Comece o ano colocando tudo no lugar, inclusive a coluna

“Sente-se direito!” é o conselho de toda mãe para os pequenos. Isso porque, mesmo sem conhecimento, só pelo instinto, todas elas sabem que a coluna é uma parte fundamental no corpo humano. Afinal, entre tantas atribuições, é por meio dessa parte do corpo que o sistema neurológico se distribui e está protegido, fazendo interligação com o cérebro. Logo, o desalinhamento dela e dos discos vertebrais podem afetar estruturas, órgãos e funções que aparentemente não estão correlacionados e, assim, gerar alguns transtornos, como dores locais, enxaquecas, problemas respiratórios, intestinais, entres outros.

Para alinhá-la de maneira correta existe o Instituto Brasileiro de Coluna que, desde 1997, dedica-se ao tratamento por meio da Chiropatia (sem o uso de medicamentos ou cirurgia, utilizando-se somente da manipulação das vértebras com as mãos) e é a maior instituição de tratamento não cirúrgico da América Latina. “Cerca de 98% de nossos pacientes obtêm êxito, pois no Instituto o tratamento só começa após a realização de exames clínicos. Todo o nosso atendimento é personalizado e fundamentado em conhecimentos científicos. Somos diferenciados por termos habilidade de analisar de forma complexa”, explica Flávio Calixto, doutor em Chiropatia pela Parker University (Estados Unidos), especialista em Biomecânica pela mesma universidade e fundador do Instituto Brasileiro de Coluna.

Segundo ele, a Chiropatia estimula as vértebras e articulações e reordena o sistema nervoso. “Costumo dizer que noto na ‘cara’ dos pacientes que o tratamento está surtindo efeito. Porque, uma vez que eles se sentem bem, ficam mais felizes”, conta.

No Instituto, localizado em Curitiba, o paciente passa por um exame físico para saber quais são as limitações apresentadas e na sequencia é feito um estudo biodinâmico da coluna. Com o auxílio de raios X, o Dr. em Chiropatia identifica os possíveis desvios, compressões, desgastes e fraturas e, após esse processo, é iniciado o tratamento. “Acho importante que a pessoa tenha um comportamento preventivo, mas que, principalmente, entenda que há um tratamento não agressivo e não invasivo, que soluciona tempos de maus tratos à coluna”, finaliza.

 
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