Barack Obama e o diabólico plano para destruir Donald Trump

Ao estilo de Saul Alinsky, o objetivo é isolar o presidente, manter pressão sobre ele, reforçar todos os aspectos negativos e isolá-lo de seus amigos e familiares

Por Carol M. Swain

À medida que nos aproximamos das eleições intercalares, o ex-presidente Barack Obama começa a aparecer novamente nos noticiários, trabalhando arduamente para se sentir relevante ao reclamar crédito parcial pelo crescimento econômico e prosperidade alcançados pela administração Trump. Devemos estar alarmados com o que sabemos sobre a presidência de Obama e seu desprezo pelas tradições norte-americanas a respeito das eleições e de como os adversários políticos são tratados. Não há nenhum sentido de protocolo ou de escrúpulos em abusar do poder ou espezinhar a Constituição dos Estados Unidos.

O protocolo presidencial uma vez significou que os ex-presidentes mostravam uma certa deferência e respeito pelo líder atual. O ex-presidente Jimmy Carter rompeu esse precedente em 2007, quando chamou a presidência de George W. Bush como a “pior da história”. Até 2007, Carter era o vencedor incontestável da categoria de pior presidência moderna da história. Mas estou me desviando do assunto. O ex-presidente Obama está obcecado com o presidente Trump, e ele tem o apoio de seu exército de manifestantes pagos e não pagos, como se pode observar no Organizing for Action (Organizar para agir), um grupo pró-Obama que não vai deixar Trump em paz.

Dada a corrupção no FBI e no Departamento de Justiça durante a administração de Obama, o uso sem precedentes das instituições governamentais contra adversários políticos e a interminável investigação sobre Mueller, é mais provável que o ex-presidente Obama tenha algo a esconder. Desde o momento em que Donald J. Trump se tornou uma séria ameaça para a agenda esquerdista, ele tem sido alvo das estratégias malignas de Saul Alinsky.

A mentira, a infiltração e a manipulação são o núcleo do guia de Alinsky para redistribuir o poder. Basta pensar nos Estados Unidos, na oposição frenética ao presidente e no Tratado para Radicais de Alinsky e suas regras 8, 11 e 13:

Regra 8: “É preciso manter a pressão. E nunca desistir”. Continue tentando coisas novas para manter a oposição sem equilíbrio. E quando a oposição já dominar um método, ataque-os pelo flanco com algo novo….

Regra 11: “Se um fator negativo abrir suficiente caminho, acabará passando para o outro lado e se tornará positivo”. A violência do lado contrário pode fazer com que você conquiste o público, porque o público tem simpatia pelos despossuídos….

Regra 13: “Marque o objetivo, não tire os olhos do alvo, personalize-o e polarize-o”. Corte-lhe a rede de apoio e isole o objetivo de qualquer simpatia. Valha-se das pessoas e não das instituições; as pessoas causam um dano mais profundo do que as instituições (ver Cultura Aberta).

Contra o presidente Trump e sua administração foram aplicadas as mesmas táticas mencionadas acima. O objetivo final era mantê-lo tão distraído que tanto ele como sua equipe nunca tiveram tempo suficiente para julgar qualquer uma das condutas criminosas da administração Obama.

Em meu livro “Ser o povo: um chamado para a recuperação da fé e a promessa dos Estados Unidos (2011)”, pp. 13-15, eu adverti sobre o que seria então o precursor das fake news (notícias falsas). Em 2010, o Pentágono da era Obama estava pressionando para que fosse autorizada a criação de um Departamento de Engano Estratégico, responsável por coletar e divulgar informações que confundiriam os inimigos dos Estados Unidos. Dado o comprometido estado da mídia de esquerda, só podemos perguntar se isso não está por trás das notícias falsas que agora recebemos das fontes de notícias em que uma vez confiamos.

Se tivéssemos meios de comunicação independentes comprometidos com a verdade… Infelizmente, parece que temos meios de comunicação comprometidos com a política partidária. Ao estilo de Saul Alinsky, o objetivo é isolar o presidente, manter pressão sobre ele, reforçar todos os aspectos negativos e isolá-lo de seus amigos e familiares. Essa é uma estratégia maligna nascida da imaginação de um homem que ousou exaltar Satanás em uma citação no Tratado para Radicais:

“E não esqueçamos de dar ao menos um reconhecimento ao primeiro radical: de todas as nossas lendas, mitologia e história (e quem sabe onde termina a mitologia e começa a história, ou o que é o que), o primeiro radical conhecido pelo homem que se rebelou contra o estabelecido e o fez tão eficientemente que no mínimo ganhou seu próprio Reino: Lúcifer”.

Preciso dizer mais? Nós, o povo, não devemos permitir que os anarquistas e os ex-presidentes subvertam o processo democrático. Devemos “ser o povo” e recuperar a nossa nação.

Carol M. Swain foi professora de Ciências Políticas e Direito na Universidade Vanderbilt. Facebook: Profcarolmswain Twitter: @carolmswain E-mail: [email protected] Website: carolmswain.com Este artigo foi publicado originalmente no site The Tennessee Star

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