Blinken pede ao Ocidente que trabalhe em conjunto contra a China

"Seremos todos mais eficazes com a China se trabalharmos e agirmos juntos"

Por Agência EFE

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, pediu ao Ocidente na quarta-feira que trabalhe e atue juntamente contra a China para ser “mais eficaz”.

Numa conferência de imprensa em Berlim com o seu homólogo alemão, Heiko Maas, Blinken celebrou a “convergência” registada nas “últimas semanas” em torno desta questão, exemplificada na unidade demonstrada nas recentes cimeiras do G7 e da OTAN, as primeiras nomeações internacionais em que presidente dos EUA, Joe Biden participou.

O secretário de Estado reconheceu que “todos” os países têm “relações complexas com a China” em que a cooperação -em questões como as alterações climáticas-, a competição -especialmente na área económica- e a rivalidade, no âmbito geopolítico.

Em sua opinião, “todos seremos mais eficazes com a China se trabalharmos e agirmos juntos”, pelo que apelou à unificação de posições entre os parceiros transatlânticos e à apresentação de uma frente comum para ter uma posição forte contra o gigante asiático.

“Seremos todos mais eficazes com a China se trabalharmos e agirmos juntos”, disse Blinken, acrescentando que “estamos demonstrando isso progressivamente”.

Maas, que celebrou “o retorno” ao multilateralismo norte-americano com Biden, afirmou que existe uma “estratégia conjunta” no Ocidente em relação à China.

Isso tem sido claro para ele, por exemplo, nas sanções coordenadas dos EUA, a União Europeia, o Reino Unido e Canadá contra Pequim por violações dos direitos humanos contra a minoria uigur no noroeste chinês província de Xinjiang.

Blinken, que defendeu a preservação da ordem internacional, enfatizou que “o desafio comum” para as democracias ocidentais é a “necessidade” de demonstrar que podem alcançar resultados para seus cidadãos e para o mundo.

“Mostramos que acreditamos na cooperação bilateral e no multilateralismo”, afirmou.

Blinken está em Berlim para participar da segunda conferência internacional sobre a Líbia organizada pela Alemanha para ajudar a estabilizar o país do norte da África após uma década de crise.

Ele também deve se encontrar esta tarde com a chanceler alemã, Angela Merkel, para preparar, entre outros assuntos, a visita da chefe de governo a Washington em meados do próximo mês para se encontrar com o presidente norte – americano Joe Biden.

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