China não forneceu ‘dados originais suficientes’ sobre a propagação do vírus do PCC, afirma Consultor de Biden

Por Jack Phillips

O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, disse que o Partido Comunista Chinês (PCC) não forneceu aos Estados Unidos dados suficientes sobre a disseminação do vírus do PCC no país em 2019 e 2020.

“Não acreditamos que a China tenha disponibilizado dados originais suficientes sobre como essa pandemia começou a se espalhar tanto dentro da China quanto por todo o mundo”, disse Sullivan ao jornal “Face the Nation” da CBS News no domingo.

O PCC foi criticado por sua falta de disposição em fornecer informações sobre as origens do vírus e seus movimentos para silenciar denunciantes, médicos e outros quando o vírus varreu Wuhan no ano passado.

“Acreditamos que tanto a OMS quanto a China devem avançar nessa questão”, acrescentou Sullivan, referindo-se à Organização Mundial da Saúde, acrescentando: “É necessária uma pesquisa de base científica para ter acesso a todos os dados e não apenas para saber o que aconteceu nesta pandemia, mas também para poder prevenir futuras pandemias”.

Isso aconteceu quando o conselheiro da OMS, Jamie Metzl, afirmou que a investigação da organização apoiada pela ONU sobre as origens do vírus foi de fato realizada por autoridades chinesas .

“A investigação em si foi muito curta”, disse ele em entrevista à Fox News. “Foram duas semanas de quarentena e duas semanas de reuniões, mas a verdadeira investigação foi realizada pelas autoridades chinesas. E então os pesquisadores da OMS estavam basicamente recebendo relatórios das autoridades chinesas”.

Peter Ben Embarek (C) fala com Liang Wannian (à esquerda) e Marion Koopmans (à direita) após uma coletiva de imprensa para encerrar a visita de uma equipe internacional de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) à cidade de Wuhan, na China, província de Hubei , em 9 de Fevereiro de 2021 (Foto por HECTOR RETAMAL / AFP via Getty Images)
Peter Ben Embarek (C) fala com Liang Wannian (à esquerda) e Marion Koopmans (à direita) após uma coletiva de imprensa para encerrar a visita de uma equipe internacional de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) à cidade de Wuhan, na China, província de Hubei, em 9 de Fevereiro de 2021 (Foto por HECTOR RETAMAL / AFP via Getty Images)

“A meu ver, a grande falha é que eles delinearam quatro maneiras possíveis de a COVID ter começado”, disse Metzl. “Uma foi a transmissão de morcego para humano. Segundo, a de um morcego para um animal, que teria sido um organismo intermediário. Terceiro, por meio de remessa ou algum tipo de alimento congelado de outro lugar. E quarto, vazamento laboratorial acidental”. Em seus comentários, ele disse que a quarta opção, ou a teoria do vazamento laboratorial, deve ser investigada pela OMS.

Outro pesquisador da OMS, Peter Ben Embarek, indicou que o vírus, que causa a doença COVID-19, estava “circulando amplamente” em Wuhan em dezembro de 2019, sugerindo que o PCC participou de um acobertamento porque o regime não relatou o surto de COVID até 31 de dezembro de 2019, para o escritório da OMS na China.

E em 14 de janeiro de 2020, a OMS aprovou uma declaração apoiada pelo PCC de que não havia “nenhuma evidência clara de transmissão pessoa a pessoa” do vírus, gerando críticas à organização de saúde apoiada pelas Nações Unidas.

Por outro lado, um artigo da Associated Press observou que Embarek e outros oficiais da OMS foram estritamente controlados pelo PCC quando visitaram Wuhan para sua investigação.

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