“Canções vermelhas” de Bo Xilai em imagens

Bo Xilai liderando uma “canção vermelha”.

Devido às recentes reviravoltas da crise interna do regime comunista chinês, Bo Xilai foi destituído de seus cargos no Comitê Permanente do Politburo e na chefia da cidade de Chongqing, além de ser expulso do Partido Comunista Chinês. Acompanhando sua carreira política, seus modelos de propaganda e de disseminação da ideologia comunista também desapareceram. Uma parte importante desse modelo era a divulgação das “canções vermelhas”, ritmos “tradicionais” da era Mao Tsé-tung, que foram exaustivamente usados por Bo Xilai e pela mídia do governo chinês. A seguir estão algumas imagens, retiradas da internet, que ilustram a propaganda utilizada para essa divulgação e a dimensão ridícula delas. Em várias imagens, pessoas de diferentes classes sociais e condições físicas são forçadas a “cooperar” com a divulgação e, em outros casos, é noticiado o mais puro absurdo.

Idosos num asilo “cantando o vermelho”.
Crianças “cantando o vermelho”.
Operários “cantando o vermelho”.
Multidão em Chongqing “cantando o vermelho”.
Multidão em Chongqing “cantando o vermelho”.
Juízes e promotores “cantando o vermelho” antes de um julgamento.
Aposentadas “cantando o vermelho”.
Médicos e pacientes de um hospício “cantando o vermelho”.
Médicos e enfermeiras “cantando o vermelho”.
Deficientes visuais “cantando o vermelho”.
Prisioneiras “cantando o vermelho”.
Prisioneiros cantando sob uma faixa que diz “somos os sucessores do comunismo”.
Representantes do Budismo, Taoísmo, Confucionismo, Cristianismo e Islamismo “cantando o vermelho”, canções com alto teor de ateísmo.
Monges e monjas “cantando o vermelho”.
Monges e monjas “cantando o vermelho”.
Monges e monjas “cantando o vermelho”.
Abade de monastério budista “cantando o vermelho”.
Estrangeiros “cantando o vermelho”.
Estrangeiros “cantando o vermelho”.
Medicamento intitulado “canções vermelhas”, cujo efeito é “superforça sem igual no universo”.
A manchete diz: “‘Cantou o vermelho’ por 210 dias e despertou o marido do estado vegetativo”.
O título diz: “‘Cantando o vermelho’, curou-se a depressão do idoso”.
A manchete diz: “Paciente de câncer em estado terminal resiste à quimioterapia ‘cantando o vermelho’”.
Competição de “canções vermelhas” entre internos de um hospício.
A terapia das “canções vermelhas” para curar doenças mentais.
Anúncio de “canções vermelhas” que diz: “Segredo imperial contra o câncer: sem injeções nem medicamentos, a dor desaparece assim que a canção chega. Melhora instantânea em dez segundos ou o seu dinheiro de volta.”
Placa em praça de Chongqing, proibindo as “canções vermelhas” após o incidente com Wang Lijun, em março de 2012.

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Nota do Editor: Quando o ex-chefe de polícia de Chongqing, Wang Lijun, fugiu para o consulado dos EUA em Chengdu em 6 de fevereiro, ele colocou em movimento uma tempestade política que não tem amenizado. A batalha nos bastidores gira em torno da postura tomada pelos oficiais em relação à perseguição ao Falun Gong. A facção das mãos ensanguentadas, composta pelos oficiais que o ex-líder chinês Jiang Zemin promoveu para realizarem a perseguição ao Falun Gong, tenta evitar ser responsabilizada por seus crimes e continuar a campanha genocida. Outros oficiais têm se recusado a continuar a participar da perseguição. Esses eventos apresentam uma escolha clara para os oficiais e cidadãos chineses, bem como para as pessoas em todo o mundo: apoiar ou opor-se à perseguição ao Falun Gong. A história registrará a escolha de cada pessoa.

 
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