Atriz americana propõe greve de sexo contra restrições rígidas ao aborto

Alyssa Milano, famosa militante anti-Trump e do falido movimento #MeToo, propõe greve de sexo como protesto contra leis restritivas ao assassinato de bebês

Por André Assi Barreto, Senso Incomum

A atriz Alyssa Milano, que já não emplaca nenhum sucesso desde a série Charmed – cujo reboot é tão lacrador que nem ela e as outras atrizes da versão da década de 90 e 2000 aguentaram – decidiu já há algum tempo bancar a milituda.

Foi uma das atrizes a emplacar o movimento denuncista #MeToo, vive de escrever tiradas ruins contra o presidente Donald Trump e hoje lançou uma campanha bastante curiosa:

Uma GREVE de sexo convocada em forma de protesto contra as leis restritivas ao aborto aprovadas recentemente em alguns estados americanos de governo republicano. Como era de se esperar, as leis extremamente liberalizantes (até o último dia de gestação) sobre aborto de Nova York não foram alvo de protesto da parte de nenhum artista.

O fato cômico associado ao protesto de Milano é que se as mulheres não fizerem sexo não haverá abortos a serem performados! Além de todas as dezenas de métodos contraceptivos que existem, o único que segue invicto em sua eficácia de 100% é a abstenção total de atividade sexual, que é exatamente o que Milano está propondo. Não podemos evitar de concordar que Deus escreve certo por linhas tortas.

Andre Assi Barreto é professor de Filosofia e História das redes pública e privada de São Paulo. Aluno do professor Olavo de Carvalho. Mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Também trabalha com revisão, tradução e palestras. Autor de “Saul Alinsky e a Anatomia do Mal” (ed. Armada, 2019)

O conteúdo desta matéria é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Epoch Times

 
Matérias Relacionadas