Assessor da Caixa Econômica pode ser próximo alvo da operação Lava Jato

Nedson Micheleti (PT) tem mais poder do que sugere seu cargo de assessor do presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. Fonte do Planalto diz ter sido dele a escolha de Hermínio Basso para o cargo de diretor Corporativo da Caixa Econômica Federal.

Amigo de André Vargas (ex-PT-PR), com quem morou em Brasília, Nedson Micheleti pode virar personagem da Operação Lava Jato, por supostas reuniões, na Caixa Econômica Federal, com o doleiro Alberto Youssef. Preso pela Polícia Federal, o doleiro Alberto Youssef pagou até jatinhos para o petista André Vargas. É suspeito de “lavar” cerca de R$ 10 bilhões em dinheiro sujo.

O assessor petista Nedson Micheleti, quando prefeito de Londrina, teve como assessores o ministro Paulo Bernardo e a mulher, Gleisi Hoffmann. A ex-ministra da Casa Civil, a petista Gleisi Hoffmann, disputa este ano o governo do Paraná, partido daqueles que, de fato, têm poder na Caixa Econômica Federal. A assessoria da Caixa Econômica Federal declarou que “não confirma a informação” de que Hermínio Basso teria sido indicado pelo petista Nedson Micheleti.

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