ARTIGO - Publicado em 09/06/2014 às 8:00 - Atualizado em 08/06/2014 às 23:07

Presença do Exército Cubano de Ocupação (CEO) na Venezuela

O presidente cubano, Fidel Castro (esq.) fala com o presidente venezuelano, Hugo Chávez (dir.) durante a sua visita ao monumento do soldado desconhecido em Campo Carabobo, Valencia, Venezuela, em 29 de outubro de 2000 (Adalberto Roque/AFP/Getty Images)

O presidente cubano, Fidel Castro (esq.) fala com o presidente venezuelano, Hugo Chávez (dir.) durante a sua visita ao monumento do soldado desconhecido em Campo Carabobo, Valencia, Venezuela, em 29 de outubro de 2000 (Adalberto Roque/AFP/Getty Images)

Introdução:

Chegou-me de um fonte que merece toda a minha confiança, este informe aterrador sobre as forças e o pessoal superior com que o Comando do “Exército Cubano de Ocupação” (CEO) conta na Venezuela. Sua missão é manter o controle total do país, do Exército venezuelano e o esmagamento de qualquer tentativa de mudança política, tudo isso mediante a colaboração dos traidores venezuelanos do “chavismo”.

Estão em permanente contato com o Serviço de Inteligência de Havana, com armamento poderoso, comunicações diretas e em clave, e com aeroporto próprio para a entrada e saída de tropas. Os oficiais superiores cubanos receberam graus do Exército venezuelano. Eles têm unidades próprias de repressão urbana que se mobilizam em poderosas motocicletas e contam até com bases de lançamento de mísseis com alcance de até 2.500km operadas por pessoal iraniano.

Como se poderá ver, o CEO está estrategicamente situado em distintos pontos do território venezuelano. Para conhecer sua localização, convém ler o informe com um mapa da Venezuela à vista.

Quer dizer, o poder na Venezuela, por mais que Maduro finja ser o manda-chuva, está nas mãos do castrismo comunista e se exerce desde Cuba. Vale dizer que esse exército de ocupação não sente o menor carinho pelo país que domina, carece de patriotismo venezuelano e de solidariedade com os habitantes do país irmão, de maneira que não tem nenhum inconveniente em derramar todo sangue venezuelano que lhes pareça necessário.

Este é o futuro que nos espera também aos argentinos. Na Bolívia há uma situação semelhante, só que dessa só tenho vagas notícias. É possível que seja assim, posto que há poucos meses Morales teve que enfrentar uma rebelião geral dos bolivianos e, dada a proximidade com nosso país e o interesse indubitável que o comunismo tem em não permitir que a poderosa influência que conseguiu na política aqui, se perca. Chegado o caso, e em vista da destruição sistemática de nossas FFAA realizada pelo kirchnerismo nestes onze anos que estão no poder, uma invasão de forças cubanas especiais desde a Bolívia não pode ser descartada. Em Jujuy estão as forças irregulares de Milagro Sala para facilitar-lhes a passagem.

Como vemos, na Venezuela se joga a sorte de toda a Ibero-América. Como dizem os valentes manifestantes desse país, a coisa é “Agora ou nunca!”, porque cada dia que passa será mais difícil deter este sinistro plano do comunismo para dominar nosso continente.

É preciso rezar pelos heróicos venezuelanos, pedir à Padroeira da Venezuela, Nossa Senhora de Coromoto, que ajude a seus filhos. E todos os argentinos devemos nos interessar vivamente pelo drama que estão vivendo e apoiá-los por todos os nossos meios para que consigam se livrar do jugo maldito com o qual tentam dominá-los.

Lista dos generais, chefes de operações e comando de tropas cubanas na Venezuela:

ANDOLLO VALDEZ, o general cubano que deve esmagar rebeliões… na Venezuela. Desde 27.12.12, “Operação Bastião”: para isso conta com 4.500 soldados cubanos que chegaram em janeiro de 2012. Leonardo Andollo Valdez – Cubavisión.

JORGE ROJAS RIERA (@Jrr473), estrutura organizacional e de comando do Exército de Ocupação Cubano (ECO) na Venezuela.

Contingente:

Oficiais:

2 Generais-de-Brigada, (1 no Fuerte Tiuna, outro em Barquisimeto), 4 Coronéis, 8 Tenentes-Coronéis e 6 Capitães-de-Fragata e 25 oficiais subalternos.

Com a Sala Situacional independente instalada no Fuerte Tiuna (Serviço de Remonta) e conectada em WF encriptado por cabo com o Centro de Operações de Comando de Valle Picadura em Havana, sob o comando, desde Havana, do General-de-Divisão Leonardo Andollo Valdez. (Atualmente na Venezuela desde março). Viaja à Venezuela a cada 15 dias para realizar reuniões de Estado-Maior para afinamento de operações. Estas tropas entram na Venezuela e saem para Cuba para suas substituições constantemente, por uma pista de aterrissagem situada em Apure, e pela Rampa (Base aérea) 2 do aeroporto de Maracaibo.

Número dos contingentes: 4.500 homens de Infantaria organizados em 8 batalhões de 500 efetivos, mais um batalhão estacionado em Fuerte Tiuna. Chegados à Venezuela a partir de janeiro de 2012. Estes novos contingentes substituíram os anteriores que começaram a chegar em janeiro e agosto de 2011.

Generais na Chefatura do Estado-Maior:

Chefe: General-de-Divisão Leonardo Andollo Valdez, 60 anos, quando tenente esteve em Angola, segundo chefe do Estado-Maior das FARC em Cuba, coordenador do “Movimento Bolivariano” e Vice-diretor do Partido Comunista de Cuba. Dirige na Venezuela a “Operação Bastião”, que é o nome do Plano que os batalhões cubanos estacionados na Venezuela realizariam em caso de uma “emergência” ante mudanças políticas em 7 de outubro.

Chefe de Operações do Estado-Maior:

General-de-Brigada Herminio Hernández Rodríguez, comissário político, assessor da Sala Situacional de Miraflores. Expert em operações urbanas, em manejo de situações em crise. Assessor do CEO e com sede na JEM (Chefatura do Estado-Maior, por suas siglas em espanhol) da II Divisão no Fuerte Tiuna. Maneja a Ordem de Operações para enfrentar (inclusive emprego das Milícias) situações de desordem civil em 11 cidades do país, sufocar o 7 de outubro e posterior ao 7-O, ou em qualquer situação que se desencadeie.

ALEJANDRO RONDA MARRERO “O GENERAL DOS ESPINHOS DUROS”

Chefe do G2 do EMO (Estado-Maior Operacional):

General-de-Brigada Alejandro Ronda Marrero

Este general (reporta diretamente o que lhe interessa ao Major-General Hugo Carvajal, atualmente a máxima autoridade da Inteligência nacional, com o cargo de Super Vice-Ministro para a investigação penal). Ronda é subalterno do Comandante Ramiro Valdez Menéndez em Cuba que, por sua vez, o segundo chefe da Inteligência Cubana das FARC.

Ronda Marrero, sob a chefatura do Major-General Hugo Carvajal Barrios, que se reporta diretamente ao Presidente da República, coordena, assessora e dirige desde a DIM (Divisão de Inteligência Militar)-Boleíta na Divisão Telemática, em coordenação com o SEBIN-DIE, todas as operações de inteligência e contra-inteligência militar e civil (Comando de campanha de Capriles e partidos políticos, e de militares em serviço ativo com comando de tropas, de oficiais superiores). Dirige pessoal de oficiais cubanos, iranianos e chineses. Opera desde a JEM da II divisão do Exército do Fuerte Tiuna. Tem ingerência nas Sala Situacional de Miraflores e do Exército.

OFICIAIS ESTACIONADOS NA VENEZUELA EXERCENDO O COMANDO DE TROPAS CUBANAS, que dependem diretamente do General-de-Divisão Julio Cesar Gandarilla, atual Chefe da CIM-Militar em Cuba (contra-inteligência cubana):

1. Ramiro Méndez Olayeta, 59 anos (Moscou) Infantaria do Exército (IE)

2. Eusebio Serrat Lennis (Moscou) Missilístico, IE

Coronéis:

1. Rodrigo Hernández Maite

2. Rufino Zabeleta Corvino

3. Jaime Freitas Sambrano

4. Simón Guillermo Sénior

Tenentes-Coronéis:

1. Luis José Fernández Fernández

2. Armando García Rotondaro

3. Hermagoras Ruiz

4. Braulio Menéndez

5. Luis Carlos Castro Guiño

6. Federico Trompis

Capitão-de-Fragata:

1. Federico Corsi Contra-Almirante de Infantaria da Marinha

2. Norberto Arango

3. Luis Gerardo Vera Gonzáles

4. José Dionisio Bilbao Menéndez

25 Oficiais Subalternos de Infantaria e Inteligência

São oficiais experts em inteligência, contra-inteligência, sabotagem, contra-sabotagem, que são dirigidos pelo almirante Julio Cesar Gandarilla que se reportam a ele diretamente via cabo, mediante sistema encriptado. Gandarilla é o máximo Chefe da Contra-Inteligência Militar Cubana em Valle Picadura. Fazem inteligência e contra-inteligência dentro das regiões militares (Brigadas e Divisões, Batalhões e o Exército Venezuelano em geral).

Portam identidade especial da DCIM (Divisão de Contra-Inteligência Militar, subscritas pelo general diretor da DCIM, F. Figueroa Chacín) venezuelana e armamento autorizado com porte de arma especial emitido pelo DARFA. Portam pistolas Carella 9 mm e mini USIS, assim como movem-se em motos de fabricação italiana, cor negra, inscritas na DIM.

Esses agentes móveis especiais cubanos têm 12 pontos de concentração em Caracas, sempre localizados em estações de saída e entrada do Metrô. Dois importantes no Leste: no metrô Los Dos Caminos e Unicentro El Marqués, dois no Oeste: Parque del Oeste e Capitolio e três no sudoeste: a Bandera-Roosevelt, UCV e o Valle. Também contactam e coordenam via TELF. Celulares com os 70 postos de comando localizados nas urbanizações das zonas residenciais altas de Caracas (Plano Guaraira Repano), e com os grupos de operações situados nos quatro Comandos de forças anárquicas enquadradas dentro do Plano Guaraira Repano.

Armas que portam e detém as tropas cubanas:

AK-A 103 e AK-109 equivalente ao FAB de fabricação belga.

Lança-foguetes Tropv R1Vde 50 mm.

Obuses Kalisnef-120 contra carros.

Morteiros lança-granadas tipo Katiuska M30 Kamarakov.

Ônibus de fabricação chinesa, marca Gel com capacidade para 60 pessoas. Sistema de comunicações independentes entre comandos. Encripta dados via WF.

INTENDÊNCIA:

Uniformes tipo “patriota” venezuelano, com insígnias e graus militares venezuelanos.

LOCALIZAÇÃO:

Geo-estrategicamente localizados, (móveis), de maneira tal que podem mover-se e cortar avanço de unidades terrestres do Exército da Venezuela para Caracas:

Agua Viva, Barinas, Morón-Coro, Barquisimeto, Elorza, Puerto Cabello, El Tigre-Pariaguan, La Encrucijada-Maracay.

A base iraniana que está localizada em Zuata, município Monagas do estado Anzoátegui, é operada por pessoal iraniano. Engenheiros aeronáuticos têm em seus silos, já em condições operacionais, mísseis com alcance de 1.480 km do tipo Sheralabs 3, e três com alcance de 2.500 km tipo Alghadv-110.

Neste momento instalam-se igualmente em Paranaguá, do mesmo alcance, 6 novos mísseis tipo Alghadv-110 com um alcance de 2.800 km.

Tradução: Graça Salgueiro

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