Cidadãos de Pequim são presos por distribuírem calendários sobre Falun Gong

Três moradores de Pequim foram presos em 7 janeiro de 2015 por darem às pessoas calendários que continham informações sobre o Falun Gong.

Os três, sra. Jia Fengzhi, sr. Ma Zhanquan e sr. Wang Jianfu, foram presos pela polícia da Divisão de Segurança Doméstica do Departamento de Polícia do Distrito de Pinggu, da Delegacia de Binhe e da Delegacia de Yuyang.

A polícia saqueou suas casas e confiscou vários itens pessoais. Eles levaram um calendário da casa da sra Jia; um laptop, um computador desktop e uma impressora no valor de cerca de 10.000 yuanes da casa do sr. Ma; e três impressoras, três laptops e um gravador de DVD no valor de mais de 10.000 yuanes da casa do sr. Wang.

Os praticantes de Falun Gong na China baixam os calendários do site Minghui.org e os imprimem para dar às pessoas como um presente de ano novo. Os calendários tornaram-se um item popular desde que os praticantes começaram a distribuí-los alguns anos atrás.

Prisões anteriores e perseguição

O sr. Ma, do bairro de Pinggu, em Pequim, foi condenado a dois anos e meio de trabalho forçado em 2002. Um ano depois de ele ter sido liberado do campo de trabalho forçado, ele foi condenado novamente a três anos de prisão. Sua esposa foi condenada a dois anos e meio de trabalho forçado e a três anos de prisão. A polícia constantemente assediava seus pais, sogros e sogras e seu jovem filho. A mãe angustiada do sr. Ma faleceu enquanto ele estava na prisão.

O sr. Wang, da vila de Xigao, do bairro de Donggaocun, foi preso em 2001 e condenado a sete anos de prisão. Sua esposa também foi presa, deixando a filha sozinha em casa para cuidar de si mesma, por conta própria.

A sra. Jia Fengzhi, do bairro de Pinggu, havia sido condenada à trabalho forçado antes de sua prisão recente.

De acordo com o minghui.org, 81 praticantes de Falun Gong foram perseguidos pelas autoridades do distrito de Pinggu, onde quatro praticantes morreram como resultado da perseguição.

Para mais informações sobre os envolvidos na perseguição ao Falun Gong, visite o artigo original.

 
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