      • P.M.S.

        Pelo que vejo, você é escravo da sua própria ignorância e para esta não há salvação…

      • Mara Oliveira

        Porque vc nao se identifica???

      • Ceíta Jansen

        Que pessoa ridícula e desumana é você, quem sabe que o que você sentiu nos olhos não está chegando pra você ou pra um dos seus.Não esquece que o mundo dá muitas voltas e nessas voltas tu já podes estar à caminho dos quintos do inferno …coisa ruim, professorzinho de merda que você é.

      • Paulo

        Saber escrever, falar e se comunicar é essencial para conquistar algo na vida, talvez por isso ele precise se sujeitar a trabalhar em uma empresa que não dá as devidas condições, é certamente um dos motivos que leva uma pessoa a ser explorada. Acha que é culpa dele? Bom, não vivemos na Suíça, se acredita que ele é culpado por não saber escrever, mesmo vivendo em um país como o nosso, que não fornece nem educação, nem saúde e nem segurança de qualidade, então me dá o direito de achar que você também é culpado de sua ignorância, ainda que a manifeste em “bom português”.

      • Irritado com antas

        Qualquer pessoa entenderia muito bem o que ele quis dizer, como dizem: para um bom entendedor meia palavra basta.
        Agora o câncer que “deu” em teus olhos foi parar no teu cérebro de anta também, ignorante. E mais uma coisa, muitas coisas não melhoram em nossas vidas, por causa de pessoas como você, que só vê o lado ruim das coisas, não sabe tirar proveito para a própria aprendizagem, critica os outros, e não FAZ NADA!!!

      • JULIO MARTINS

        NO MINIMO VC É FILHO OU DONO PARA PENSAR EM CORRIGIR O PORTUGUES DE QUEM TENTA DENUNCIAR BANDIDOS.

      • vini

        “Pra tentar entender”? O certo não seria “PARA tentar entender”? HAHAHAHA

      • ALF

        ENQUANTO VOCÊ ESTUDA, TEM NEGO TRABALHANDO 18 HORAS POR DIA!
        PS: SE EXAMINAR A FUNDO O PORTUGUÊS DELE NESTE TEXTO, EQUIVALE AO SEU CARÁTER DE CRITICAR ESTUPIDAMENTE, E CRITICAR ESTUPIDAMENTE ANÔNIMO!

      • Jackson Correia

        Tu é babaca hem. Aprende a contestar, se é isso que você quer, mas, usar essa estratégia é muito idiota.

      • Ana Fatíma Da Costa Simon

        Ele talvez tenha que melhorar o português e isso é fácil,difícil é melhorar uma alma feia como a sua.

      • anonimo

        vc é um idiota amigo.

        • Carmen

          É bem isso que eles querem, que vocês fiquem discutindo erros de escrita enquanto eles continuam explorando os necessitados e ganhando dinheiro em cima de quem se propõe a pagar valores imensos em roupinhas de grife. Continuem assim que nada vai mudar, estão fazendo o jogo deles.

      • Renata

        Não é como ele digitou seu ignorante e sim o que significa cada palavra.

      • Ana Prado

        Que morra de câncer já que é incapaz de compreender a questão em debate. Deve ser mais um que explora e está cada vez mais rico com a mais valia dos empregados.

      • tatiana

        Alem de vc ser ridículo,ainda não passa de um covarde que vem aqui fazer criticas e se colocar em anônimo.Se vc faz tanta questão de português correto,aqui não e o lugar ideal pra vc debater seu ponto de vista,pois o foco aqui e outro ,so uma anta como vc não percebeu!

      • Humano

        você, conivente com trabalho escravo, deve ser um dono de confecção com muitos escravos. Deve estar orgulhoso de comer sangue humano.

      • Toma!

        Morra de câncer então seu bosta!

      • JooonsJoonz

        classe média de merda, pessoas como você mereciam realmente ser baleadas por esses “analfabetos” que vocês segregam, vai morrer sofrendo

        • Caio Macedo

          galera relaxem e busquem entender que uma mensagem esta sendo passada e vocês estão se preocupando com a português da pessoa? tenham mais um pouco de bom censo…Estamos tratando de trabalho escravo e se tem alguém que faz parte de algum órgão publico lute para que isso diminua mais e sem tem engenheiros e técnicos de segurança busquem exercer suas funções com dedicação para que vidas possam ser beneficiadas e se você não é nenhum dos que eu citei e sabe de casos assim denuncie pois tenho certeza que com essa ação você irá salvar muitas vidas da miséria…

      • Baunis

        Escroto !!

      • Cláudia

        Pena que vc não morreu com seu câncer…idiota. Vc deveria se preocupar com o problema real. Que é de trabalho escravo que existe e nós ainda alimentamos isso dando valor a essas e tantas outras marcas…

      • edward

        boa
        rsrs

      • Helene Camille

        Agora digo uma coisa para você Anônimo: VOCÊ É PHD E DRº HONORIS CAUSA EM ANALFABETISMO FUNCIONAL. Para ser mais clara, é aquele que LER e NÃO consegue ENTENDER.

      • olar

        já ouviu falar em linguistas sr especialista em lingua portuguesa?

      • joao

        cidadão, tua gramática é tão ruim quanto a dele. Espero que voce aprenda com erro del ee com seu também. ok

    • Ezequiel Monpean de Freitas

      Gente, não culpo as empresas a qual possuem as grifes, pois estes
      serviços são tercerizados a uma empresa que por sua vez ela executa o
      corte dos tecidos e repassam o serviço de costura para outras oficinas,
      Que ai sim empregam esses pobres diabos que vem da bolivia
      clandestinamente sem documentos. O lucro destas oficinas são muito
      baixo, pois o serviço ate chegar na mão deles ja passou por dois ou tres
      intermediários e os Bolivianos por sua vez trazem famílias inteiras
      para se sugeitarem a isso. No entanto é difíci, condenar ou julgar, mas
      como os fiscais chegam nestas pequenas oficinas e encontrao as etiquetas
      de marcas conhecidas, é elas que são condenadas. No meu entendimento,
      todos os estrangeiros clandestinos nesta situação deveriam ser
      extraditados sem direito de retorno e uma fiscalização para acabar com
      esses atravessadores que lucram sem realizar nenhum serviço.

      • Anonimo

        meu querido, a empresa que está terceirizando TEM OBRIGAÇÃO de saber o que está acontecendo! Leia novamente a reportagem e verá que algumas das empresas que apareceram aqui, contribuíram indiretamente para o trabalho escravo. M.Officer foi uma. Leia de novo antes de falar que não tem culpa. TEM CULPA SIM E NAO SÓ NAO DEVE ACEITAR ESSE TIPO DE TRATAMENTO, COMO DEVE DENUNCIAR. O omisso (aquele que sabe mas não faz nada), também responde por crime de omissão. E deixe de ser preconceituoso que não é so com estrangeiro que acontece isso não. Tem mto brasileiro se fodendo na mão de aliciadores. Deixe seu comentário inútil pra vc, antes de escrever uma merda dessas “No meu entendimento, todos os estrangeiros clandestinos nesta situação deveriam ser extraditados sem direito de retorno”. NO MEU ENTENDIMENTO, QUEM TEM QUE SER EXTRADITADO É A SUA PESSOA, E PRA BEM LONGE. Comentário inútil, imbecil. Se for pra falar merda, é melhor ficar quieto. Imbecil!

      • P.M.S.

        Sim, mas para isso existe o instituto da culpa in vigilando, ou seja, culpa em vigiar, o que significa que tais empresas tem que ter controle sobre a mão de obra terceirizada e até mesmo quarteirizada.
        Veja que, com exceção das lojas Pernambucanas e Marisa que tem um apelo mais popular, e salvo outra que tenha fugido à minha atenção, as demais são lojas super conceituadas e valorizadas no mercado, o que lhes conferem condições mais que suficientes para a fiscalização.
        Em relação aos estrangeiros, concordo que medidas têm que ser tomadas imediatamente, pois, com esta concorrência desleal, nossa economia já apresentando sérios sinais de desgastes e muitas empresas demitindo, como estão, se continuarmos sendo condescendentes estamos rumando ao caos e ao desemprego entre nós.

      • Thomas Meduneckas

        Colocar a culpa na vitima é sempre a solução… As grandes empresas são as reponsáveis por manter essa estrutura. Outras marcas do mesmo nicho não aderem tais praticas. Culpar os bolivianos que são traficados para o Brasil por serem escravos é no minimo idiotice, pra não dizer falta de carater

      • Ana Prado

        Ezequiel, não entre em defesa de patrões que vivem da mais valia dos seus empregados. É bom que saibamos quem contribui para colocar o país no patamar dos miseráveis, na condição análoga de trabalho escravo, assim não consumimos essas marcas. Que seus estoques apodreçam!

      • Célia Carvalho

        Mas com certeza as empresas têm conhecimento,se elas não estivessem com tanta pressa do lucro e quisessem dividi-lo com outros profissionais daqui legalizados, poderiam eles mesmo ter esse espaço e evitar aborrecimentos.

      • Marlene Matos

        Tipico discurso da burguesia do capitalismo selvagem…

    • gustavomda

      Dica de leitura pra geral aqui (tô vendo muita gente precisando ultimamente): “Preconceito Linguístico – o que é, como se faz”, do Marcos Bagno.

    • alan

      e você , por um acaso, denunciou este fato a justiça? faça asua parte.

    • Esmael Leite da Silva

      Você é uma pessoa inteligente e tem uma clara percepção do mundo, vc conseguiu fazer uma análise clara da situação da empresa em que trabalha, parabéns, assim como você espero que esta situação um dia mude, uma pessoa se torna sábia pelo entendimento das coisas que a envolvem e não se deixam levar pelas aparencias, Grande abraço.

    • copeto peres

      É um retrato do nosso Brasil. Não se pode exigir bom português de trabalhadores que correm atrás de salário, muitas vezes abaixo do mínimo. É um retrato da exploração dos individuos mais humildes…é um retrato da educação no Brasil, que privilegia as elites e deixa os pobres na ignorancia. é um retrato do Brasil onde migrantes são explorados por grandes marcas que vestem ladies e gentlemen…é mais para refletir que debochar dos demais que procurem um curso de português

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