Autor explica como George Soros tem controle significativo sobre o discurso dos meios de comunicação

O livro expõe a conexão de Soros com a infraestrutura da mídia e da política estadunidense

Por Masooma Haq e Roman Balmakov

Matt Palumbo, autor de “The Man Behind the Curtain: Inside the Secret Network of George Soros”, detalha a conexão do bilionário George Soros com a política americana e ilustra como Soros controla não apenas o que é escrito sobre ele, mas também influencia como o público percebe eventos noticiosos.

Soros criou um conceito financeiro chamado reflexividade, que segundo Palumbo é “brilhante”, porque pode fazer com que ocorra o que Soros deseja no setor financeiro.

“Mas as expectativas definem a realidade e Soros percebeu que: ‘Bem, isso também é verdade para a mídia.’ Se você disser às pessoas o que esperar, isso reinterpretará a realidade”, e isso pode ser usado para afetar a maneira como as pessoas interpretam os eventos noticiosos, disse Palumbo durante uma entrevista recente para “Facts Matter”.

“Por qualquer motivo que seja, se as pessoas acreditam que algo vai acontecer, realmente acontecerá” e Soros aplicou isso na cobertura realizada pelas empresas de comunicação para fazer as pessoas acreditarem que algo que não aconteceu de fato,  aconteceu, disse Palumbo.

As agências dos meios de comunicação apoiadas por Soros usam esse conceito para criar narrativas falsas e fazer as pessoas acreditarem em algo que realmente não aconteceu. A razão pela qual Soros é capaz de ter esse nível de influência é que ele dá dezenas de milhões de dólares para a infraestrutura de mídia dos Estados Unidos.

Existem muitas organizações de mídia hegemônicas ligadas a Soros, incluindo “ABC, CBS, CNN, Washington Post, New York Times, quero dizer, é uma lista muito longa. Digite o nome de Soros e veja como eles cobrem, caso seja algo negativo é ‘antissemitas dizem: afirmação negativa'”, disse Palumbo, acrescentando que sua cobertura sempre parece favorecer os democratas e Soros.

Um grupo de vigilância chamado Media Research Center (MRC) documentou os laços de Soros com a infraestrutura de mídia. De acordo com um relatório do MRC, “Soros gastou mais de US$ 52 milhões financiando propriedades de mídia, incluindo a infraestrutura de escolas de jornalismo, jornalismo investigativo e até organizações do setor”.

Muitos grupos de esquerda, incluindo empresas de mídia, recebem financiamento através da Open Society Foundation de Soros. Esse grupo é conhecido por financiar iniciativas progressistas como Black Lives Matter e Defund the Police, bem como candidatos políticos e campanhas fiscais, disse Palumbo.

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Manifestantes da Antifa e do Black Lives Matter protestam na noite da eleição perto da Casa Branca em Washington em 3 de novembro de 2020. (Nicholas Kamm/AFP via Getty Images)

A fundação de Soros afirma promover a democracia e o individualismo, mas na verdade apoia uma agenda mais radical, disse Palumbo.

“Existe o que eles dizem que as coisas são e o que elas realmente são”, disse Palumbo sobre a Open Society Foundation.

Alexander Soros, filho de George Soros, administra a Open Society Foundation, que em 2017 recebeu US$ 18 bilhões de George Soros para financiar causas progressistas. Eles têm divisões em todo o mundo, incluindo um escritório em Nova Iorque.

Palumbo cita que Soros se disfarçou de cristão durante seus primeiros anos na Hungria antes da ascensão de Hitler, quando os judeus estavam sendo expurgados, para explicar as razões possíveis que motivam Soros a apoiar ideologias de esquerda.

Antes da ascensão de Hitler, Soros foi acolhido por um homem cristão, que jurou às autoridades que Soros era seu afilhado. Soros trabalhou com o homem para confiscar propriedades de judeus.

Em uma entrevista de 1998 no “60 Minutes”, o apresentador Steve Croft perguntou a Soros se ele se sentia culpado por ter confiscado propriedades de judeus húngaros, e ele respondeu que não.

“Eu tinha 14 anos e diria que foi quando meu caráter foi formado. … Que se deve pensar no futuro, deve-se entender e antecipar os eventos, e quando alguém é ameaçado, foi uma tremenda ameaça do mal, quero dizer, foi uma experiência muito pessoal do mal”, disse Soros.

Quando perguntado se era difícil saber que seus colegas húngaros estavam sendo enviados para campos de extermínio depois que ele ajudou a tomar suas propriedades, Soros disse que não era nada difícil.

“De jeito nenhum, de jeito nenhum. Talvez quando você é criança você não veja a conexão. Mas não criou nenhum, nenhum problema”, disse Soros. “Eu era apenas um espectador. Eles levaram minha propriedade. Portanto, eu não tive nenhum papel na remoção daquela propriedade. Então eu não tive nenhum sentimento de culpa.”

Em sua pesquisa, Palumbo também descobriu que muitas pessoas que já trabalharam para a Open Society Foundation de Soros mais tarde passaram a trabalhar para meios de comunicação.

Além disso, Soros financiou as campanhas de muitos políticos democratas e promotores distritais progressistas, apoiando aqueles que obterão os resultados que Soros deseja.

“Se você eleger um promotor distrital, ele tem total autonomia em todas essas coisas, então se simplesmente eu quero mudar a lei, eu apoio um cara que quer mudar exatamente como eu, e ele vai e muda da noite para o dia”, Palumbo disse.

“Mas quando você está em uma corrida para a promotoria, e há algumas centenas de milhares de dólares gastos com cada pessoa normalmente e então você libera 1 ou 2 milhões, você pode realmente comprar uma eleição dessa maneira. E isso aconteceu várias vezes. Na verdade, há casos em que o candidato simplesmente desiste, porque sabe que não faz sentido”, disse Palumbo.

A razão pela qual uma grande parte do público não sabe quem Soros realmente é é que ele controla essas organizações com dinheiro.

“É uma espécie de contrato implícito, onde, ‘Já recebi dinheiro desse cara antes, vou falar mal dele no meu artigo? E muitas pessoas optam por não fazê-lo”, disse Palumbo.

 

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