Chefes militares da América Latina e dos Estados Unidos discutem COVID-19 e tráfico de drogas

Por Agência EFE

Os líderes militares de vários países da América Latina e dos Estados Unidos discutiram nesta quinta-feira por meio de uma videoconferência sobre o impacto regional do vírus do PCC (Partido Comunista Chinês) e do tráfico de drogas, relatado no Comando Sul dos EUA (Southcom).

O comando convidou chefes de defesa da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Paraguai, Suriname e Uruguai para a conferência anual, bem como líderes em campo do Canadá, Guiana Francesa, Espanha e o Reino Unido.

Este ano, a discussão abordou o apoio à resposta contínua da região à pandemia e às operações lideradas pela polícia contra organizações criminosas transnacionais.

A Southcom lembrou que desde março passado tem trabalhado com países parceiros na América do Sul, América Central e Caribe para apoiar seus esforços de mitigação e resposta à COVID-19.

“Sob seu Programa de Assistência Humanitária, o comando comprou e doou suprimentos vitais, equipamentos e outros recursos para apoiar os esforços de 28 nações”, disse o órgão em um comunicado.

O almirante Craig Faller, comandante do Southcom, responsável pelas Forças Armadas dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, garantiu que a ajuda foi ampliada “com doações de assistência humanitária que agora somam cerca de 17 milhões de dólares em 300 projetos para ajudar amigos pessoas em necessidade”.

No início desta semana, o comando doou três hospitais de campanha para a Costa Rica, o primeiro dos 24 que entregará a 11 países da região.

O Comando Sul, com sede em Doral, Condado de Miami-Dade, busca com esta reunião anual compartilhar idéias, perspectivas e experiências de cooperação em questões de segurança para enfrentar “ameaças regionais e desafios de segurança”, afirmou em um comunicado.

O Southcom detalhou que o trabalho realizado durante o fórum abriu caminho para uma cooperação de segurança ampliada com base no interesse mútuo.

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